GERRIT GIELEN“A ARTE DO AUTOAMOR:ABRAÇANDO SUA BELEZA INFINITA”SABADO
31 JANEIRO DE 2026Em
um mundo que muitas vezes nos puxa para fora
— em direção a distrações intermináveis,
comparações e caos — a arte do amor-próprio nos convida a olhar para dentro,
onde residem o verdadeiro poder e a paz.
Mas por que o amor-próprio é tão profundamente importante?
É
a força silenciosa que nos alinha com as verdades mais profundas do universo,
transformando a maneira como vivenciamos a vida.
Imagine
o universo como uma dualidade: o mundo externo de imagens, sons e interações, e
o seu mundo interior de pensamentos, emoções e essência.
À
medida que crescemos espiritualmente, nosso mundo interior se expande,
tornando-se vasto e ilimitado até abarcar tudo.
No
ápice dessa expansão reside a unidade — um estado em que você se torna o Um, e
o mundo exterior se dissolve na infinita extensão do seu ser.
Este é o
nível divino, a vibração mais elevada que existe, um
reino tão sublime que é impossível de compreender.
Ele
dialoga com o conceito de infinito, aquela maravilha intelectual que buscamos,
mas que jamais conseguimos apreender por completo.
O
infinito desafia limites; não importa quão grande seja um número que você
imagine, sempre poderá adicionar mais.
Não
existe um ponto “máximo” — ele é eternamente maior, mais intrincado, mais inspirador
do que nossas mentes podem conceber.
Contudo,
o infinito existe, assim como o nível divino.
Nesse
estado de pura unidade, não há mundo exterior, nenhuma
separação.
O
tempo e o espaço, essas âncoras que definem nossa posição no reino externo, desaparecem.
São
meras relações com o que está “lá fora”, e quando o “lá fora” desaparece, eles também desaparecem.
O que une
essa unidade, impedindo-a de se desfazer no nada?
É
o amor-próprio — o amor-próprio profundo e inabalável, em
um nível divino. Nessa realidade exclusivamente interior, o amor-próprio se
torna amor universal, abraçando
cada estrela, cada alma, cada sussurro da existência.
Pois
tudo no universo faz parte do mundo interior de Deus.
O
amor-próprio é a cola da criação, o alicerce sobre o qual o cosmos se sustenta.
É
amor por tudo o que existe, porque tudo o que existe é você.
O AMOR-PRÓPRIO COMO A COLA DA CRIAÇÃO
Quando
nos conectamos com essa Fonte, sentimos uma onda avassaladora de amor.
A
arte do amor-próprio, portanto, é a prática sagrada de se conectar com essa
unidade divina.
É
mais simples do que imaginamos, e ainda assim profundamente difícil de
alcançar, porque é tão inata, tão intrínseca ao nosso ser.
Começa
com uma percepção: toda beleza que encontramos — uma flor desabrochando, uma
paisagem deslumbrante, a melodia de uma canção, o puro milagre de estarmos
vivos — é um reflexo da nossa própria beleza interior.
Passeie
pela natureza e testemunhe a magia: plantas vibrantes balançando na brisa,
animais correndo com propósito, o céu pintado com as cores do amanhecer ou do
entardecer, a luz do sol filtrando-se pelas folhas.
Cada
elemento é único, mas todos se harmonizam em um todo singular e deslumbrante.
Esta
é a unidade em ação — a diversidade unindo-se em perfeito equilíbrio.
E
eis a revelação: quando saboreamos essa beleza, estamos
saboreando a nós mesmos.
A
harmonia que admiramos é a harmonia dentro de nós.
A
beleza não está “lá
fora”; ela é um reflexo da elegância da nossa alma.
Considere
uma única flor em plena floração.
Por que ela desperta tanta admiração?
Porque
sua graça ecoa a sua própria.
Quando
você para e sussurra para si mesmo:
“Esta é a
minha beleza, este sou eu — quão magnífico eu sou”, o amor-próprio se
acende.
Ao
mergulhar na tapeçaria da natureza, sentindo os fios da vida se entrelaçarem em
unidade, você se conecta a esse nível divino.
Você
pertence a este lugar; você é parte integrante desta sinfonia.
Todo
o esplendor, a serenidade, a dança intrincada — é o seu esplendor, a sua
serenidade, a sua dança.
O
PODER DA ESCOLHA E O FOCO NA BELEZA
Esse
despertar faz nascer o amor-próprio dentro de você.
Ele
lhe dá poder de escolha: onde você direcionará seu foco?
Você
pode se concentrar na raiva ou na preocupação, deixando
que os pensamentos se transformem em arrependimento ou medo, afastando você do
seu centro.
Ou
você pode escolher a beleza — um nascer do sol radiante, uma onda suave, um
momento de alegria serena — e abrir seu coração para ela.
Reconheça-a
como sua luz interior, e o amor-próprio fluirá naturalmente, como um rio que
retorna ao mar.
É por
isso que chamamos isso de *arte* do amor-próprio.
Ela
espelha a arte da própria natureza, enraizada na estética e na consciência.
É
a prática de perceber a beleza em todos os lugares e reivindicá-la como sua.
Diga
em voz alta:
“Esta
beleza é minha”.
Nesse
instante, você sentirá uma profunda apreciação por sua essência, conectando-se
ao nível divino atemporal.
Sua
alma transcende o espaço e o tempo; ela é eterna, infinita.
Em
última análise, a arte do amor-próprio é o abraço alegre de sua própria beleza.
Cada
vista deslumbrante, cada nota harmoniosa, cada faísca de admiração que você
encontra é um lembrete:
Você
é belo (a)
Você
é completo (a)
Você
é Um com o universo.
Abrace
essa verdade e veja seu mundo se transformar
— não de fora, mas do amor ilimitado que
existe dentro de você.
Canal/Autor: Gerrit Gielen
Fonte: https://www.jeshua.net/articles/by-gerrit/on-forgiving-others-and-yourself/
Tradução: Sementes das Estrelas/Isadora Delya Damasceno
Branco
https://www.sementesdasestrelas.com.br/2026/01/gerrit-gielen-a-arte-do-autoamor-abracando-sua-beleza-infinita.html


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