GERRIT GIELEN
“A ÁRVORE INTERIOR”
QUINTA FEIRA 12 MARÇO DE 2026
Numa
era em que as manchetes gritam sobre o aumento do nível do mar, temperaturas
escaldantes e agitações ambientais, o termo “mudanças
climáticas”
evoca imagens de um planeta em perigo.
Porém,
por trás dessas crises externas, reside uma verdade mais profunda: a
transformação mais aprofundada de que precisamos não está no mundo exterior, e
sim dentro de nós.
Este
clima interno – nossa harmonia espiritual com a natureza, com o universo e com
a nossa alma – guarda a chave para a verdadeira transformação.
Quando
lidamos com sinais visíveis de discórdia, é hora de reconhecer que o caos
externo reflete a inquietação interna da humanidade.
As
pessoas entram em conflito, desconectadas do fluxo natural da vida, afastadas
de suas essências.
Mas
há esperança nessa constatação, e ela começa com algo tão antigo e constante
quanto as árvores.
AS
ÁRVORES COMO PONTES ENTRE MUNDOS
As
árvores são mais do que meros símbolos de restauração ambiental; são pontes
entre mundos.
No
plano físico, devastamos florestas, acelerando as próprias crises que tememos.
No
entanto, estudos mostram que bairros com muitas áreas verdes promovem
comunidades mais felizes e saudáveis, com menores índices desespero e
automutilação.
Como algo tão simples pode exercer tanto poder?
A
resposta está na essência espiritual das árvores.
Cada
uma ergue-se como um canal vivo, com as raízes penetrando profundamente a terra
fértil enquanto os galhos se estendem em direção ao céu infinito.
Quando
paramos sob a copa de uma árvore e nos conectamos com a energia tranquila dela,
conseguimos sentir isso – uma ligação perfeita entre o terreno e o divino.
Plantar
árvores não é apenas um ato de recuperação ecológica; é um ritual de cura
interior.
Quando
reflorestamos nossas paisagens, trazemos equilíbrio de volta às nossas vidas,
fortalecendo conexões que nos tornam mais empáticos e íntegros.
Mas
o verdadeiro convite é para que nós mesmos encarnemos as árvores.
Imagine-se
enraizado firmemente nas realidades deste mundo enquanto aspira aos céus acima.
Caminhe
por uma floresta, apoie-se em um tronco robusto e una sua consciência à
presença atemporal dele.
Você
vai descobrir que as árvores habitam um estado de consciência elevado, muitas
vezes muito mais sintonizadas ao divino do que nós.
Elas
nos lembram de um segredo cósmico profundo: nunca deixamos o paraíso, na
verdade.
O
DESPERTAR ATRAVÉS DA NATUREZA
Considere
a seguinte analogia: coloque um headset de realidade virtual e mergulhe em um jogo digital.
A
aventura parece vívida, os riscos parecem reais, mas você ainda está ancorado
na realidade original.
Assim
é conosco.
Em
nossa essência, permanecemos no paraíso – não em algum reino distante acima,
mas em uma dimensão sempre presente dentro de nós.
Nos
convencemos do contrário porque estamos presos em ilusões de separação.
Mas
a natureza, principalmente a sabedoria despretensiosa das árvores e das
plantas, retira o véu.
Em
um campo banhado de sol ou em uma floresta ancestral, esta essência celestial
desperta.
E
você sente isso – a paz de saber que está exatamente onde começou, envolto em
eterna harmonia.
Esse
despertar está no cerne da mensagem das mudanças climáticas.
Não
se trata apenas de um aviso catastrófico; é um chamado à evolução.
Quando
transformamos nosso clima interno – acolhendo a consciência de que o paraíso é
aqui e agora – abrimos caminho para uma renovação externa.
Sim,
ações práticas como captar energia solar, proteger a biodiversidade e construir
sociedades sustentáveis são importantes.
São
passos vitais, mas sem uma mudança interior, continuam
superficiais.
A
compreensão de que a vida é como um grande jogo
– repleta de lições, alegrias e crescimento –
nos liberta das amarras dela.
Quando
confundimos o jogo com a realidade, ela se torna uma prisão.
A
consciência, porém, transforma isso em um campo de possibilidades.
Brincamos
plenamente, aprendemos profundamente e, quando
o capítulo termina, soltamos com serenidade.
Sob essa
perspectiva, as mudanças climáticas surgem como uma libertação profunda.
Destrói
ilusões ultrapassadas, nos convidando a enxergar a Mãe Terra não como um
recurso a ser explorado, mas como uma entidade viva e amorosa.
Ela
fala conosco por meio das tempestades e transformações, não com raiva, mas como
guiança.
Como
filhos dela, não temos o que temer; ela nos acolhe com amor inabalável e nos
guia pelas incertezas.
Ao
honrá-la como um ser consciente, nos abrimos à sabedoria que ela possui.
Ela
ilumina o caminho e nos ajuda a percorrer a noite rumo ao amanhecer.
CULTIVANDO
A ÁRVORE DENTRO DE VOCÊ
Então,
vamos aceitar este convite.
Plante
árvores no seu quintal, na sua comunidade, no seu mundo.
Mas,
mais importante ainda, cultive a árvore que existe dentro de você – enraizada,
expansiva, resiliente.
Perceba
que você ainda está no paraíso e observe a paz florescer em sua vida, se
espalhando por toda a humanidade.
Essa
transformação interna não é só inspiradora; é a semente de um mundo renascido,
onde a harmonia reina tanto dentro quanto fora.
Seja
como uma árvore e deixe a transformação começar.
Canal/Autor: Gerrit Gielen
Fonte primária: https://www.jeshua.net
Tradução: Sementes
das Estrelas/Mariana Spinosa
https://www.sementesdasestrelas.com.br/2026/03/gerrit-gielen-a-arvore-interior.html/
GERRIT GIELEN
“EM RELAÇÃO AO AUTISMO:
UMA ABORDAGEM ESPIRITUAL E CONSCIENTE DA ALMA”
SEXTA
FEIRA 06 MARÇO DE 2026
Na
visão convencional, o autismo é frequentemente considerado um transtorno do
desenvolvimento: um desvio que deve ser corrigido ou controlado para que a
criança possa se adaptar melhor à sociedade.
Uma
abordagem espiritual, no entanto, convida a um ponto de partida
fundamentalmente diferente.
A
questão central não é o que está faltando?
mas
sim o que essa criança veio trazer?
A
criança autista é caracterizada por uma pureza interior particular e uma
sensibilidade refinada.
Essa
pureza é frequentemente acompanhada de medo
— não tanto medo, mas um traço de
personalidade, mas como uma resposta de uma alma aberta e vulnerável a um mundo
que é energeticamente grosseiro, rápido e avassalador.
Esse
medo é direcionado principalmente aos outros e se expressa em evitar contato
visual, afastamento da comunicação e uma aparente falta de interesse na
interação social.
O
que é interpretado externamente como distância ou desinteresse é, na realidade,
uma forma de autopreservação.
Como
resultado, o desenvolvimento social pode ficar atrás do desenvolvimento
intelectual.
A
consciência da criança autista não é orientada principalmente para convenções
sociais, mas para experiências internas, padrões, verdade e essência.
Isso
geralmente faz com que a criança se sinta diferente desde cedo, o que pode
intensificar ainda mais o medo subjacente.
UMA
PERSPECTIVA ESPIRITUAL MAIS AMPLA
De
uma perspectiva espiritual, as crianças autistas podem ser vistas como parte de
um movimento energético mais amplo na Terra.
Eles
encarnam com uma frequência vibracional mais alta e não se adaptam às
estruturas, normas e energias existentes neste mundo.
Em
vez de se conformarem, eles espelham.
A
presença deles expõe onde nossa sociedade falha em autenticidade, segurança e
amor incondicional.
Muitas
vezes, sem palavras, eles pedem sintonia com um nível de consciência mais
alinhado com o mundo da alma:
mais
lento, mais honesto, mais puro e mais amoroso.
Estas
crianças obrigam os pais, os educadores e, em última análise, a própria
sociedade a transformar-se —não através da luta, mas através da sua presença.
Simplesmente
por serem quem são, eles revelam onde nosso mundo carece de segurança,
autenticidade e amor incondicional.
O
erro mais fundamental que pode ser cometido em relação ao autismo é abordar a
criança como algo que precisa ser corrigido.
Quando
uma criança sente constantemente que não é boa o suficiente como é, que precisa
mudar para ser aceita, uma
profunda ferida na alma é tocada.
A
criança autista é extremamente sensível a esta corrente subjacente.
Percebe
perfeitamente se é bem-vindo em sua essência.
A
rejeição, por mais sutil que seja, confirma o medo primordial:
Não tenho permissão para ser quem sou.
Em
resposta, a criança se retrai ainda mais e se fecha.
O
primeiro passo numa abordagem de cura é, portanto, a aceitação completa e
incondicional.
Reconhecendo
que esta criança veio trazer algo único —não apenas para o mundo, mas
especificamente para a vida dos pais.
A
criança não chega a esta família por coincidência.
Do
ponto de vista da alma, este é um encontro consciente:
a
criança convida os pais ao crescimento interior —ao abandono do controle, das
expectativas e do condicionamento, e à abertura para um conhecimento mais
profundo.
Amor
incondicional, neste contexto, significa não querer mudar a criança, mas vê-la
verdadeiramente. Reconhecendo seu ritmo, sua sensibilidade e sua verdade.
Dentro
deste campo de aceitação, o medo pode dissolver-se lentamente.
INTERESSE
GENUÍNO E PONTE DE CONEXÃO
O
segundo passo essencial é demonstrar interesse genuíno no mundo interior da
criança.
Ao
estar verdadeiramente presente com o que fascina a criança, abre-se uma ponte.
Quando
a criança sente que seus interesses, sua maneira de perceber e sua experiência
interior são importantes, surge
um desejo natural de conexão.
A
comunicação então não surge da pressão ou do treinamento, mas da segurança e da
ressonância.
O
desenvolvimento social e verbal segue organicamente, de
acordo com o ritmo da própria alma.
Em
última análise, relacionar-se com o autismo exige o reconhecimento da alma
humana como princípio orientador.
A
criança autista não simplesmente cruza seu caminho; é um professor que convida
os pais ou cuidadores a elevar a consciência a um nível mais alto.
No
espelho da sua pureza, encontramos o caminho de volta aos nossos próprios
corações.
Nesse
sentido, a criança autista eleva não apenas a sua própria consciência, mas
também a dos pais.
É
um caminho de transformação, no qual o amor, a presença e a consciência da alma
ocupam o centro das atenções.
O
autismo torna-se assim não uma limitação, mas um convite a uma forma mais
profunda de ser humano
Canal/Autor: Gerrit Gielen
Fonte primária: https://www.jeshua.net
Tradução: Sementes das Estrelas/Cassianno Rossi
https://www.sementesdasestrelas.com.br/2026/03/gerrit-gielen-em-relacao-ao-autismo-uma-abordagem-espiritual-e-consciente-da-alma.html/
GERRIT
GIELEN
“CRIAÇÃO
CONSCIENTE:
VIVENDO
EM ALINHAMENTO”
TERÇA
FEIRA 10 FEVEREIRO DE 2026
Será que realmente criamos nossa própria realidade?
Essa
pergunta atemporal desperta algo profundo dentro de nós — uma certeza
silenciosa de que a vida é mais do que mera coincidência.
Para
entender a resposta, precisamos primeiro reformular um dos conceitos mais
incompreendidos da sabedoria espiritual: o karma.
Com
muita frequência, o karma é visto como punição cósmica — um universo severo que
registra nossos erros passados, distribuindo dificuldades como retribuição por
injustiças cometidas nesta vida ou em outra.
Alguns
chegam a falar em “queimar” o karma, como se fosse uma dívida a
ser apagada por meio do sofrimento ou de rituais.
Mas
isso ignora a essência do que o karma realmente é.
O karma
não é punição.
Não
existe nenhuma força vingativa em nível cósmico esperando para nos fazer pagar.
Deus
— ou a fonte infinita de tudo — é amor, não retribuição.
O
karma é simplesmente o currículo amoroso da alma. Representa as lições que sua
consciência escolheu assimilar para que possa crescer, expandir-se e relembrar
sua verdadeira natureza.
Antes
de encarnar, sua alma mergulha nesta vida com uma intenção: aprender, evoluir,
tornar-se mais plenamente ela mesma.
Querer
queimar o karma é como querer queimar a própria alma.
Desafios
surgem — doenças, perdas, mudanças repentinas, o fim de um emprego ou
relacionamento — e nossa resposta instintiva é a resistência.
Ansiamos
por voltar no tempo, retornar a “como as coisas eram”.
Rotulamos
a experiência como “ruim” e a afastamos, recusando-nos
a enfrentá-la.
Contudo,
nessa recusa, perdemos o convite.
A
lição persiste, às vezes se intensificando até que não possa mais ser ignorada.
A
dor aumenta não como punição, mas como um sinal de compaixão — Abrace-me.
Aprenda
comigo.
Deixe
o passado para trás e dê um passo em direção ao crescimento.
RENDIÇÃO,
TRANSFORMAÇÃO E O VERDADEIRO PAPEL DO KARMA
Quando
finalmente nos rendemos — quando aceitamos a experiência, liberamos velhos
apegos e nos abrimos à transformação — a energia muda
O
karma, longe de ser um juiz externo, revela-se como a voz sábia de nossa
própria alma nos guiando para casa.
Essa
crença em um juiz cósmico externo torna impossível identificar-se com o criador
interior e, portanto, torna a criação consciente impossível.
Você
não pode realmente criar se acreditar que a força criativa fundamental do
universo está separada de você e quer puni-lo.
E isso
nos leva à criação consciente
Sim,
nós moldamos nossa realidade, mas o processo é sutil, complexo e profundamente
pessoal.
O que
experimentamos é a dança combinada de três forças internas:
1.
Nossa mente consciente — os pensamentos que escolhemos, as afirmações que
repetimos, as visões que cultivamos.
2. Nossas
crenças subconscientes — as suposições ocultas, muitas vezes formadas há muito
tempo e herdadas, que operam silenciosamente sob a superfície.
Todos os medos que não enfrentamos.
3. A
energia e o plano de nossa alma — a intenção mais profunda que nos trouxe até
aqui.
Considere um desejo comum: mais abundância,
talvez liberdade financeira.
No
nível consciente, você pode afirmar:
“O
dinheiro flui para mim facilmente”, visualizar prosperidade e tomar medidas
inspiradas.
No
entanto, se o subconsciente abriga a crença de que “pessoas ricas são gananciosas”
ou “a
riqueza corrompe”, então esse julgamento age como uma força
contrária invisível.
O
desejo consciente é sincero, mas a profunda desconfiança bloqueia o fluxo.
Não
importa quantas afirmações positivas você repita, a realidade permanece
inalterada até que o conflito interno seja visto e curado.
A
TERCEIRA FORÇA: A ALMA
Mas
ainda há uma terceira força em jogo, que é a alma.
Frequentemente,
nossos desejos conscientes estão enraizados no medo.
Queremos
dinheiro para nos sentirmos seguros, protegidos e no controle.
Por
trás desse desejo, reside a falta de confiança na própria vida.
A alma,
no entanto, cria a partir do amor.
A intenção
mais profunda da sua alma pode não ser a segurança financeira, mas sim aprender
a confiar — aprender que a vida o apoia, que você pode enfrentar a incerteza,
que seu valor não depende de controle ou acumulação.
Quando
o desejo consciente é impulsionado pelo medo e a direção da alma é guiada pelo
amor, a criação se torna conflituosa.
A
verdadeira criação acontece somente quando essas forças se alinham.
O plano
da alma está sempre enraizado no amor — na expansão, na coragem, em uma
confiança mais profunda.
Quando
suas intenções conscientes se harmonizam com esse impulso amoroso, a inspiração
pode surgir.
Ideias
fluem.
Sincronicidades
aparecem.
Você
se torna um canal para algo maior.
Você
sente o fogo criativo dentro de si — não como um esforço forçado, mas como um
alinhamento alegre.
Criando
em Harmonia
Quando
você tenta criar por medo, você trabalha contra a sua própria alma e as coisas
tendem a estagnar, desmoronar e você se sente exausto.
Quando
você cria com amor, você se sente inspirado, energizado
e profundamente alinhado.
Esta
é a força criativa da alma fluindo através de você.
Para
acessá-la, é necessário ter consciência.
Você
precisa se tornar consciente de suas crenças subconscientes — especialmente
aquelas que parecem tão “normais” que
você nunca questionou.
Você
não pode criar abundância enquanto sente ressentimento pela riqueza.
Você
não pode construir um relacionamento saudável enquanto acredita que os outros
não são confiáveis.
Nenhuma
quantidade de pensamento positivo pode superar crenças subconscientes
profundamente arraigadas.
O crescimento começa quando
você pergunta:
• No que eu realmente acredito?
• Do que eu tenho medo?
• Do que estou tentando me proteger?
Por
trás dessas perguntas reside a essência da criação.
A
verdade mais profunda é esta: o que você realmente quer não é dinheiro, amor ou
sucesso — é crescer.
Você
quer se tornar mais plenamente você mesmo.
Você
quer viver em maior conexão com a energia da sua alma.
Você
quer irradiar a sua luz.
Resumo
A
Chave para a Criação
A
chave para a criação consciente é o autoconhecimento.
Autoconhecimento
significa tomar consciência das suas crenças inconscientes, reconhecer os seus
medos sem rejeitá-los e integrá-los gentilmente à sua consciência.
E
além disso, significa reconectar-se com a parte mais profunda de você — a
centelha divina, a inteligência criativa que trouxe o universo à existência.
No nível
mais profundo, essa força criativa não está separada de você.
Quando
a consciência, o subconsciente e a alma se movem juntos, você se torna um ponto
de luz criativa.
A
vida não parece mais algo que acontece com você, mas algo que flui através de
você, e a partir desse lugar, a criação se torna fácil, significativa e
profundamente viva.
Os
desafios se tornam portas de entrada.
Os
desejos se tornam expressões da alegria da sua alma.
Você não
é vítima das circunstâncias.
Você
é um criador que está despertando.
O
universo não está contra você — ele trabalha através de você
Abrace
as lições.
Alinhe-se
com o amor que você é.
Nesse
alinhamento, você se torna um ponto de luz radiante — moldando consciente e
alegremente uma realidade que reflete a beleza e o poder da sua alma.
Ao
fazer isso, você inspira o mundo simplesmente por se lembrar de quem você
realmente é.
Canal/Autor: Gerrit Gielen
Fonte primária: https://www.jeshua.net
Tradução: Sementes das
Estrelas/Isadora Delya Damasceno Branco
https://www.sementesdasestrelas.com.br/2026/02/gerrit-gielen-criacao-consciente-vivendo-em-alinhamento.html
GERRIT GIELEN
“ATLANTIS AGORA:
O RETORNO AO LAR”
SEXTA
FEIRA 06 FEVEREIRO DE 2026
Muito
já foi escrito sobre Atlântida; o que aconteceu lá, como e por que ela caiu,
mas este texto analisará Atlântida de uma perspectiva psicológica.
Estou
mais interessado nos problemas psicológicos que os governantes de Atlântida
enfrentaram desde então e como eles continuam a repercutir nos dias de hoje.
Sabemos
que a história deixa sua marca e rastros em nossa psique.
Não
existe passado no que diz respeito às lesões na psique, tudo é agora.
Os
eventos de nossa infância e vidas passadas permanecem dentro de nós.
As
camadas de quem somos e fomos em vidas passadas são como anéis de crescimento
em uma árvore.
Estamos
aqui agora; sobrevivemos.
No
entanto, evidências sobre os tipos de vidas que vivemos há eras permanecem.
Podemos
não vê-las, mas nosso comportamento as demonstra.
Se considerarmos
essa analogia dos anéis de crescimento das árvores, então cada período
histórico em nosso passado corresponde a um “anel” de vida que ainda está
dentro de nós.
Nossa
história é nossa psique, nossa personalidade.
Cada
anel contém energia relacionada às vidas que vivemos em um determinado momento.
Em
conjunto, eles contêm uma variedade de personalidades e experiências, além de
refletirem e se relacionarem a um período específico da nossa história.
É
importante entender quem fomos e o que fizemos no passado, pois isso nos dá
insights sobre quem somos agora e como avançamos.
Quando
entendemos o passado, ele ilumina nosso caminho para o futuro e, se não
dedicarmos tempo para compreendê-lo, podemos permanecer presos à energia de
quem fomos um dia e continuar repetindo os mesmos padrões.
Existem
quatro anéis que distinguem os Trabalhadores da Luz:
O Anel
Cósmico — O Núcleo
O Anel
Atlanteano
O Anel do
Forasteiro
O Anel
Humano
Quando
os quatro anéis trabalham juntos em harmonia, eles conectam o Cósmico ao
Terrestre. Infelizmente, isso não acontece com frequência, pois a energia de um
anel pode entrar em conflito com a de outro, bloqueando o fluxo energético do
núcleo.
Este
artigo trata dos anéis, das tensões que eles contêm e de como podemos
resolvê-las.
Como
sempre, o autoconhecimento é fundamental.
O ANEL CÓSMICO – O
NÚCLEO
Estamos
profundamente conectados ao cosmos.
Antes
de virmos à Terra vivíamos entre as estrelas; o universo era o nosso domínio.
Passamos
muitas vidas entre as estrelas em outros reinos e dimensões.
Os
Trabalhadores da Luz, portanto, sabem melhor do que ninguém que a infinitude e
a riqueza do universo residem dentro deles.
Eles
se sentem profundamente conectados às estrelas e ao universo eterno.
Os
Trabalhadores da Luz sempre tiveram um profundo desejo de conectar seu núcleo
cósmico com o anel externo, formando assim um canal entre o reino terreno e o
cosmos.
Eles
se propuseram a tarefa de integrar o planeta Terra e a civilização humana ao
cosmos.
Isso
é o que os primeiros atlantes também desejavam.
Em
última análise, podemos considerar esse desejo como uma aspiração psicológica
inerente à própria humanidade.
Todo
ser humano tem um impulso natural de conectar seu ambiente social na Terra com
seu núcleo cósmico para alcançar a harmonia.
É
assim que manifestamos nossos impulsos criativos.
Nem
sempre conseguimos alcançar isso, porque as rupturas traumáticas em um ou mais
dos anéis impedem o fluxo de energia, e isso é doloroso para os trabalhadores
da luz.
Isso explica por que eles se afastam do mundo, pois não acreditam ser
possível acessar seu núcleo e se conectar com ele.
O
trauma que vivenciaram e o medo da rejeição são grandes demais para serem
superados.
No
entanto, apesar desses traumas passados, o anseio de ser si mesmo em meio a
este mundo permanece.
Ser
si mesmo significa ter uma profunda consciência de sua identidade cósmica, uma
característica compartilhada por todos os trabalhadores da luz.
Se
você não consegue ser você mesmo, é impossível se conectar com seus
semelhantes, consigo mesmo e com o ambiente ao seu redor.
Isso
causa uma tensão interna que pode levar a problemas psicológicos e físicos.
A vida
não seria maravilhosa se pudéssemos ser nós mesmos, se nos
sentíssemos aceitos em nosso ambiente social por quem somos?
Precisamos
nos perguntar por que isso é tão difícil.
Eu
diria que é difícil porque está conectado a eventos distantes no tempo, que
ainda residem dentro de nós e ainda estão próximos de nós.
Os
eventos em que estou pensando ocorreram na época de Atlântida.
O ANEL ATLANTEANO:
PODER E SOLIDÃO –
ACIMA DO POVO
Quando
os atlantes encarnaram na Terra suas intenções eram boas. Eles queriam proteger
as pessoas e salvá-las de outras energias extraterrestres.
Queriam
educá-las e, em última instância, conectar o planeta perdido, a Terra, com o
Cosmos.
O
que eles não fizeram no início de sua jornada foi se conectar com a própria
Terra.
O
que quero dizer com isso é que eles não conseguiram internalizar a Terra.
Em
vez disso, pensaram que poderiam alcançar seus objetivos exercendo poder sobre
os habitantes da Terra.
Seu
poder originava-se de seu conhecimento cósmico, sua expertise tecnológica e o
poder de seu terceiro olho.
Eles
pensaram que, com esses poderes extraordinários, fariam
o bem.
Seu
erro foi não compreender o que o exercício do poder sobre os outros lhes
causaria.
A
psicologia do poder
Costuma-se
dizer que o poder corrompe.
Os
governantes presumem que têm liberdade para exercer poder sobre os outros.
Nada
no universo incentiva o autoengano como o poder.
Se
você tem poder pensa que é melhor e mais especial do que os outros; caso
contrário, não o teria à sua disposição,
o
universo não o teria concedido a você.
Mas
ter poder sobre os outros traz consigo inúmeras consequências.
Distorce
a espiritualidade inata.
Cria
medo e paranoia e, acima de tudo, gera uma profunda sensação de solidão.
Podemos
comparar o poder a uma droga altamente viciante.
Vamos
explorar mais a fundo como o exercício do poder sobre os outros impacta a
consciência.
Em uma
relação de poder, quem detém o poder nega a existência da consciência única do
outro.
Enxerga
as pessoas como uma extensão de si mesmo, no sentido de que pode fazê-las fazer
o que quiser, assim como pode controlar sua própria mão.
Consequentemente,
para esse tipo de governante sedento de poder, a vida de um soldado, ou de
qualquer pessoa, significa
pouco.
Quando
uma pessoa poderosa se relaciona com os outros dessa maneira há consequências
que afetam sua consciência.
A
consciência humana implica uma Unidade com os
outros, que reflete a Unidade maior com o universo, o que significa que tudo o
que está fora de você também está dentro de você.
No
nível mais profundo, o universo é Um, e sua consciência coincide com essa Unidade.
Esse
conhecimento está no cerne de toda verdadeira espiritualidade.
Exercer
poder sobre outras pessoas é negar essa Unidade interior e,
como resultado, quem exerce o poder suprime não apenas algo externo a si mesmo,
mas também algo interno.
Quando
negam que as pessoas tenham consciência fazem uma escolha extremamente
anti-espiritual.
Qualquer
homem que exerce poder sobre mulheres, por exemplo, suprime o feminino dentro
de si.
Aqueles
que exercem poder sobre animais rompem sua conexão com a natureza e perdem o
contato com a energia da Mãe, que deseja influenciá-los para o bem.
É
impossível promover a espiritualidade por meio de uma relação de poder.
É
uma contradição, em termos.
A
relação de poder nega tudo o que a espiritualidade representa.
A
espiritualidade propagada por meio de uma relação de poder não é
espiritualidade alguma.
É
subjugação, não uma busca pela consciência.
Um bom
exemplo desse tipo de situação de poder é a organização hierárquica da Igreja
Católica, que opera com base em um sistema de punição e recompensa.
A
hierarquia masculina utiliza ideias de inferno e pecado para coagir seus fiéis
à submissão e obediência.
Deus
é retratado como um ditador com poder infinito sobre eles, não como a fonte do
amor incondicional e a Unidade por trás de toda forma, incluindo o corpo físico.
O
universo, que é Unidade, não é percebido ou vivenciado como tal, mas como uma
hierarquia de governantes e autoridades masculinas.
Quando
a espiritualidade se resume a forçar o crente a adotar um sistema de crenças
específico e à submissão, não há espaço para a conexão interior da humanidade
com o Cosmos.
Ela é
fragmentada em duas.
Esse
tipo de espiritualidade cria uma identidade falsa nas pessoas, uma crença em
uma espiritualidade externa que lhes é transmitida por autoridades, e que elas
inevitavelmente adotam.
A
crença em um mundo de dualidade, divisão e separação substitui qualquer senso
de Unidade.
Isso
gera solidariedade em organizações hierárquicas dirigidas por aqueles que não
reconhecem a igualdade entre as pessoas, uma crença em uma autoridade externa
em detrimento da confiança na própria verdade interior, e a ideia de que o amor
condicional prevalece sobre o amor incondicional.
O amor
condicional é uma ferramenta usada para manipular as pessoas e levá-las a se
comportarem de uma determinada maneira.
O
perpetrador força as pessoas a obedecerem à sua vontade.
O
amor condicional não é amor de verdade, mas as pessoas usam a palavra “amor”
para manipular os outros,
ameaçá-los,
controlá-los com o poder do medo e forçá-los à obediência.
Esse
exercício de poder inevitavelmente leva à perda de uma forma autêntica de
espiritualidade.
Foi
isso que aconteceu com os atlantes.
Eles
tentaram ter sucesso em sua missão disseminando esse tipo de espiritualidade,
mas, no fim, fracassaram.
Seu
objetivo era completamente inatingível devido à forma como abordaram a questão.
O
exercício do poder em relação aos relacionamentos com outros seres humanos
É
curioso pensar no que alguém no poder pensaria se parasse para imaginar como
seriam seus relacionamentos se não tivesse o poder de dominar.
A
resposta é que os relacionamentos desapareceriam.
Quando se exerce poder sobre
o outro, o amor genuíno, a verdadeira amizade e o afeto que a acompanha ficam
estagnados e incapazes de fluir livremente.
É
provável que aqueles que são dominados odeiem a autoridade que os oprime e, com
o tempo, liberem sua fúria contra o opressor.
O
governante sedento de poder também percebe isso, o que cria uma profunda
desconfiança de ambos os lados.
Um
ditador tentará aplacar essa fúria potencial exercendo ainda mais poder sobre
as pessoas, o que leva à disseminação do terror.
Os
sedentos de poder não sabem como ter empatia com o outro e interagir de forma
humana.
Sua
natureza é se comunicar por meio de ordens.
Eles
não sabem como falar honestamente, de coração, o que para eles seria um sinal
de fraqueza.
Eles
não sabem como ter empatia, nem aprendem a ouvir ou se esforçam para
compreender os outros.
Enxergam
os outros como inferiores.
Não
têm nada a aprender com eles.
Por
que alguém, em um patamar superior, desejaria
conversar com alguém em um patamar inferior?
Quando
se exerce poder sobre alguém uma conexão natural é rompida, tornando impossível
a comunicação honesta e espontânea.
Pessoas
que detêm o poder são de mente fechada, medrosas e incapazes de qualquer tipo
de interação social normal.
Ditadores
não têm amigos.
Estão
cercados por bajuladores.
Qualquer
pessoa com uma opinião é vista como uma ameaça.
Conexões
genuínas com os outros não são apenas impossíveis, mas completamente rompidas.
Conexões
rompidas levam à solidão, e a solidão leva ao medo.
O
governante tenta superar seu medo exercendo ainda mais poder sobre as pessoas,
criando, assim, uma espiral negativa.
O
resultado é paranoia, medo de perder o poder e medo de vingança.
Perdem
toda a perspectiva, consideram a felicidade ilusória e não conseguem desfrutar
das coisas belas da vida, incluindo amizades verdadeiras.
Tudo
se perde.
A
vida gira exclusivamente em torno do poder e do medo.
Um
governante pensa em termos de dualidade, que é outra palavra para medo e
solidão.
O
poder gera solidão
A
verdade é que os Trabalhadores da Luz ainda lutam contra a solidão por terem
participado do experimento atlante.
Em
última análise, essa espiral negativa de poder leva à solidão e ao medo, que,
por sua vez, alimentam uma necessidade ainda maior de poder e, eventualmente,
levam a um colapso, porque as forças da vida retaliarão.
O
universo e a própria Terra já não aguentavam mais esse ciclo insano de
Atlântida, e a torre do poder desabou com um estrondo ensurdecedor.
Foi
isso que aconteceu em Atlântida quando o dilúvio irrompeu, e é assim que ainda
acontece hoje. Grandes impérios caem, e aqueles no poder ficam psicologicamente
devastados no final de suas vidas.
Isso era
verdade para muitos dos atlantes.
Suas
profundas percepções deram lugar a uma espiritualidade rígida; eles não
aprenderam a se conectar com seu ambiente e com seus semelhantes de uma maneira
natural e igualitária.
Após
essa experiência fracassada, eles reencarnaram como filhos da Terra, sem
poderes, mas com problemas psicológicos resultantes do abuso de poder.
O
caminho para a cura foi longo e, por vezes, muito doloroso.
O ANEL DO
FORASTEIRO: ENTRE O POVO
O
nascimento de um novo ambiente é sempre um convite para forjar novas conexões e
crescer.
A
consciência se estende ao outro, conecta-se com ele e cresce.
Qualquer
pessoa que já tenha se imergido em outro país e cultura sabe o quão
enriquecedor isso pode ser.
As
pessoas frequentemente buscam, inconscientemente, um
novo ambiente, porque sentem um anseio em sua alma, de descobrir algo novo dentro
de si mesmas.
Um
novo ambiente se alinha com esse anseio.
Os
atlantes estavam muito alheios a esse fato.
Eles
não se conectaram com a Terra, mas, em vez disso, tentaram
dominá-la.
Havia
pouca ou nenhuma conexão social com as almas da Terra, nem havia uma conexão
interior com a própria Terra.
Eles
perderam sua profunda conexão com o cosmos ao assumirem uma posição de poder.
Sua
evolução natural estagnou.
A
razão psicológica mais profunda para virem à Terra era o desejo de desenvolver
a consciência do coração.
No
entanto, esse estado de estagnação criou uma tensão que, em última análise,
desencadeou as forças da natureza, levando à queda dos atlantes.
A
natureza restaurou o equilíbrio.
Nossa
consciência ainda retém a energia que reside no anel atlante, e às vezes pode
bloquear a energia do núcleo cósmico.
Esse
bloqueio se baseia na superioridade e no medo.
Pessoas acostumadas a ter muito
poder, que o perdem ao reencarnar, sentem medo.
Quando
se está acostumado a ter poder, viver sem ele é assustador.
Esse
medo que permanece no anel atlante é a raiz de muitas teorias da conspiração
que lemos hoje.
Após a
queda de Atlântida, os trabalhadores da luz reencarnaram sem poder entre os
povos da Terra.
Nessa
encarnação eles experimentaram os resultados de seu trabalho como governantes
atlantes.
Embora
suas cidades não existissem mais, o impacto psicológico permaneceu.
De
certa forma, eles construíram sua própria prisão, porque na Terra havia pessoas
que internalizaram a sociedade atlante, suas estruturas de poder associadas e a
rígida ordem social.
De
maneira semelhante, as pessoas criaram religiões para subjugar outras.
Aqueles
que perceberam que a vida poderia ser diferente na Terra acabaram se tornando
prisioneiros de sua própria criação.
Eles
travaram guerras, tentaram promover mudanças e encontraram resistência em todos
os lugares.
A
população tinha uma aversão intuitiva a eles, causada por memórias
inconscientes de seus antigos opressores e por serem diferentes.
Além
disso, a interação social com as pessoas na Terra não lhes era óbvia.
Não
estava em seus genes, pois nunca aprenderam a criar relacionamentos.
Não
entendiam como as coisas funcionavam, principalmente porque aqueles no poder,
no topo da hierarquia, careciam de compreensão humana, enquanto aqueles na base
não.
Eles
estavam mais focados e acostumados a controlar o mundo exterior através do
exercício do poder, e eram considerados alienígenas.
Havia
pouca ou nenhuma tolerância para ser diferente.
Para
os antigos atlantes foi uma época de perseguição, opressão
e desespero em relação à vida e à existência.
Muitas
pessoas que têm memórias disso de vidas passadas se sentem vítimas.
Lembram-se
das perseguições, da crueldade e da estupidez de seus semelhantes.
O
erro psicológico que cometeram foi querer restaurar o poder dinâmico original
dos atlantes.
As
pessoas não deveriam tê-los escutado, pois eles sabiam mais, mas já não
detinham poder algum.
Muito
sofrimento se seguiu porque eles retornaram à antiga abordagem de dominar os
outros, mas não lhes restava poder real.
Não
tinham como transmitir conhecimento através do amor e da amizade e careciam de
habilidades sociais.
Precisaram
experimentar o valor da impotência e falharam em encarar o verdadeiro problema
à sua frente: a solidão.
Para
eles, a solidão era pior do que a dor da perseguição.
Não
tinham capacidade de fazer nada a respeito, nenhuma experiência de como trocar,
de forma equilibrada, o tipo de energia que ocorre em uma amizade.
Conectar-se
com o outro é uma habilidade que se aprende depois de viver muitas vidas sem
ela, e romper continuamente os laços com as pessoas.
Apesar
da miséria, essa foi uma fase significativa do ponto de vista psicológico.
Foi
um confronto com a mentalidade interna movida pelo poder, com um convite para
abandoná-la e abraçar uma espiritualidade pura.
A
luta externa contra as estruturas existentes era, essencialmente, uma luta
interna.
Era
hora de silenciarem e se voltarem para o seu interior, para redescobrirem sua
origem cósmica.
A
impotência, em última análise, obriga a pessoa a abraçar o único poder
verdadeiro que existe: o Amor.
A
solução de volta-se para o interior veio com dor e sofrimento.
Cedo
ou tarde eles buscaram o silêncio e a solidão, curando as conexões rompidas
pelo pensamento de poder atlante.
Restauraram
suas ligações com a natureza e o cosmos — e consigo mesmos.
Estar
sozinho não significava mais solidão, e a paz interior dissipou a necessidade
de converter e dominar.
Frequentemente,
para sua surpresa, aqueles que alcançaram essa transformação descobriram que as
pessoas desejavam apreciá-los.
Eles
buscavam conselhos, cura ou simplesmente sentiam o que era a espiritualidade de
verdade quando estavam perto deles.
Sentiam-se
vistos.
As
coisas começaram a fluir.
Agora
que haviam se libertado da mentalidade de poder, os
atlantes descobriram que a natureza terrena é belíssima, e que as pessoas
queriam estar com eles por quem eles eram.
Ser você mesmo atrai os outros.
E
assim, as conexões rompidas com a Terra, com as pessoas e com a natureza foram
restauradas.
Surgiram
o amor mútuo, a amizade e o respeito.
Isso
era infinitamente mais valioso do que o poder.
O ANEL HUMANO: EM
UMA JORNADA CONJUNTA
O poder
leva à solidão, e a solidão faz você ansiar por conexão.
O
sofrimento desnecessário surgiu porque a atitude psicológica em relação ao
poder ainda não havia sido erradicada.
A
conexão é possível quando você abandona o pensamento baseado no poder e se
aproxima do mundo ao seu redor com amor.
Essa
foi uma lição dolorosa para os atlantes.
O amor
restaura conexões rompidas.
A
cura acontece quando a impotência e a vulnerabilidade são aceitas.
A
amizade e o amor fluem novamente.
Os
Trabalhadores da Luz foram mais uma vez aceitos por quem eram.
A
luz interior brilha através dos canais da vulnerabilidade e da honestidade.
A
fusão dos Trabalhadores da Luz com os habitantes da Terra foi o potencial
início de um magnífico processo de florescimento, o nascimento do ser humano
cósmico.
Os
Trabalhadores da Luz possuem um conhecimento interior mais profundo do que os
outros e, por isso, conseguem enxergar além das coisas.
Mas
também podem cair na armadilha de assumir o papel de guru.
Podem
atrair seguidores e criar relações de poder, o que replica o antigo erro
atlante.
Seus
alunos aprendem a falsa mensagem de que a verdade reside fora deles e que devem
lealdade a um guru.
Mais
uma vez, o trabalhador da luz perde sua alma quando não acredita na igualdade e
na Unidade.
Precisamos
agir com amizade e amor, não com poder e superioridade.
É
a única maneira de nosso conhecimento interior fluir para os outros e
vice-versa.
Cada
pessoa tem sua própria experiência única e sua própria história para contar.
Podemos
nos abrir para elas e compreendê-las quando agimos com amizade e igualdade;
assim, nos beneficiamos de sua riqueza e podemos mudar e crescer por causa
delas.
Cada
pessoa, cada ser vivo, por menor que seja, tem uma perspectiva única da qual
podemos nos beneficiar. Podemos mudar como povo quando estamos dispostos a
ouvir e aprender.
É
assim que demonstramos nossa gratidão e amor por eles e, quando isso acontece,
nós também mudamos.
É
uma via de mão dupla.
Esta
é a lição que os atlantes não entenderam e precisavam aprender.
A
verdade floresce em um campo de amizade e igualdade, e a conexão se espalha a
partir daí.
Mesmo
um eremita isolado no deserto que ama a humanidade é capaz de compartilhar sua
verdade com todos.
“Acredite nisso, ou então!”
É
assim que as religiões organizadas e os ditadores operam, movidos pelo medo.
Essa
tática é cada vez menos eficaz e as pessoas estão dando as costas à religião
tradicional, finalmente confiando em si mesmas para encontrar sua própria
verdade.
Ideologias
estão sendo abandonadas.
Há
esperança em meio ao caos dos nossos tempos.
Superficialmente,
os eventos parecem intensos: guerra, destruição
ambiental, poluição, os gritos de ditadores insensatos, políticos que perderam
o rumo.
Mas,
por baixo da superfície, a Verdade está ganhando força.
Quando
você conversa com as pessoas hoje em dia, percebe o anseio delas por paz,
tranquilidade, liberdade e harmonia com a natureza.
Esse
sentimento, esse conhecimento, esse anseio, é cada vez mais compartilhado por
todos.
Quando
você se sentir confuso ou com medo diante da miséria que vê, converse com seus
vizinhos e entes queridos, e descobrirá que existe muito mais bondade e
sabedoria interior do que você imaginava.
A
nova era não começa com uma revolução ou transformação imposta de cima para
baixo, ela começa nos corações das pessoas, na corrente silenciosa e poderosa
que reside sob a superfície.
Qualquer
pessoa que se sintoniza com isso sente uma tempestade começando a se formar.
A
luz que rompe as nuvens já é visível.
Precisamos
olhar na direção certa para enxergar a luz, observar
as pequenas e simples coisas do dia a dia: o brilho alegre nos olhos das
crianças brincalhonas, a beleza da natureza, os gestos de bondade cotidianos, o
carinho dos nossos amigos.
Essas
são algumas das pequenas e belas coisas que nos acontecem todos os dias e, na
maioria das vezes, nem percebemos.
FINALMENTE: O
CAMINHO PARA A SABEDORIA
Para onde
nos leva esse caminho?
Estamos
a caminho do cosmos.
O que nos acompanha nessa jornada?
Nossa
humanidade e nosso coração.
Quando
viemos à Terra trouxemos algo conosco, e quando partimos levamos algo de volta: uma consciência do coração desenvolvida, e a
memória de sua beleza.
Em
essência trazemos tudo de nós, incluindo o conhecimento interior que adquirimos
e todas as experiências de nossas vidas na Terra.
Tornamo-nos
sábios quando olhamos para dentro.
O que
você vê lá?
Em
seu centro existe um magnífico ser cósmico e esse ser cósmico está a caminho de
algo inimaginável, algo incompreensível: a solidão.
Se
tudo é Um e tudo está
conectado, como a solidão é possível?
Como ela pode existir?
Como
pode haver um estado em que a verdade mais fundamental do universo — a Unidade — seja completamente negada?
E por que você gostaria de saber sobre a solidão?
Se
você compreender a solidão, compreenderá tudo.
Toda
a loucura humana, toda a violência, todo o mal no mundo tem sua raiz na
solidão.
Você
pode compreender melhor o mundo se souber o que é a solidão e como chegou a
sofrer com ela.
A
solidão é a chave.
Dizem
que o poder corrompe, e eu diria que o poder nos torna solitários.
Passo
a passo nossa jornada rumo à solidão começou.
Fomos
poderosos um dia e exercemos esse poder, o que é importante para entendermos o
anel atlante.
Tudo
o que foi perpetrado, todo o exercício do poder, toda a superioridade de olhar
para os outros de cima e a exigência de obediência, foram os passos ao longo do
caminho para a solidão.
Se
pudermos entender os atlantes dessa maneira, removemos o bloqueio de energia
naquele anel.
Então,
a energia cósmica flui através do anel atlante. Saber o que aconteceu é valioso
e, com a perspectiva correta, pode ser compreendido.
Éramos
os forasteiros, solitários e perseguidos.
Nossa
primeira reação foi retornar à antiga energia e convencer os outros de que
estavam fazendo tudo errado.
Queríamos
que nos ouvissem.
Mas
essa abordagem se voltou contra nós e, no mínimo, fomos
ridicularizados, muitas vezes expulsos ou perseguidos.
Não
tínhamos mais poder, mas os papéis se inverteram e experimentamos a impotência.
O
poder, como substância viciante, anestesia a solidão.
Não
tínhamos mais essa substância e sentimos uma solidão amarga pela primeira vez.
Quando
finalmente nos voltamos para o nosso interior, encontramos
a solução: o conhecimento cósmico da unidade de toda a vida.
Finalmente
começamos a aplicar esse conhecimento onde nos encontrávamos.
Nos
reconectamos com a natureza, com as estrelas, e rompemos com a grande ilusão
chamada solidão.
Podemos
fazer as pazes com todas as nossas vidas como forasteiros se reconhecermos que
a pior coisa que experimentamos nessas vidas foi a solidão.
Mas
foi precisamente por causa dessa solidão amarga que redescobrimos nossa luz
cósmica e nos tornamos trabalhadores da luz.
Os
verdadeiros trabalhadores da luz são pessoas que superaram a ilusão da solidão
dentro de si mesmas.
A luz
que irradiamos atrai os outros.
Não
são nossas palavras, nem nossas ideias; é nossa beleza interior.
A
impotência não é um castigo; é um estado que nos permite reconectar, encontrar
a cura para nossa solidão.
Ao
longo de todas as vidas que vivemos como forasteiros,
nos
sentindo solitários e em sofrimento, agora encontramos a paz.
Essa
paz reside em nossos corações.
É
a paz da nossa luz interior, da nossa verdade cósmica.
Agora
estamos juntos nessa jornada.
Não
estamos acima de ninguém, como pensávamos na era da Atlântida, mas sim partindo
de baixo.
Gradualmente
estamos mudando o fluxo de consciência subjacente da humanidade, a essência do
conhecimento.
A
purificação e a cura vêm de dentro.
No fim,
somos sábios.
Uma
pessoa sábia respeita as experiências dos outros, reconhece sua singularidade e
sabe que pode aprender algo com todos.
Uma
pessoa sábia jamais usa a força ao compartilhar seu conhecimento e suas
percepções, mas sempre demonstra respeito e amor pelos outros.
Uma
pessoa sábia espera que os outros venham até ela.
Uma
pessoa sábia ousa mostrar sua vulnerabilidade e pequenez. Uma pessoa sábia se
ama, mesmo com todas as suas falhas.
A
consciência de quem você é traz a mudança que o mundo precisa.
A
consciência de quem você é surge quando você faz as pazes com tudo dentro de si;
com todas as vidas, até mesmo com os perpetradores e as vítimas que fizeram
parte da longa jornada até você mesmo.
E a
maior jornada de todas é o retorno para casa.
Canal/Autor: Gerrit Gielen
Fonte primária: https://www.jeshua.net/articles/by-gerrit/atlantis-now-the-homecoming/
Fonte Secundária: https://eraoflight.com/2026/01/31/atlantis-now-the-homecoming/
Tradução: Sementes das
Estrelas/Iara L. Ferraz
https://www.sementesdasestrelas.com.br/2026/02/gerrit-gielen-atlantis-agora-o-retorno-ao-lar.html
COMUNICADO AOS SEGUIDORES DO BLOGER
ATENÇÃO LEITORES DO BLOG, MUDANÇAS A CAMINHO FEITAS PELO GOOGLE... COMUNICADO ATENÇÃO SEGUIDORES DO MEU BLOG.. SEGUNDA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO DE 2016 Tenho notado que o número de seguidores do blog vem diminuindo a cada dia, cheguei a pensar que pudesse ser um vírus, ou simplesmente um desinteresse em massa... Nada disso. Eis um trecho da nota postada no fórum deles: "A partir do dia 11 de janeiro de 2016 não será mais possível seguir blogs com o Google Friend Connect usando o Twitter, Yahoo, Orkut ou outras contas do tipo OpenId. Além disso, removeremos do Google Friend Connect os perfis de contas que não são do Google, então é possível que vocês notem uma queda no número de seguidores em seus blogs." Infelizmente não sei quais seguidores "sumiram" do blog, mas caso você não tenha uma bendita conta no Google e ainda queira acompanhar o blog, a solução dada por eles é a seguinte: Crie uma conta Google para acessar o Friend Connect e seguir o blog novamente com essa conta. Se você tem um blog, saiba mais AQUI. https://productforums.google.com/forum/#!msg/blogger-pt/gSORVR3q27w/sHDeNf7tCgAJ
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TRADUÇÂO DO TEXTO DA FOTO
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“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a Encontrem Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores Por seus frutos os conhecereis. Porventura se colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?" Mateus 7:13-16
NOVA TERRA
“NÓS SOMOS AQUELES PELOS QUAIS TEMOS ESPERADO.
OS NOSSOS CORPOS SÃO NAVES DE LUZ GALÁCTICA.
Estamos assumindo os nossos papéis como Cidadãos Galácticos.
Somos aqueles pelos quais temos esperado nos céus.
Estamos a CHEGAR a Casa…
A nossa família galáctica é um aspecto superior de quem realmente somos.
Estamos incorporando os aspectos superiores das nossas Famílias Galácticas da Luz.
O primeiro CONTATO não é algo externo a nós.
Nós somos o primeiro contato.
Os Seres Galácticos são os nossos aspectos superiores, aspectos esses que nós estamos incorporando, ao nos tornarmos os Novos Humanos da Nova Terra”