segunda-feira, 31 de março de 2014

MH370: INVESTIGADORES MALAIOS DIZEM HAVER EVIDÊNCIAS SELADAS

MH370:
INVESTIGADORES MALAIOS DIZEM HAVER EVIDÊNCIAS SELADAS
segunda-feira, 31 de março de 2014
Uma equipe de investigadores da Malásia disse a parentes de passageiros chineses a bordo do voo 370 da Malaysia Airlines que existem evidências seladas que não podem ser tornadas públicas,
depois de ficarem sob o fogo dos mesmos em uma reunião
As provas seladas incluem transcrições de rádio do controle de tráfego aéreo, dados de radar e gravações de segurança dos aeroportos
A reunião se deu no Lido Hotel Metropark, em Pequim, e se focou na análise feita por um satélite do Reino Unido, que levou a concluir que o voo caiu no sul do Oceano Índico, perto de Perth,
Austrália
"Exigimos que vocês retirem o anúncio de que o voo MH370 terminou no Oceano Índico e continuem as operações de busca e resgate", disse um parente em uma entrevista.
O anúncio prematuro da localização dos destroços foi enviada através de uma mensagem de texto a parentes, em nome do governo da Malásia, cerca de uma semana atrás.
Desde então, foi descoberto que os objetos que tinham encontrado no mar não eram destroços, mas "lixo" aleatório não identificado
 - provavelmente resíduos da tsunami de 2011 no Japão
Sarah Bajc, uma professora americana de 48 anos, apareceu recentemente na BBC News para discutir o desaparecimento de seu parceiro, Phillip Wood, um engenheiro da IBM.
Ele é um dos 277 passageiros a bordo do voo 370. Sarah Bajc está entre um grande número de amigos e membros das famílias que não acreditam nos relatórios oficiais de que o avião caiu e todos morreram
PASSAGEIRO DO VOO TERIA ENVIADO FOTO DESDE CATIVEIRO

Foto supostamente enviada por Wood
FONTE: Jim Stone
Uma das mais novas conspirações sobre o voo MH370 é a de que um passageiro teria enviado uma foto totalmente escura desde o local onde todos estariam presos como reféns.
A foto foi, alegadamente, tirada por Phillip Wood
A foto pareceria totalmente escura porque Wood estaria em uma cela com os outros passageiros e tripulantes.
Mas a informação mais importante não está na imagem, e sim nas informações Exif contidas nela.
Ao ler as propriedades da foto (que descrevem tamanho, resolução, data, localização, câmera usada, etc), podemos saber exatamente onde e em que condições ela foi tirada
As propriedades da foto em questão dizem que ela partiu de um IPhone na ilha de Diego Garcia, um território britânico próximo às Maldivas, no Oceano Índico.
Ela se localiza exatamente no meio da área de busca na qual a Malásia diz estar fazendo suas operações
Para desmentir que tal foto tenha sido enviada e que os passageiros estão sendo mantidos como reféns na ilha,
desmistificadores (debunkers) estão dizendo na mídia que nunca existiu um Phillip Wood trabalhando na IBM
Porém, esta versão já foi dada como falsa, inventada para desviar a atenção das pessoas da história real.
É fácil provar que Wood existiu e trabalhou na IBM, pois ele tem um perfil no LinkedIn (clique para ver)

Perfil de Wood no LinkedIn.
Com tantas informações que destroem as mentiras propagadas pelo governo da Malásia e as forças britânicas e norte-americanas, só podemos esperar agora a próxima leva de mentiras elaboradas,
aparentemente, a partir de um roteiro de um filme B sem pé nem cabeça.

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