ANN ALBERS“QUANDO NÃO PUDER CORRIGI-LOS…AME-OS!”SABADO 19 SETEMBRO DE 2026 Quando outros não puderem receber …
Ame!
Cada um
de vocês nesta lista possui um coração que se importa, uma mente que busca
soluções e um espírito que ama servir ao próximo.
Não
estamos falando de martírio, nem do tipo de serviço que exige deixar de lado o
próprio coração, mas sim daquele em que sua luz radiante, alegre e amorosa se
torna inspiração e guia para os outros.
Com sua
crença firme no outro, você pode ajudar a despertar a autoconfiança dele.
Com seu
amor incondicional, você pode inspirá-lo a encontrar maneiras de amar mais a si
mesmo.
Com sua
disposição para vivenciar e explorar o que lhe traz alegria, você
implicitamente lhe dá permissão para fazer o mesmo.
Ao
compartilhar o que funciona em sua própria vida, você demonstra opções que
podem funcionar na vida dele.
Cada vez
que você se permite ser feliz, saudável, conectado
ou abundante, você serve de exemplo do que é possível.
Você
se torna uma inspiração.
Ao
compartilhar o que funciona para você, você convida os outros a experimentarem
seus métodos ou sua mentalidade, para verem o que funciona na vida deles.
Quando
você pede ajuda aos seus anjos e ela chega, você demonstra que existimos e que
nos importamos.
A coisa
mais difícil para todos vocês — queridas almas sensíveis — é querer ajudar
alguém que não deseja sua ajuda, ou que não a quer da maneira como você pode
oferecê-la autenticamente.
Você vê
uma pessoa sofrendo com desafios físicos e conhece uma dieta, um exercício ou
um profissional de cura que quase certamente poderia ajudá-la, mas ela não quer
saber dessas coisas.
Você
observa alguém enfrentando dificuldades na vida e sabe o quanto a sua própria
vida se tornou mais leve por meio da manifestação, da oração ou de invocar seus
anjos, mas
essa pessoa não tem interesse algum nisso.
Você vê
alguém como capaz, forte ou inteligente o suficiente para realizar o que
deseja, mas nada do que você diz consegue convencê-la de suas próprias
habilidades.
Você vê
alguém lutando contra processos negativos que se autorrealizam.
Você
tenta oferecer palavras de incentivo, exemplos, métodos,
livros, terapeutas, mas a pessoa insiste que o problema é a vida ou os outros.
Muitos
de vocês já se depararam com essas situações em que, apesar de suas melhores
intenções de ajudar — e de toda a sua sabedoria, experiência ou compreensão —,
a outra pessoa não quer nada do que você tem a oferecer.
Você talvez já tenha
enfrentado rejeição, zombaria ou até mesmo raiva quando, com as melhores
intenções, insistiu que tinha as respostas para os desafios de alguém.
Talvez
você realmente as tivesse.
Mas, se
alguém não quer o que você tem a oferecer, queridos,
é preciso aceitar que essa pessoa tem seu próprio caminho, suas próprias
lições, suas próprias escolhas e suas próprias criações.
Elas
aprenderão da maneira que desejarem.
Você
pode gentilmente convidá-las a experimentar sua mentalidade, seus métodos,
profissionais, livros, etc., mas encare isso apenas como um convite.
Fale
com amor.
Fale
com respeito pela jornada delas.
“Não sei se isso ressoa com você, mas, quando enfrento esse
desafio, isso me ajuda.
Se quiser mais informações, terei prazer em ajudar.”
Fale
a partir do seu coração, mas apresente a oferta como um convite — e não como
uma imposição sobre o que elas devem fazer.
Não há
uma única pessoa na Terra que goste de ouvir o que deve fazer sem ter pedido
por isso.
Mas
a maioria de vocês está disposta a ouvir sugestões se elas forem oferecidas com
amor.
Vocês
estão dispostos a ponderá-las à luz de seus próprios sentimentos para ver se
elas ressoam com vocês.
O mesmo
vale para os outros.
Se
o que você oferece não ressoa com as crenças, a disposição ou a sensação de merecimento
de uma pessoa, não
funcionará para ela, por mais persuasivo que você tente ser.
Ela
precisa acreditar que uma prática pode funcionar.
Precisa
acreditar que tem anjos que a amam — ou, pelo menos, estar disposta a nos
colocar à prova — para aceitar nossos presentes.
Precisa
acreditar que tem algum controle sobre sua vida, ou
até mesmo querer acreditar nisso, antes de abandonar a mentalidade de vítima.
E,
se você tentar fazer com que adotem métodos, mentalidades
ou práticas antes de estarem prontas para abraçá-los, nem mesmo as melhores
dessas ideias funcionarão.
AME-OS
COMO ELES SÃO E ONDE ESTÃO
Se você
quer ajudar aqueles que rejeitam suas sugestões,
simplesmente
ame-os.
Ame-os
como eles são.
Talvez
você não goste do fato de alguém reclamar e não fazer nada a respeito.
Tudo
bem.
Você
não precisa ouvir.
Ame-os
como amaria uma criança que se sente impotente.
Não
leve as reclamações deles tão a sério.
Ofereça-lhes
uma xícara de sopa e ofereça conforto quando sentir vontade de verdade; quando
não sentir, desligue-se
ou diga que não sabe o que dizer.
Você
pode se sentir frustrado com alguém que tem problemas físicos e não faz nada
para mudar.
Ame
essa pessoa mesmo assim.
Ela
pode estar com medo.
Talvez
ninguém a tenha ajudado a se sentir confiante para mudar.
Você
pode tratá-la com gentileza.
Talvez
possa preparar algo gostoso que respeite as restrições alimentares dela.
Se
ela precisar de exercícios, você pode caminhar com ela, caso
ela queira; se não, deixe-a ficar sentada.
Quanto a
nós mesmos, queridos: muitos que já se decepcionaram com outras pessoas esperam
que nós ajamos da mesma maneira.
Como
resultado, temos uma influência limitada na vida delas.
Algumas
não acreditam no nosso amor.
Outras
querem provar a si mesmas que conseguem alcançar seus próprios resultados.
Alguns
jamais admitiriam, mas não se sentem dignos de ajuda.
Alguns
são o que se chama de “obcecados por controle”, e tudo bem.
Alguns
vivem uma realidade que começou na infância
— “ninguém os ajudou naquela
época e ninguém ajudará agora”.
Eles
se identificaram tão fortemente com a ideia de não serem amados que é difícil
acreditar que alguém queira ou possa amá-los como nós amamos.
Em todos
esses casos, pressionar essas pessoas a trabalharem conosco não é um ato de
amor.
Amá-las
de uma forma que elas consigam receber esse amor,
isso sim é.
E,
se você não puder compartilhar autenticamente aquilo que elas pedem, seja
honesto.
Se uma
pessoa se sente amada quando você ouve suas queixas, mas você está cansado de
ouvi-las, então permita que ela faça seus julgamentos sobre o seu amor.
Você
sabe que as ama.
Deus
sabe que você as ama, e isso basta.
Se uma
pessoa se sente amada quando você concorda que ela é uma vítima, mas você não
consegue concordar honestamente com isso, então ouça, permaneça em silêncio,
diga algo gentil, honesto e neutro, ou afaste-se.
Você
sabe que ama.
Deus
sabe que você ama.
Isso
basta.
Em todos
os casos, faça o possível para evitar julgamentos, pois todos estão se
esforçando ao máximo para crescer, dadas as suas mentalidades, crenças,
condicionamentos
e circunstâncias atuais.
Você
não precisa arcar com as consequências das escolhas dos outros.
Você
ainda pode fazer as suas próprias escolhas.
Você
ainda pode ter uma vida feliz e alegria no coração, mesmo
que outros escolham caminhos diferentes.
Você
ainda pode ser saudável, mesmo que as pessoas com quem convive não o sejam.
Você
ainda pode viver na abundância sem ter de dividir cada centavo com aqueles que
abraçam a escassez.
Doe a
partir de um coração pleno.
Compartilhe
aquilo que lhe traz alegria genuína ao compartilhar.
E
então, queridos, vocês doarão conforme a orientação recebida e permitirão que
as pessoas também vivenciem os resultados de suas escolhas.
Não
é preciso sofrer por aqueles que não realizam o trabalho que você realizou.
A
partir do seu espaço de maior felicidade, você pode elevá-los.
Como
costumamos dizer:
preferimos ter um na luz a dois na escuridão.
Permita
que as pessoas sejam quem precisam ser.
Convide-as
a experimentar o que funciona para você.
Demonstre,
com gentileza, uma vida feliz, saudável e elevada que inspire os outros, sem
exercer pressão.
Mas,
em todos os casos, ame-as como elas são e onde quer que estejam em sua jornada.
E
amem a si mesmos o suficiente para serem vocês mesmos também.
Que Deus
os abençoe!
Nós
os amamos muito.
Os Anjos
Canal: Ann Albers
Fonte: https://www.visionsofheaven.com/
Formatação e tradução – DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
https://www.sementesdasestrelas.com.br/artigos/ann-albers-quando-nao-puder-corrigi-los-ame-os/




