O PODER DA ESCOLHA
Por
Andrew Martin Em
12 de março de 2015
segunda-feira,
23 de março de 2015
O
poder da escolha assume formas infinitas.
Nossas
escolhas nos levam de um momento para o próximo.
É
como um livro “Escolha Sua Própria Aventura” se desenrolando em
infinitas versões perante nós.
Independentemente
de onde nossas escolhas nos levem, o exercício mais simples de escolha pessoal
é encontrado em nosso ponto de vista.
Todos
nós temos que decidir como nós nos sentimos a respeito de nossas atuais
circunstâncias.
Nós
podemos continuar arrastando nossas lembranças conosco,
permitindo
os desapontamentos passados e a dor darem a cor de cada novo momento.
Ou
nós podemos decidir retirar a carga de nossas percepções do passado e alterar
para uma expectativa mais positiva.
O
universo responde aos nossos pensamentos, nossas palavras e nossas ações.
Entretanto
o trunfo para todos eles é o nosso sentimento.
O
universo sempre alinhará com o como estamos sentindo sobre qualquer coisa.
A
perspectiva do outro nunca pode nos influenciar a menos que nós permitamos.
Quando
uma ação vem de uma posição de amor e generosidade,
independentemente
de como ela é recebida ela ainda porta as vibrações de amor e generosidade.
Se alguém não
está preparado para receber amor, compaixão, cura ou alegria, isso é uma
escolha dele.
Respeite
que ele ainda tem algo a aprender com estar enraizado na negatividade.
Você
pode reconhecer a dor dele, mas você não tem que se juntar a ele na vivência da
dor.
Uma
das coisas mais poderosas que uma prática espiritual pode ensinar é aprender
como permanecer centrado em seu poder independentemente do que está se passando
ao seu redor.
Não
há absolutamente nada para se ganhar ao se juntar a alguém na miséria dele.
Você
pode ter compaixão por aqueles que estão sofrendo sem sofrer com eles.
Você
pode enviar amor àqueles que parecem estar sem amor.
Se
eles escolhem receber o amor ou não cabe totalmente a eles.
Quando
nós começamos a perceber que cada vibração individual por sua vez forma a
vibração coletiva nós podemos ver o poder de permanecer numa posição positiva
de qualquer maneira.
Quando
nós permitimos a negatividade do outro nos tirar de nosso alinhamento então nós
adicionamos o nosso próprio momentum negativo ao coletivo.
Sempre
existirão pessoas que escolhem ver as coisas de uma posição negativa.
Dê-lhes
um punhado de sementes para plantar e elas reclamarão que não têm flores.
Trata-se de
respeitar que todos têm seu próprio caminho para trilhar.
Trata-se
de viver no conhecimento de que cada um de nós e todos nós, em algum nível,
escolhemos nossas circunstâncias para aprender o que nós mais precisamos
aprender.
Estamos
todos nós trilhando o caminho juntos, mas cada um é responsável por seu próprio
trajeto.
Encontre
um modo de sentir compaixão ou amor antes de oferecer ajuda.
Encontre
sua posição de poder pessoal e então ofereça sua mão.
Encontre seu centro de amor e então pergunte:
“O que eu posso fazer para ajudar o outro
a encontrar seu próprio centro de amor?”.
Pena, culpa
ou preocupação não são conceitos nobres.
Eles
são bem ruinzinhos, sentimentos à base de medo disfarçados de cuidado e
altruísmo.
A
pena, a culpa e a preocupação baseiam-se na ideia de que vocês ou outro é uma
vítima da vida.
Eles
baseiam-se na vibração de que você ou outro é impotente para mudar seu ponto de
vista.
Você
não pode forçar o outro a se sentir melhor com relação à situação dele.
Todo
o amor e bondade do mundo não alterarão a perspectiva do outro até ele estar
preparado para alterar.
A
alteração deve ser interior.
Ela
deve vir de sua própria posição pessoal de escolher criar uma vida melhor para
si.
Quando
nós vivermos a partir de uma posição de amor e compaixão, nos serão mostrados
modos de ajudar a partir de uma posição de amor e compaixão.
Quando
nós permanecemos firmes em nosso próprio alinhamento com a verdade poderosa de
quem nós somos, então atos de serviços e bondade expandem nossa posição de
alinhamento com a nossa verdade.
Quando
nós agimos a partir de uma posição de culpa ou pena ou preocupação, então cada
ato se torna um ato de exaustão e esgotamento.
Como você estando exausto e esgotado pode
fazer algum bem para alguém?
Você
quer que sua vida seja um exemplo de amor, compaixão e
empoderamento?
Ou você quer que ela seja um exemplo de
ansiedade e frenesi?
Lembrar
que o universo sempre compatibilizará nossos sentimentos acima de nossas ações
imediatamente apaga a ilusão de que aquilo que está relutantemente enraizado na
culpa ou preocupação está fazendo algum bem de longa duração para alguém.
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Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com
http://blogsintese.blogspot.com.br/2015/03/o-poder-da-escolha.html

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