sábado, 15 de novembro de 2025

O FIM DO SOFRIMENTO É TOTALMENTE POSSÍVEL PARA VOCÊ

O FIM DO SOFRIMENTO É TOTALMENTE POSSÍVEL PARA VOCÊ
SABADO 15 DE NOVEMBRO DE 2025
Dor não é sinônimo de sofrimento.
Descubra como alimentamos o sofrimento através da não aceitação e como faz para quebrar esse hábito.
Acreditamos que o sofrimento é inerente à vida humana,
inevitável, e isso nos dá uma certa justificativa moral para nosso apego ao sofrimento e para nossa identificação com ele — não importa quão doloroso ou indesejado ele seja.
Mas a verdade é que todo sofrimento é infundido de fora.
Não é inerente a nenhuma experiência humana em particular.
Por exemplo, alguém pode estar sentindo uma dor física imensa, mas isso não exige necessariamente a presença de sofrimento.
Mas a maioria de nós infunde sofrimento quando ocorre dor física.
Você já observou como a reação de uma criança pequena,
quando ela cai ou se machuca, é determinada inteiramente pela reação dos pais?
E você já viu uma criança pequena completamente calma e despreocupada com uma lesão — sem lágrimas ou aborrecimento — mas, quando os pais, com aflição e muita emoção, dizem “meu Deus, não se preocupe, Joãozinho; eu sei que dói, mas tente ser corajoso; eu sei que é horrível, mas tente ser um menino grande” e só então a criança fica chateada e começa a chorar e gritar?
É incrível ver pais ensinando seus filhos diretamente a sofrer — dando lições claras e intensas sobre como incutir sofrimento, quando veem seus filhos não sofrendo!
A EXPERIÊNCIA HUMANA
Dor, tristeza, raiva, fúria, confusão, melancolia, sofrimento, miséria, desespero, frustração, decepção
 — tudo isso faz parte da experiência humana.
O que raramente nos ensinam, no entanto, é que nenhuma dessas emoções implica, ou precisa ser vivenciada como, um estado de sofrimento.
Dor, tristeza ou pesar podem simplesmente ser dor, tristeza ou pesar, sem a necessidade de incorporar a dimensão do sofrimento.
Em sua essência, o sofrimento é um comportamento aprendido, um hábito.
Os animais fornecem mais um ótimo exemplo de como o sofrimento é inerente, e não necessário.
Você já viu um cachorro aleijado?
Já o viu logo depois de se aleijar — logo depois de ficar cego ou perder uma pata?
Ele chora por um ou dois segundos, no máximo, por confusão, por dor ou por genuíno desespero — e então segue em frente.
Ele aceita a situação completa e segue imediatamente,
sem olhar para trás.
Adapta-se instantaneamente a três patas em vez de quatro e se vira.
Não há nenhum olhar de queixa em seus olhos.
Não há nenhum ar de vítima em seu comportamento.
Ele aceita a realidade, incluindo dor e perda, incluindo agonia e limitação, sem perpetuar o sofrimento.
Uma prova ainda maior disso é o fato de que alguns animais são mais neuróticos do que outros.
Alguns cães perdem uma pata e insistem em perpetuar o sofrimento!
Talvez tenham aprendido isso por estarem muito próximos dos humanos.
Eles perdem a pata e ficam deprimidos e apáticos.
Param de se exercitar, perdem o brilho nos olhos e vegetam em autopiedade.
Até mesmo um cachorro pode causar sofrimento, se insistir nisso!
Isso é mais uma prova de que o sofrimento é uma escolha.
A maioria dos cães não escolhe sofrer, mas de vez em quando, alguns escolhem!
NÃO ACEITAÇÃO
O sofrimento é criado de uma única maneira: a não aceitação.
A não aceitação é o único método que você já usou para criar qualquer sofrimento que tenha experimentado.
Compreenda isso plenamente e encontrará a chave secreta.
Se você deixar de se identificar com a história/drama de qualquer evento, como o sofrimento é possível?
Se você se desapegar de um determinado conjunto de circunstâncias, como essas circunstâncias poderiam se transformar em uma história de sofrimento?
Canal / Autor: Swami
Fonte primária: https://www.spiritualityhealth.com/the-end-suffering-possible
Fonte secundária: https://eraoflight.com/2025/11/12/the-end-of-suffering-is-completely-possible-for-you/
Tradução: Sementes das Estrelas / Isabella Cassy Damasceno Branco
https://www.sementesdasestrelas.com.br/2025/11/o-fim-do-sofrimento-e-totalmente-possivel-para-voce.html

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