
SEJAM BENVINDOS SEMENTES ESTELARES E APROVEITEM O MÁXIMO. MUITA PAZ, AMOR INCONDICIONAL, TODO CARINHO EMANO PARA VOCES, E UMA BOA VIAGEM NESTA NAVE DE INFORMAÇOES DE LUZ PARA VOCES.QUERIDOS VISITANTES DESTE BLOG, CRIEI ESTE PARA SERVIR DE INSTRUMENTO DE PESQUISAS E AUTO AJUDA À AQUELES QUE SE PROPUSEREM A ISTO, COMO FATOR DE EVOLUÇAO, TANTO PARA NÓS SERES ESPIRITUAIS VIVENDO UMA VIDA FÍSICA E TAMBÉM NA CONSCIENTIZAÇAO DE PRESERVAR ESTE BELÍSSIMO PLANETA TERRA (NOSSA CASA).
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NOVA TERRA
terça-feira, 15 de setembro de 2026
VOCÊ É UMA SEMENTE ESTELAR E ESTES SINAIS PODEM CONFIRMAR ISSO

2/2 – PERTENCER E SE CONECTAR EQM DE MARCELO SANTOS MOURÃO | EXPERIÊNCIA DE QUASE MORTE

Digo dois planos porque geralmente nessas experiências, apesar de a pessoa ter sido declarada clinicamente morta, ela volta ao corpo, em seguida, como se nada tivesse acontecido.E quando volta, lembra-se de absolutamente tudo o que viu fora da matéria, do outro lado do véu e, na maioria das vezes, sente-se transformada em suas crenças e atitudes, pois passa a ver a vida com olhos mais espirituais.Esse processo é similar às viagens astrais quando, conscientemente, você consegue se projetar para fora do corpo e ter as mesmas experiências, mas isso nos casos de pessoas que já estão mais acostumadas e abertas a esses fenômenos.Geralmente, as pessoas que passam pela EQM são aquelas que não costumam fazer viagens astrais conscientes, mas são “pegas” em alguma situação da vida, doença repentina ou acidente que as levam a um estado de coma ou algo assim, e são transportadas para fora do corpo retornando depois com seus relatos.Há um canal maravilhoso que publica muitos vídeos de relatos belíssimos e inspiradores.Publico aqui um desses relatos do canal deles:https://www.youtube.com/watch?v=zTYdq2z2or8Fonte: Afinal,
O que somos nós
OWEN K. WATERS “AVENTURAS NOTURNAS”
OWEN K. WATERS“AVENTURAS NOTURNAS”TERÇA FEIRA 25 AGOSTO DE 2026 Além
de alguns sonhos que lembramos, nosso sono noturno parece ser uma grande zona
crepuscular de consciência onde praticamente nada acontece.
Nada
poderia estar mais longe da verdade!
Uma
cortina de esquecimento cobre nossa consciência cada vez que despertamos do
sono.
O
que realmente acontece à noite é, na verdade, mais vívido, mais intenso e mais
real do que qualquer coisa que ocorra durante o dia no mundo físico.
À noite,
viajamos em um mundo mais sutil do que o físico.
A
consciência humana possui muitos “corpos”,
ou camadas de consciência, cada um funcionando em um nível diferente de
percepção.
Os
corpos mais densos utilizados por cada ser humano são o corpo físico, sua
contraparte energética etérica e o corpo astral ou espiritual.
Os
menos densos começam com o “corpo” da alma, que é um campo de consciência
não físico que existe além das limitações de tempo e espaço, e a partir daí
seguem em uma escala de frequência ascendente da consciência.
Para
entender onde esses corpos se encaixam na grande escala da consciência
universal, é preciso compreender que existem nove camadas de densidade da
consciência.
Algumas
pessoas se referem às diferentes camadas de densidade como “dimensões”.
Como
seres físicos hoje, existimos na terceira densidade e estamos em processo de
transição para a quarta densidade.
A quarta densidade tem sido
tradicionalmente o lar dos reinos espirituais.
Ela
continuará sendo após a conclusão da Transição
para uma consciência superior, mas os reinos espirituais ascenderão a
subcamadas mais elevadas dentro da quarta densidade à medida que o reino físico
se move para dentro dela.
A
VIDA APÓS A MORTE E A NATUREZA INTEGRATIVA DA 4D
Os
reinos espirituais são referidos no plural porque existem muitas subcamadas de
consciência dentro da quarta densidade.
Os
reinos espirituais ou astrais também são conhecidos como vida após a morte.
Eles
variam dos reinos astrais inferiores, passando pelos reinos intermediários
densamente povoados, até os reinos astrais superiores ou céus.
Quando
você finalmente deixar o plano físico, como todos nós eventualmente faremos,
você se encontrará no plano espiritual que corresponde à sua frequência normal
de consciência.
Se você
tiver questões profundas a resolver, elas o impedirão um pouco até que você as
tenha trabalhado por meio de um processo de integração.
Toda
a experiência da vida após a morte é dedicada à integração de quaisquer
questões de separação geradas durante a vida física de uma pessoa.
Se você
se polarizou contra alguém em particular, ou seja, passou
a odiá-lo, aprenderá a ver a situação de uma perspectiva mais elevada e a curar
essa questão de separação através do perdão a si mesmo e à outra pessoa.
Então,
à medida que a cura de quaisquer questões ocorre, você
ascende em um nível de consciência mais elevado no mundo espiritual.
A
MENTALIDADE DA 3D E DA 4D E AS AVENTURAS NOTURNAS
A mentalidade da 3D (o mundo físico da terceira densidade) é de
natureza SEPARATIVA,
enquanto a da 4D (o
mundo espiritual da quarta densidade) é INTEGRATIVA, ou curativa, por
natureza.
A
3D ressoa com o centro energético do plexo solar humano, com seu
desenvolvimento mental e sua natureza competitiva, enquanto a 4D ressoa com o
coração.
O
aspecto superior da consciência do coração é o primeiro estágio da consciência
espiritual.
É
aqui que, como princípio, o bem comum é reconhecido como mais importante do que
os benefícios imediatos para o indivíduo.
Isso
leva a um senso de serviço, no qual a pessoa deseja contribuir para que o
melhor esteja disponível a todos.
Esta é a
base de um mundo que se apoia mutuamente, em vez de competir.
Num
mundo assim, há realmente mais para todos; muito mais, porque a energia que era
gasta na competição com os outros é agora canalizada para o trabalho produtivo.
À noite,
quando você deixa para trás a consciência do seu corpo físico, não é porque seu
cérebro desligou para dormir.
É
porque sua atenção se voltou para o seu corpo espiritual.
Seu
corpo espiritual emerge do seu corpo físico e se prepara para começar suas
aventuras noturnas.
~ Owen
Canal: Owen K. Waters
Fonte: http://www.spiritualdynamics.net
Tradução: Regina Drumond –reginamadrumond@yahoo.com.br
Veja mais Owen K. Waters Aqui
https://www.sementesdasestrelas.com.br/artigos/owen-k-waters-aventuras-noturnas-3/

segunda-feira, 14 de setembro de 2026
O GRUPO “A ORDEM DOS ANJOS DE ASAS VERMELHAS”
O GRUPO“A ORDEM DOS ANJOS DE ASAS VERMELHAS”SEGUNDA FEIRA 14 SETEMBRO DE 2026 ~ Equilíbrio é o tom que o poder produz quando aprende a ouvir ~
De Steve:
Desde que Lilith apareceu, ela pediu que eu usasse vermelho quando
a canalizasse.
Eu não costumo usar muito vermelho, então foi um pouco estranho.
Tentei usar um chapéu vermelho e depois um chapéu preto com uma
faixa vermelha, mas ela não gostou.
Então tive a ideia de encontrar um broche vermelho que eu pudesse
usar para homenageá-la quando a canalizasse.
Tenho certeza de que foi ela quem plantou essa ideia, porque foi
ela quem canalizou esta mensagem que ofereço com orgulho como os próximos
Faróis de Luz.
Saudações de casa,
Eu Sou Lilith, a Nona de
Nove,
e me lembro do primeiro jardim da Terra.
Lembro-me
da terra fresca sob meus pés e do momento em que me disseram que o amor exigia
que eu me curvasse a Adão.
Eu
me recusei.
Por
essa recusa, fui considerada rebelde e expulsa para além dos portões do jardim.
Contudo, o exílio me ensinou
o que o jardim não pôde:
que
nenhuma alma ascende pressionando outra contra o chão.
Muitos
éons depois, levei esse conhecimento para Éris, a gêmea multidimensional da
Terra, onde o desequilíbrio havia tomado um rumo diferente.
Em Éris, as mulheres haviam se tornado as guardiãs
incontestáveis da lei, do conhecimento, da propriedade e da expressão.
Sua
ascensão começara como uma libertação de uma crueldade ancestral, mas a
liberdade se transformou em domínio.
Os
meninos eram elogiados pela obediência.
Esperava-se
que os homens suavizassem todas as opiniões até que não ofendessem ninguém.
Sua
força era bem-vinda apenas quando servia ao propósito, nunca quando se
expressava livremente.
As mulheres de Éris não eram monstros.
Eram
simplesmente pessoas feridas que haviam confundido controle com segurança,
assim como os homens da Terra haviam feito por tanto tempo.
Finalmente
tomei consciência de seu medo profundamente enraizado, e foi somente então que
comecei a ouvir seu silêncio.
VERDADES
FINALMENTE DITAS
Então chegou
a fatídica noite em que fui convidada para uma reunião clandestina.
Cheguei
ao crepúsculo, vestida de vermelho, como era meu costume.
Nove
figuras esperavam à beira de um lago tranquilo:
três
mulheres, cinco homens e uma criança que ainda não havia aprendido quais
verdades eram proibidas.
Eles
vieram compartilhar suas queixas.
Eu
lhes disse que não tinha intenção de substituir um trono por outro.
Na
época, eu era um membro importante do Sehedrin, uma
organização internacional muito parecida com as Nações Unidas na Terra.
Eu havia
vindo apenas para ouvir e observar.
As
verdades ditas naquela noite não eram novidade para mim, mas ouvi-las expressas
com tanta clareza as lançou sob uma nova luz.
Pela
primeira vez, compreendi plenamente como um profundo preconceito havia se
enraizado em nossas sociedades.
Concordei
em me encontrar com eles novamente e, antes do fim da noite, resolvemos formar
uma irmandade pacífica, unidos por um propósito comum.
Chamamos-lhe
Ordem dos Anjos de Asas Vermelhas.
Mas
não porque seus membros fossem anjos, e sim porque cada um de nós jurou se
tornar um mensageiro pacífico do equilíbrio.
HISTÓRIAS
CARREGADAS SOZINHAS
O
primeiro homem a aceitar a promessa foi Taren, um fabricante de instrumentos
musicais.
Ele
passara a vida moldando madeira em sons, enquanto escondia a sua própria voz.
Ao
seu lado estava Oren, um professor que vira meninos curiosos se tornarem
cautelosos.
E havia
também Sef, um pai cuja filha o amava intensamente, mas fora condicionada a se
desculpar ao citar sua sabedoria.
Esses
homens não queriam vingança, simplesmente queriam estar ao lado das mulheres
que amavam sem desaparecer.
Esse
simples desejo exigia uma coragem que Eris quase se esquecera de reconhecer.
O
encontro seguinte aconteceu na oficina de Taren, à noite, depois que as luzes
da cidade se apagaram.
Doze
homens estavam sentados entre ramos de cedro e tambores inacabados.
Por
um longo tempo, ninguém falou.
Então
Sef admitiu que não se lembrava da última vez que outro homem lhe perguntara se
seu coração estava cansado.
A
energia da sala então se suavizou, e um a um os homens contaram as histórias
que carregavam consigo há muito tempo.
Eram histórias
de pais que se perdiam no silêncio, filhos que temiam a própria raiva e maridos
que confundiam paciência com rendição.
Eles
não deram conselhos, apenas ouviram.
Pouco
antes do amanhecer, Taren tocou um acorde grave em um de seus grandes
instrumentos de corda.
Todos
colocaram a mão na madeira para sentir a mesma vibração, e aquele tom profundo
se tornou a primeira voz coletiva deles.
Esse tom
foi usado para iniciar todas as reuniões subsequentes.
Falava
diretamente ao coração e dava coragem àqueles que desejavam se expressar.
A ideia
do vermelho foi minha.
Com o tempo, um símbolo foi
escolhido:
um pequeno broche com duas asas vermelhas unidas no centro.
Uma
asa representava a harmonia do feminino, a outra, a força do masculino
As
duas asas acolhiam ambas em plenitude.
Qualquer
pessoa podia usar o broche, pois não havia hierarquias nem inimigos a derrotar.
Não
havia slogans a serem gritados, pois quem o usava fazia apenas uma promessa.
Quando
alguém perguntasse o significado do símbolo, a resposta seria honesta, gentil e
corajosa.
A
princípio, os três homens usavam os broches sob as golas, e então Taren moveu o
seu para a luz.
Uma
cliente o notou enquanto comprava um pequeno instrumento semelhante a uma harpa
para o filho, e perguntou o que significava.
Taren colocou a harpa entre
eles e disse:
“Para que este instrumento funcione, as cordas precisam de tensão
e, no entanto, só pode ser tocado com delicadeza. Se apenas uma delas reger,
produz apenas ruído.
As pessoas são iguais.”
A mulher
olhou para ele, depois para o filho, que tocava as cordas como se fossem raios
de sol.
Ela
comprou o instrumento e, na semana seguinte, voltou usando um broche de asa
vermelha.
A
mudança se espalhou pelas perguntas feitas sobre os broches.
Oren
disse certa vez a uma mãe que equilíbrio significava deixar os meninos falarem
sem vergonha e as meninas liderarem sem dureza.
Em uma
casa de cura, Sef disse a um membro do conselho que cuidado não era feminino e
coragem não era masculina, mas sim dons humanos.
Homens e
mulheres começaram a se encontrar em cozinhas, oficinas, jardins e barcos ao
longo do rio.
Praticavam
dizer o que sentiam antes de dizer o que queriam.
O
costume era nunca apontar o dedo, mas sim vislumbrar um estado mais
equilibrado.
Aprenderam
a discordar sem serem cruéis e a se unirem sem se tornarem um exército.
A Ordem dos Anjos de Asas
Vermelhas tornou-se uma
mensagem do coração sereno.
Mas nem
todas as perguntas eram feitas com gentileza.
Certa
manhã, uma funcionária parou um professor no portão da escola e exigiu saber se
o broche que ele usava representava mulheres opressoras.
Crianças
se reuniram ao redor deles, e o professor poderia ter se defendido com firmeza.
Mas,
em vez disso, tocou a asa vermelha e respondeu:
“Simboliza que cada pessoa é sem divisões”.
Então,
perguntou à funcionária o que ela temia perder por causa do broche de asa
vermelha.
A
expressão dela mudou visivelmente, porque ninguém jamais havia lhe perguntado o
que ela temia.
Ela
confessou que sua trisavó havia sobrevivido à era do domínio masculino e que
temia qualquer retorno a ela.
O PÊNDULO DA
DOMINÂNCIA
Sim, a
dominância masculina governou Éris nos primórdios.
Ainda
se contavam histórias sobre a crueldade e a opressão das mulheres.
Éris
vivenciou guerras insensatas e inúteis movidas pela ganância, que dominaram e
destruíram grande parte da Éris primitiva e seu povo.
Embora
isso tenha acontecido há muito tempo, as cicatrizes ainda permanecem nos
corações de muitos erisianos.
A
sábia mestra prometeu que o equilíbrio honraria sua tataravó, não a apagaria.
A
oficial não aceitou o broche que lhe foi oferecido naquele dia, mas parou de se
referir à Ordem dos Anjos de Asas Vermelhas
como perigosa.
A
criança que encontrei à beira do lago em nosso primeiro encontro se chamava Luma.
Ela
começou a desenhar asas vermelhas nas margens de suas lições.
Quando
sua professora perguntou o que significavam,
Luma
disse:
“Uma asa só não consegue levantar um pássaro”.
As
palavras se espalharam de sala em sala, e depois chegaram às casas onde os
adultos faziam o equilíbrio parecer algo impossivelmente complicado.
As mães
começaram a perguntar aos filhos quais sonhos eles escondiam.
Os
pais perguntavam às filhas se o amor lhes dava a sensação de liberdade.
Ao
redor das mesas de jantar, as famílias descobriram que ouvir não era uma
rendição à autoridade.
Em
vez disso, era uma abertura por onde o afeto podia respirar e a luz podia
fluir.
As asas
vermelhas logo apareceram em mercados e concertos, nas vestes dos juízes, nos
aventais dos padeiros e perto dos corações das crianças.
Alguns
líderes zombaram delas por medo.
Outros
alertaram que a Ordem dos Anjos de Asas
Vermelhas era uma tentativa
disfarçada de restaurar o domínio masculino, mas nossos membros responderam sem
raiva.
Convidaram
seus críticos para se sentarem em círculo, onde
cada pessoa tinha a mesma oportunidade de falar.
Ouviram
mulheres descreverem as antigas feridas que ainda persistiam nas células de
seus corpos.
Em
seguida, os homens descreveram a solidão de serem úteis, mas invisíveis.
As
lágrimas se tornaram uma linguagem que nenhuma lei havia autorizado, mas que
todos compreendiam.
A MUDANÇA
Durante o Festival da Primeira Luz, muitos anos após o
primeiro broche ter sido usado, a energia mudou significativamente.
O Alto Conselho do Sehedrin discursou em uma
transmissão que alcançou todos os cantos de Éris, como era costume.
Naquele
ano, milhares compareceram pessoalmente usando broches de asas vermelhas.
Eles
não gritaram nem ergueram os punhos.
Quando o
conselho apareceu no palco, Taren ergueu um instrumento de sopro e tocou uma
nota clara.
Era
a mesma nota que ele tocou na primeira reunião da qual participei, e então Oren
respondeu com uma nota harmônica.
Do
outro lado do espaço, homens e mulheres se juntaram a eles com suas vozes ou
instrumentos, e cada um sustentava um tom harmônico diferente.
Embora
os líderes tenham tentado interromper a música por apenas alguns instantes, foi
em vão.
O
canto criou uma harmonia natural que comoveu os corações de todos e provocou
lágrimas livremente.
A
harmonia era tão plena e terna que até mesmo os membros do conselho choraram.
A PROPOSTA DE PAZ
Quando a
música se dissipou, uma jovem conselheira chamada Mara deu um passo à frente.
Seu
pai estava na multidão, seu broche vermelho brilhando.
Ela
disse:
“Chamamos o silêncio de paz e a obediência de harmonia.
Hoje, ouvimos a diferença.”
Ela
apresentou uma proposta para formar um coletivo de seis mulheres e seis homens
para constituir um conselho de equilíbrio, com lugares reservados também para
anciãos e jovens.
A
multidão não explodiu em triunfo como haviam ouvido promessas anteriores.
Em vez
disso, um murmúrio caloroso percorreu a assembleia, o som de pessoas
reconhecendo que um futuro que secretamente almejavam agora era possível.
Sua
proposta naquele dia chegou ao plenário do Sehedrin e foi adotada.
Foi
então posta em prática e permanece em vigor até hoje.
Éris não
se curou em um dia; foram necessários anos para que a
consciência coletiva dos erisianos se transformasse silenciosamente.
Mesmo
com forte resistência de alguns, as escolas, os lares e as leis mudaram, e os
corações se abriram.
Mesmo
diante da oposição baseada no medo, homens e mulheres continuaram a dialogar e
sua voz coletiva permaneceu suave o suficiente para ser ouvida.
As mulheres descobriram que compartilhar o poder não as diminuía.
Os homens descobriram que a
ternura não reduzia sua força.
As crianças cresceram vendo
força e compaixão sentadas à mesma mesa.
A Ordem dos Anjos de Asas Vermelhas tornou-se menos
visível, à medida que o equilíbrio se tornou natural ao longo dos anos que se
seguiram.
As
pessoas em Éris não usam mais os broches de asas vermelhas, porque eles não são
mais necessários como antes.
No
entanto, as histórias de equilíbrio natural agora estão escritas no coração de
todos os erisianos.
Agora
retornei à Terra, onde as antigas feridas carregam o mesmo rosto que eu
conhecia no jardim com Adão.
Por
muito tempo, a humanidade viveu sob uma supremacia masculina, separada de sua
sabedoria feminina, com guerras insensatas de ganância e agressão.
Os
humanos na Terra já promoveram grandes mudanças nessa direção, incluindo o
recente movimento #MeToo. Agora é
o momento perfeito para introduzir a transformação silenciosa do coração.
A intenção da Ordem dos Anjos de Asas Vermelhas vai além de um
chamado para mudar a perspectiva masculina.
Ela também convoca as mulheres a
saírem de seus papéis submissos e assumirem a responsabilidade por seu próprio
poder.
Essas não são mudanças fáceis e levam tempo.
A Ordem dos Anjos de Asas Vermelhas não existe para
mudar mentalidades, mas sim para plantar sementes em solo fértil.
Meu
trabalho em Éris cessou e agora retorno ao Grupo dos Nove.
Não
retorno à Terra para punir Adão, nem para derrotar seus filhos.
Retorno
em vermelho, com asas vermelhas abertas, para reunir mulheres e homens que
estejam prontos para se reconectarem em igualdade.
A Ordem dos Anjos de Asas Vermelhas está se formando
novamente.
Seu
primeiro templo é um coração que escuta, e sua primeira cerimônia é uma
conversa corajosa.
O
milagre é o momento em que dois seres humanos se encontram como iguais; eles
sentem o futuro da esperança e do empoderamento.
Que o
tom profundo de Taren seja agora ouvido na Terra, pois
foi assim que Éris começou a ascender a uma frequência da quinta dimensão.
Não por meio da conquista,
mas por meio da harmonia.
Um
pequeno broche provocou uma pergunta, e essa pergunta provocou uma verdade.
Essa
provocou outra voz e outra, até que o silêncio se tornou uma canção.
Eu Sou Lilith, a Nona de
Nove,
e cruzei mundos para compartilhar isto.
O
equilíbrio não é o fim da diferença.
Em
vez disso, é a diferença harmônica criada quando o amor dá a cada alma espaço
para se firmar.
Pedimos
que se tratem com respeito, cuidem uns dos outros e joguem bem juntos como um
só.
Espavo
~ Lilith
Canal: Steve Rother
Fonte: https://www.espavo.org/http://lightworker.com/
Tradução: Regina Drumond –reginamadrumond@yahoo.com.br
Veja mais O Grupo/A Equipe Aqui
https://www.sementesdasestrelas.com.br/o-grupo/o-grupo-a-ordem-dos-anjos-de-asas-vermelhas/

ANN ALBERS “VIVA COM O QUE É BOM PARA VOCÊ”
ANN ALBERS“VIVA COM O QUE É BOM PARA VOCÊ”SEGUNDA FEIRA 14 SETEMBRO DE 2026 Sobre
minha foto:
Certo?
Errado?
Ficar
sob um céu nublado e sob chuva, perto de um fluxo de lava de dois anos atrás,
talvez não seja a maneira favorita de todo mundo passar um eclipse total, mas
eu adorei!
Olá a
todos,
Anos
atrás, eu tinha um amigo cuja avó era uma mulher muito sábia.
Ela
nos deixou pérolas de sabedoria, e uma delas me lembra a mensagem dos anjos de
hoje:
“Existem duas maneiras de construir o prédio mais alto da cidade: você pode construir o seu próprio ou pode derrubar os dos outros.”
E existem duas maneiras de se
sentir certo no mundo:
fazer
com que todos os outros estejam errados ou simplesmente descobrir o que é certo
para você mesmo.
Desperdiçamos
tempo apontando o erro dos outros ou defendendo e justificando nossas próprias
opiniões.
É muito
mais produtivo simplesmente viver de acordo com os princípios e práticas
amorosos que sabemos que funcionam em nossas vidas.
Precisar
da concordância dos outros é uma máscara para a insegurança.
Quando
sabemos que algo é bom para nós, não precisamos de concordância.
Nós
sabemos o que sabemos.
QUANDO
FEZ DO OUTRO O SEU DEUS
Eu
costumava ficar furiosa com motoristas que colavam na traseira do meu carro,
dirigindo tão perto que eu conseguia ver os olhos deles no meu retrovisor.
Eu
sentia que qualquer falha de julgamento da parte deles certamente resultaria em
sofrimento para mim.
Um dia,
enquanto dirigia, eu estava fervendo de raiva do motorista atrás de mim quando
os anjos surgiram na minha mente.
Eles
pareciam muito leves e bem-humorados, como sempre.
“Por que você está tão irritada?
É
um dia lindo!”
Era um
dia lindo, mas eu não estava focada nisso.
Eu
estava ocupada observando a pessoa que dirigia a cerca de 120 km/h (75 milhas por
hora), muito perto do meu para-choque traseiro.
Respondi
aos anjos, ainda segurando firme o volante:
“Aquela pessoa está perigosamente perto!”
“É
verdade, mas por que você está tão irritada?”,
insistiram
eles.
“Ele poderia me matar!”, retruquei, um pouco rápido demais.
Gentilmente,
eles me trouxeram de volta à verdade:
“Então você fez dele o seu Deus, em vez de confiar no Criador para
mantê-la viva?”
Droga.
Eles
tinham razão.
De
novo.
Conversamos
mais um pouco.
Eles
sugeriram que eu mantivesse um olhar relaxado sobre os outros motoristas, como
sempre faço, aproveitasse a paisagem, a música e o dia, confiando que meus
instintos dados por Deus me guiariam caso eu precisasse acelerar ou mudar de
faixa.
Já tive
essa experiência antes, quando uma força maior do que eu dirigia comigo ou por
mim.
Então,
coloquei uma boa música, cantei junto e apreciei a paisagem
O
carro atrás de mim, percebendo de alguma forma minha falta de atenção, acelerou
e me ultrapassou.
Problema
resolvido.
Não
precisei apontar o erro daqueles que eu considerava motoristas “loucos” para estar certa no meu desejo de viver.
Os anjos
me lembram frequentemente que, quando nossas ações estão alinhadas com nossas
crenças amorosas e profundas, sentimo-nos bem; mas, se houver qualquer
desalinhamento entre as duas coisas, sentiremos que algo está “fora do lugar”.
NÃO
PRECISAMOS NOS JUSTIFICAR NEM DEFENDER NOSSOS PONTOS DE VISTA
Suponha que você diga a si
mesmo:
“Eu deveria me exercitar”, mas não consiga se motivar a fazê-lo.
Você
tem um desejo genuíno de ser saudável e ativo, mas, toda
vez que tenta ir à academia, sente resistência.
Dê um
passo atrás.
Aprofunde-se.
Você realmente quer ir à academia ou acha que deveria ir porque
todos dizem que essa é a maneira certa de entrar em forma?
É
provável que você esteja tentando se forçar a se adequar às crenças dos outros
sobre como ficar em forma.
Em vez
disso, você pode se entregar ao desejo de se movimentar e ser saudável, parar
de lutar contra si mesmo e aguardar uma orientação.
De
repente, você pode sentir vontade de passear com o cachorro todas as manhãs.
Um
amigo pode convidá-lo para jogar *pickleball*
(tipo tênis de praia).
Você
pode ouvir uma música boa que o lembre de que gosta de dançar.
Para cada
desejo, existe uma maneira “certa” de realizá-lo
que é perfeita para você.
Não
precisamos de aprovação.
Não
precisamos justificar nossas escolhas.
Não
precisamos fazer as coisas como os outros dizem que deveríamos.
Podemos
sentir o que é amoroso e correto para nós e simplesmente agir.
Mais
vezes do que gostaríamos de admitir, acabamos justificando ou defendendo nossos
pontos de vista.
Podemos
facilmente nos pegar apontando o erro dos outros apenas para nos sentirmos
certos.
Outra
noite, peguei-me respondendo a um anúncio no YouTube!
Ele
tentava me convencer de que eu estava em declínio após os 50 anos.
Fiquei
furiosa!
“Essa NÃO
é a minha realidade!”
Defendi
meu ponto de vista para ninguém em particular.
Aquela
reação veemente me pegou de surpresa.
Será que eu realmente precisava defender minhas crenças para uma
rede social que não se importava nem um pouco?
Por que eu não conseguia simplesmente assumir a minha própria
verdade em paz?
No fim
das contas, eu tinha um certo receio de que ouvir essas coisas pudesse fazer
uma lavagem cerebral no meu corpo, levando-o a adoecer.
Os anjos brincaram comigo:
“Você simplesmente esqueceu que é você quem comanda o seu corpo”.
A
mais pura verdade.
Da
próxima vez que um comercial assim passou, eu simplesmente tirei o som.
Quero
a paz que vem de permitir que eu seja eu mesma e que os outros sejam quem
escolherem ser.
Por
outro lado, houve muitas vezes em que compartilhei meu ponto de vista com
alguém, apenas para ver a pessoa discutir e tentar me convencer de que eu
estava errada.
Nesses
casos, agora eu fico em silêncio, escuto e simplesmente digo algo carinhoso,
como:
“Fico feliz que você tenha encontrado um caminho que funciona para
você”
Isso
é verdade
E
continuarei sendo eu mesma.
Aqui
estão algumas maneiras de estar certa para si mesma, sem fazer com que os
outros estejam errados, agindo
assim como uma pacificadora no seu dia a dia…
1. Respire fundo e conte até dez
Esse
conselho é muito antigo por um bom motivo: ele funciona.
Uma
simples respiração e contar até dez ajudam você a evitar uma reação impulsiva
inicial.
Ela
ajuda você a decidir como responder, em vez de ser dominada por suas reações
condicionadas.
Você
até usa uma área diferente do cérebro para fazer escolhas quando se acalma e
responde, em vez de apenas reagir.
Uma
respiração profunda e alguns segundos antes de reagir podem fazer a diferença
entre uma conversa desagradável e uma conexão mais profunda, ou entre a
distração e a orientação.
Conversei
com várias pessoas no plano espiritual que deixaram o planeta porque estavam
remoendo uma discussão, não prestaram atenção à estrada e sofreram um acidente.
É
muito mais gentil — e seguro — viver em paz.
2. Decida que prefere ser feliz a ter razão.
Você já
ouviu essa frase antes também, e por um bom motivo.
É
melhor ser feliz do que ter a vitória vazia de ganhar uma discussão.
Certa
vez, eu estava fazendo uma trilha com um namorado.
Olhei
para o céu e vi uma nuvem se expandindo rapidamente.
“Vai cair um temporal em cima da gente”, eu disse.
“Quer voltar?”
Eu
tinha certeza do que estava dizendo.
Ele
imediatamente me corrigiu.
Explicou
que fazia trilhas há anos, sabia interpretar os padrões do tempo e por que
aquela nuvem iria se dissipar.
Tudo
o que eu conseguia pensar era:
“Espere só para ver…”
Sorri
para mim mesma e não disse nada além de:
“Certo, vamos continuar”.
Uma
chuvinha não ia me derreter.
Quinze
minutos depois, a nuvem — que havia ficado grande e escura — desabou,
castigando-nos com gotas de chuva do tamanho de ervilhas.
Encharcado,
ele abriu um sorriso.
“Acho que eu precisava aprender um pouco de humildade!”
Segurei
uma risadinha.
A
situação era engraçada!
Há
momentos, como estes, em que sei que estou com a razão, mas não vale a pena
discutir o assunto.
Há
outras situações em que sei que poderia ajudar alguém, mas a pessoa não quer o
que recomendo nem a ajuda que ofereço.
Então,
ofereço uma vez e deixo para lá.
Sugiro
uma vez e sigo em frente.
Não
insisto, pois prefiro agir com amor, apoiar a jornada do outro e ser feliz a
ter razão.
Cada
um escolhe o caminho que ressoa consigo e aprende com ele.
E quando
tentam lhe impor uma crença?
Ouço
educadamente, agradeço e sigo o meu próprio caminho.
Na
última vez que isso aconteceu, a pessoa em questão perguntou mais tarde se eu
havia seguido o conselho dela.
“Não, eu precisava ser eu mesma”, respondi gentilmente.
Sem justificativas.
Sem explicações.
Sem defesas.
Apenas paz.
É muito
melhor ser feliz do que tentar convencer alguém de que você está “certo”.
3. Assuma seus limites em vez de apenas falar sobre eles.
Gastamos
muita energia tentando fazer com que os outros concordem com nossos limites, em
vez de simplesmente vivê-los.
Um
limite não é uma ameaça nem um ultimato.
Não
precisa de justificativa ou defesa.
É uma
compreensão simples e gentil de como você reagirá à vida e aos outros:
“Se você fizer X, eu farei Y”.
Isso
pode ser dito com amor e gentileza.
Os
animais estabelecem limites sem pedir desculpas.
Todo
o mundo natural os compreende.
Cães
latem, gatos bufam, algumas árvores produzem mais seiva para se defender de
insetos, etc.
Nós
também temos o direito de estabelecer nossos limites.
Tenho
uma política de três etapas para meus próprios limites.
Na
primeira vez que preciso explicar um limite, faço-o gentilmente; na segunda,
com mais firmeza; e na terceira, simplesmente
o aplico, sem explicações.
Por exemplo:
1) Prefiro não discutir com
você, então vamos falar sobre outra coisa.
2) Não vou discutir
com você.
3) Silêncio. Isso funciona
para mim.
Você pode descobrir
o que funciona para você.
Os anjos gostam de abordar o
assunto desta forma:
O julgamento diz:
“Não tem o direito de existir”.
O discernimento diz:
“Não é adequado para mim”.
É uma
linha tênue, mas podemos exercer nosso discernimento sem precisar apontar o
erro dos outros.
Oro
diariamente para que a humanidade encontre um caminho para a paz — primeiro
dentro de cada indivíduo e, depois,
entre uns e outros.
Pode ser
que isso não aconteça durante a minha vida, mas,
uma pessoa, uma escolha e uma conversa de cada vez, podemos ser essa paz.
Tudo
começa no interior, uma pessoa e uma escolha de cada vez.
Tenham
uma semana abençoada,
Com
carinho,
~ Ann
Canal: Ann Albers
Fonte: https://www.visionsofheaven.com/
Formatação e tradução – DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
https://www.sementesdasestrelas.com.br/artigos/ann-albers-viva-com-o-que-e-bom-para-voce/

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COMUNICADO AOS SEGUIDORES DO BLOGER
ATENÇÃO LEITORES DO BLOG, MUDANÇAS A CAMINHO FEITAS PELO GOOGLE... COMUNICADO ATENÇÃO SEGUIDORES DO MEU BLOG.. SEGUNDA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO DE 2016 Tenho notado que o número de seguidores do blog vem diminuindo a cada dia, cheguei a pensar que pudesse ser um vírus, ou simplesmente um desinteresse em massa... Nada disso. Eis um trecho da nota postada no fórum deles: "A partir do dia 11 de janeiro de 2016 não será mais possível seguir blogs com o Google Friend Connect usando o Twitter, Yahoo, Orkut ou outras contas do tipo OpenId. Além disso, removeremos do Google Friend Connect os perfis de contas que não são do Google, então é possível que vocês notem uma queda no número de seguidores em seus blogs." Infelizmente não sei quais seguidores "sumiram" do blog, mas caso você não tenha uma bendita conta no Google e ainda queira acompanhar o blog, a solução dada por eles é a seguinte: Crie uma conta Google para acessar o Friend Connect e seguir o blog novamente com essa conta. Se você tem um blog, saiba mais AQUI. https://productforums.google.com/forum/#!msg/blogger-pt/gSORVR3q27w/sHDeNf7tCgAJ
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“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a Encontrem Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores Por seus frutos os conhecereis. Porventura se colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?" Mateus 7:13-16
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AS 5 CHAVES METRATONICAS
Cinco sons para repetirem, assim que vocês os sentirem e, sobretudo, assim que vocês os Vibrarem, no Amor do Verbo e da Luz que está, doravante, em meio à sua densidade. OD. ER. (ndr: pronunciar "ér") IM. IS. (ndr: pronunciar "isse") AL.
Agradecimento

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