LEV“A GRANDE TRANSIÇÃO QUÂNTICA: OPERAÇÕES ALVORADA DE
FOGO”QUARTA FEIRA 08 JULHO DE 2026 Entre os dias 21/22 de
junho a 3 de julho,
paralelamente às operações no Sistema Solar e em várias regiões da Terra, os
Anéis de Luz realizaram operações semelhantes na região do Mar Negro, incluindo
as regiões da Península da Crimeia e do Cáucaso.
Nelas, a uma profundidade
de 7 a 15 quilômetros, encontra-se a mais antiga rede cristalina dos
pleiadianos, estabelecida na era Hiperbórea.
Esta
rede é um gigantesco processador multidimensional para montagem de DNA e
ativação do Corpo de Luz humano.
Quem
controla este nodo, controla o código evolutivo de toda a Eurásia.
Por
muitos séculos, a região do Mar Negro e do Cáucaso foi controlada pela Aliança
de Orion, um conglomerado rigidamente estruturado de raças destrutivas, unidas
pelos princípios do fascismo digital autoritário e da predação.
Esta
Aliança é liderada pelos Dracos Brancos, cuja origem vem dos planetas 11D-12D de Lyra.
Durante
as Guerras Galácticas, parte desta linhagem genética caiu (inverteu-se) e seguiu um caminho descendente.
Suas
principais cidadelas e centros de comando ficam localizados em Orion (sistemas Bellatrix e Rigel).
Este
grupo também inclui Reptilianos e Dracos de Alpha Draconis, bem como
draco-humanoides da mesma constelação e dos mundos de Sualocin, em Alpha Delphini, que sempre foram
vassalos e servos dos Dracos Brancos,
realizando trabalhos pesados forçados.
Na
Terra, foram usados como punho punitivo e bioengenheiros.
Os Tall Greys (de 2,5 m a 3 m de altura), provenientes do sistema de Riguel (Beta Orion), constituem o cérebro cibernético
e científico da Aliança.
Foram
eles que criaram e supervisionaram a matriz IA da Terra, as cúpulas
psicotrônicas, os sistemas de vigilância e os inversores situados acima das
pirâmides da Crimeia (veja abaixo).
São
desprovidos de emoções, robóticos, e veem a humanidade como um recurso
puramente técnico e biológico para a manutenção do DNA deles, que está em
declínio.
Os Greys de Zeta Reticuli, uma raça biomecânica clonada, são
utilizados pela Aliança como mão de
obra, soldados
e técnicos laboratoriais em bases subterrâneas.
São
eles que realizam todo o trabalho sujo: desde o sequestro de pessoas e colheita
de biomateriais até à manutenção de naves espaciais e patrulhamento dos túneis
localizados abaixo da Eurásia.
Eles
são completamente subordinados à mente coletiva de Riguel.
Na Terra, a Aliança inclui
parte das elites mundiais e nacionais e do estrato técnico-científico, a quem a
Aliança forneceu tecnologias para a manipulação de macroprocessos.
Completamente
desprovidos de alma, estes indivíduos acreditam piamente que têm o direito de
governar o planeta e que estão conduzindo a humanidade ao “progresso”, ao mesmo tempo em
que servem como fantoches materiais e mentais descartáveis de Orion.
Tal como
a Bacia do Mediterrâneo, o contorno do Mar Morto-Cáucaso consiste de três
camadas.
A
primeira (profundidade:
de 2 a 5 km) era ocupada por unidades e funcionários
técnico-militares do ICC,
que os Dracos e
Reptilianos reprogramaram completamente em nível genético,
mental e emocional.
Nesta
camada (principalmente
abaixo da Crimeia), bunkers e fábricas enormes ficavam situados em
espaços escavados.
As
equipes realizavam engenharia reversa de naves espaciais e de artefatos
antigos, além de fazer a manutenção da frota do Conglomerado Corporativo
Intergaláctico
(ICC).
A
segunda camada (profundidade:
de 7 a 15 km) abriga uma cadeia de mais de 30 pirâmides, que se
estende da Crimeia aos monumentos megalíticos subterrâneos localizados no
Cáucaso.
A
história deles remonta a duas épocas diferentes.
Há aproximadamente 350-400 mil anos, os hiperbóreos
construíram as primeiras pirâmides com a ajuda dos Sirianos
(raça dos
Leões Brancos) e das civilizações
superiores de Lyra.
Estes
objetos serviam como estabilizadores quânticos para o núcleo da Terra,
mantinham o equilíbrio tectônico das placas litosféricas e retransmitiam
códigos de alta frequência vindos do Sol Central Galáctico.
A
INFRAESTRUTURA ENERGÉTICA E A QUEDA
Na
segunda fase, há aproximadamente 12-15 mil anos, outras pirâmides foram
erguidas pelos Sacerdotes da Luz e das Trevas da Terceira Atlântida,
alguns dos quais se estabeleceram na região após o desaparecimento do
continente no Oceano Atlântico.
Os
primeiros vieram à Crimeia para preservar os artefatos sagrados que trouxeram
consigo e para proteger as pirâmides hiperbóreas da ação da NAA (Agenda Alien Negativa).
Eles
construíram cidades-refúgio multidimensionais abaixo e acima delas.
Mais
tarde, os Sacerdotes das Trevas
(linhagem de
Belial) também emigraram para lá.
Sob
a orientação da Aliança de Orion, começaram a instalar interceptores de ondas
de IA no topo das pirâmides hiperbóreas para ligá-los a uma infraestrutura
parasitária, que mais tarde foi conectada ao Mediterrâneo. Durante milênios, a
Crimeia tornou-se um campo de batalha para as duas castas nos Planos Físico e Sutil.
Sobre
esses objetos, a Aliança de Orion também instalou inversores de IA.
Por
milênios, a pirâmides extraíram energia pura do núcleo terrestre e a convertiam
em frequências de agressão, separação
e guerras, que permearam toda a Noosfera a Eurásia.
Assim,
durante a Noite Cósmica, os Anéis Negros enfraqueceram e dividiram internamente
a Tartária global, fragmentando-a em números miniestados ao redor do mundo e
mergulhando-os em um estado próximo à Idade da Pedra.
Na
terceira camada (profundidade:
de 30 a 50 km), na base das placas litosféricas, encontra-se o
processador cristalino gigante da Hiperbórea, o Portal do Tempo e o ponto de
montagem do DNA planetário.
Esta
camada era controlada pelos Arquitetos Negros de Orion através de Saturno.
Eles
mantinham o Portal trancado, para que a Terra não pudesse sincronizar o fluxo
cronal dela com o Sol Central Galáctico.
Toda a
Bacia do Mar Negro era mantida sob uma cúpula energética pelos Anéis Negros,
equipados com um sistema de IA para supressão de consciência.
A
Aliança de Orion usou o poder colossal das pirâmides subterrâneas e dos Portais
da Crimeia e do Cáucaso para transformar o plasma solar em um campo de torção
levógiro, aprofundando a divisão das pessoas e nações, exacerbando
conflitos militares e aumentando o influxo de gavvakh (a energia de medo, dor e sofrimento das
pessoas).
Esta
rede subterrânea estendia-se por baixo de toda a Cordilheira do Grande e do
Pequeno Cáucaso, conectando física e energeticamente a Bacia do Mar Negro,
através do Mar Cáspio, às cordilheiras do Pamir e de Tian Shan, ao Tibete e ao
Himalaia.
E
em todos os pontos nodais de intersecção dos blocos e placas litosféricas (Daguestão,
Chechênia, Ossétia do Norte, Cabárdia-Balcária, Geórgia, Armênia, Azerbaijão e
países asiáticos), foram localizados túneis subterrâneos, centros e
bases dos Anéis Negros, que usavam as energias tectônicas como um acumulador
gigante para alimentar essa infraestrutura.
Quando
Saturno e Vênus entraram em colapso, no final de junho e primeiros dias de
julho, e um expurgo varreu todos os planetas do Sistema Solar, a Aliança de
Orion percebeu que tinha perdido.
Ela
ordenou que a ala eurasiana do ICC evacuasse imediatamente dos repositórios do
Cáucaso e da Crimeia com os artefatos de civilizações antigas.
Entre
estes artefatos, estavam as hastes de plasma e de gravidade dos atlantes,
capazes de alterar a estrutura da matéria, controlar campos de fora deles e
mover estruturas megalíticas de várias toneladas com impulsos de onda.
Deixar
essas hastes na Terra poderia ter dado aos humanos acesso a tecnologias de
energia de ponto-zero e de levitação, o que teria destruído completamente a
economia global de petróleo e gás do Sistema 3D.
A
CONCLUSÃO E O FUTURO
Também
estavam armazenados ali discos cristalinos contendo os projetos de DNA puros e
inalterados das doze raças cósmicas que participaram da colonização da Terra.
Para
a NAA,
este era o biomaterial mais valioso de todos.
Com
estes suportes, ela poderia ter recriado cópias exatas de corpos humanos em outras
galáxias para atender às suas necessidades de mão de obra escrava.
Em
Plutão, as naves de transporte dos Dracos já estavam esperando, mas os
arcturianos bloquearam o planeta antes que o inimigo pudesse chegar aos
Portais.
Depois
que os Anéis de Luz desativaram a rede de IA “Nexus” – que alimentava com energias saturninas toda a
infraestrutura da
NAA na Terra – a cúpula energética
sobre a região do Mar Negro e do Cáucaso ficou sem sustentação externa.
Aproveitando-se
isso, no dia 1º de julho, as forças especiais de Sirius A (Leões Brancos) e do corpo quântico arcturiano iniciaram as
operações “Alvorada de Fogo”.
Durante
três dias, etapa por etapa, em combates tanto de contato quanto à distância,
grupos de assalto incineraram as instalações oriones com plasma esmeralda,
bloqueando todas as entradas e saídas com barreiras de onda.
Na
segunda camada, todas as pirâmides subterrâneas foram reconectadas ao Logos
Solar. Superficialmente, isso gerou uma intensa tensão eletromagnética e
geopolítica.
A
matriz antiga tentou, freneticamente, agarrar-se ao espaço físico, mas o
esqueleto etérico dela já tinha sido completamente desmantelado.
Todos
os artefatos foram apreendidos e entregues em segurança aos Guardiões desta
região.
Na manhã do dia 4 de julho, as operações de combate foram encerradas.
Os
funcionários da base foram confinados, perderam contato com os curadores
cósmicos e permaneceram em desconcerto e pânico completos.
Em
todos os níveis do complexo (de 2 a 50 km), o corpo de engenharia de
Andrômeda começa a realizar pesquisas técnicas e de desenvolvimento.
Ele
está instalando novos estabilizadores de Luz e preenchendo os túneis que foram
liberados com plasma de alta frequência para evitar a regeneração do antigo
contorno.
As
operações realizadas são uma parte importante de outras duas outras operações
realizadas no Cáucaso e na Crimeia, que os Cocriadores
concluíram no dia 15 de junho.
Vale
lembrar que eles ancoraram o Erzgamma Eurasiático – criado anteriormente – no
núcleo terrestre, passando pelo Monte Elbrus, e o conectaram ao Logos Galáctico
por meio de um canal único.
Neste
mesmo período, um ponto de controle reserva foi instalado acima da Crimeia para
servir de canal e escudo para esta Luz poderosa
(ver – Erzgamma, DNI, 20 de junho
de 2026).
A terceira operação, também na Península da Crimeia, foi a
fusão adicional da 3D/4D/5D num único éon multidimensional através da
unificação mais estreita dos núcleos dos Logos de cada dimensão.
Autor/Canal: Lev
Fonte: https://www.disclosurenews.it
Fonte secundária: https://eraoflight.com
Tradução: Sementes das Estrelas/Mariana Spinosa
https://www.sementesdasestrelas.com.br/artigos/lev-a-grande-transicao-quantica-operacoes-alvorada-de-fogo/

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