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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

HISTORIAS DE MALDEK JAFFER BEN-ROB DA TERRA PARTE 4

HISTORIAS DE MALDEK
JAFFER BEN-ROB DA TERRA
PARTE 4
Posted by Thoth3126 on July 31, 2013
JAFFER BEN-ROB da TERRA – Parte IV -Histórias de MALDEK, da Terra e do sistema solar
Após a explosão do planeta Maldek, os cientistas nodianos previam que a Terra estava à beira de algumas calamidades geológicas em função da destruição do planeta Maldek e do impacto que esse evento estava causando em todos os demais corpos do sistema solar, afetando profundamente todas os seres humanos de todos os planetas e planetoides (luas) dos radiares,
mas a questão era em que ponto do futuro.
O encontro se encerrou com Opatel Cre’Ator instruindo o conselho a iniciar a elaboração de planos para tirar/evacuar o maior número possível de pessoas de outros mundos e de pessoas do planeta Terra…
Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 155 a 194.
Tradução e imagens:  Thoth3126@gmail.com 
JAFFER BEN-ROB DA TERRA – IV
“Eu estava lá quando o fogo da primeira estrela da criação produziu luz e o seu criador a abençoou.
Sim, pois no início dos tempos você era uno com o Criador De Tudo O Que É e o será novamente”.
Sou Stiyler de Peckrant.
O DIA DA DESTRUIÇÃO de MALDEK
A época do solstício de verão (para nós do hemisfério sul, no Brasil, hoje seria em 21 de dezembro) era feriado mundial na Terra há centenas de muitos e muitos milhares de anos.
A tribo de Alfora também observava o dia e as práticas religiosas inerentes a ele.
Saímos na noite anterior para passar o dia rio acima com Mill e sua família.
No dia do solstício, fizemos um banquete, demos banho em Barla no rio e orgulhosamente observamos enquanto uma anciã santa da tribo abençoou nossa filha com talismãs e amuletos para garantir uma vida longa e fértil.
Mais tarde a mesma sacerdotisa, num transe fraco, informou a tribo reunida que estava recebendo sensações poderosas de que haveria um acontecimento trágico muito em breve.
Disse-nos que nossas vidas nunca mais seriam as mesmas.
Mill me disse que devíamos levar muito à sério as sensações espirituais da mulher santa, pois fora ela que lhe dissera anos atrás para abrigar Alfora até que ela fosse levada embora por um estranho de uma terra distante.
Menos de uma hora depois, a Terra começou a tremer violentamente e ondas vindas do Nilo engolfaram nosso acampamento.
Corremos até atingir um terreno mais elevado.
De nossa nova localização, observamos centenas, milhares de animais e pássaros ribeirinhos correndo e voando em todas as direções. Seus gritos eram ensurdecedores.
Ao norte vimos um pilar de fogo vermelho  projetando‑se no céu azul desde o topo da grande pirâmide, que rapidamente se tornava negro.
Então viu-se um clarão brilhante de luz branca no céu distante (quando MALDEK explodiu), e um grande número de pássaros mortos caiu na Terra e no rio.
O rio ficou vermelho de sangue enquanto os pássaros eram devorados por crocodilos e outros predadores anfíbios.
O pilar de fogo estava diminuindo no topo da pirâmide quando nós e a nossa tribo partimos para o noroeste em direção à cidade de Pankamerry.
No caminho, outras tribos que tinham o mesmo destino se juntaram a nós.
Havia em nós um sentimento como se o mundo estava chegando ao fim.
O céu era de um cinza escuro e lúgubre.
Relampejava continuamente, mas não choveu.
Estávamos muito cansados e assustados e nos sentamos com outras pessoas para repousar.
Nessa hora, ouvi chamarem meu nome.
Respondi, gritando mais alto que o estrondo dos trovões.
Pouco tempo depois, reuniu‑se a nós Aquele que Não Projeta Sombra, que nos disse que os maldequianos tinham feito em pedaços seu planeta natal Maldek, que havia explodido quando recebeu a energia VRIL enviada da terra pela grande pirâmide.

O Cinturão de Asteroides, o que restou da explosão ocupa a posição orbital original do planeta MALDEK (cujo tamanho era de 4,2 vezes o tamanho da Terra) e são fragmentos do planeta de quando esse explodiu há cerca de 251 milhões de anos.
Os seus dois maiores pedaços são as duas atuais luas de Marte,
Phobos (Medo) e Deimos (Terror), nomes bem apropriados.
Os anéis de Saturno são fragmentos de poeira capturados durante a explosão de Maldek.
Admito que na hora fiquei contente ao ouvir isso, mas também fiquei pensando se os nodianos teriam algo a ver com a destruição de Maldek.
Enquanto eu estava à beira de um ataque de alegria histérica, fui atraído pelos soluços de minha mulher Alfora.
Fui consolá‑la, dizendo:
“Não chore, os maldequianos mereceram o que aconteceu com eles”.
Ela respondeu:
“Não é pelos maldequianos que me sinto triste.
Estou triste por causa de minhas plantas e lindas flores que deixei para trás em Maldek quando voltamos para casa na Terra.
Você acha que o elohim poderia tê‑las salvo da destruição?”
Não sabia o que dizer a ela.
Consolei‑a dizendo que eu a ajudaria a plantar um jardim florido quando conseguíssemos voltar para nosso povoado natal e minha família.
Quando chegamos a Pankamerry, o local estava muito cheio de gente da Terra e de todo tipo de gente de outros mundos.
Havia cerca de seis gracianos ali aguardando a chegada da espaçonave que os levaria da Terra, transportando‑os para algum outro porto cósmico no espaço.
O dia seguinte foi aquele no qual os krates iniciaram seu espetáculo de violência, matando todos na planície que tivessem a mais ligeira relação com a construção das pirâmides.
Chegou‑nos a notícia em Pankamerry dessas atrocidades e um aviso de que os krates estavam vindo lentamente em nossa direção.
Alguns dos homens da cidade se armaram.
Outros de nós decidiram se embrenhar na espessa floresta tropical ao sul.
Exatamente no momento em que tomamos nossa decisão de nos deslocar para o sul, a esperada, mas muito atrasada, espaçonave graciana aterrissou a alguns quilômetros a oeste da cidade.
Depois de entrar em contato com a tripulação da nave, fomos aceitos a bordo juntamente com Cark Ben‑Zobey e sua família.
Os gracianos nos levaram para o nordeste sobre o Mediterrâneo para uma terra que agora faz parte do Iraque.
Disseram‑nos que retornariam para nos pegar depois de acabarem de pegar os gracianos extraviados e os tirar do perigo.
Essa espaçonave nunca mais retornou.

Os dois enormes pedaços de rocha que orbitam o planeta Marte,
Phobos e Deimos, foram lá colocados pela Federação Galáctica para estabilizar a órbita marciana caso contrário o planeta vermelho saltaria para fora do sistema solar quando o planeta Maldek explodiu.
O pedaço maior, Phobos, foi escavado pel0s maldequianos e hoje é uma base subterrânea de operações dos mesmos.
AS CONSEQÜÊNCIAS DA DESTRUIÇÃO DE MALDEK
Passamos vários anos no que era então uma região remota da Terra.
Não tínhamos desejo de nos mudar desse autêntico santuário.
Conosco havia vários dos povos dos planetóides (luas) de Relt/Júpiter e algumas pessoas da Terra.
De vez em quando alguém contava ter avistado um carro aéreo maldequiano, mas não era freqüente.
Certa noite, três grandes luzes sobrevoaram nosso acampamento.
Essas luzes desceram no alto de uma colina localizada a cerca de 12,8 quilômetros ao sul. Eu, claro, reconheci nas luzes algum tipo de espaçonave.
Debatemos se devíamos ou não investigar quem estava no controle dessas naves.
Alguns de nós homens decidimos ir dar uma olhada na nave sem sermos vistos.
Esperávamos que os veículos fossem gracianos ou nodianos e não lotados de krates furiosos.
A nave, afinal, era um transportador nodiano proveniente dos planetóides/luas do radiar moribundo Sumer/Saturno.
Estava lá para deixar vários milhares de sumerianos na Terra.
Conhecemos o líder dos sumerianos, um homem chamado Trome.
[Veja as narrativas de algumas das primeiras vidas de Trome passadas na Terra em "Através de Olhos Alienígenas, Parte 2" W.B.]
Minha relação com Trome e seu povo foi muito amistosa, existindo até o dia de hoje.
Nos meses imediatamente seguintes, centenas de milhares de sumerianos vindos das luas/planetóides até então habitados de Saturno/Sumer chegaram a Terra em espaçonaves nodianas.
Fui convidado a me reunir a um conselho consultivo liderado pelos nodianos Tasper‑Kane e seu assistente Abdonel.
A vida com os sumerianos era mais fácil do que fora nos últimos anos.
Uma das principais razões era que os sumerianos tinham capacidade de gerar eletricidade.
Durante pelo menos dois anos viajei pela Terra com o conselho num carro aéreo nodiano.
Sempre que podia, atuava como intérprete.
Uma de nossa viagens nos levou ao meu povoado natal de Tigrillet.
Descobri que meu pai e minha mãe ainda estavam vivos, mas que tio Kanius morrera de causas naturais.
A vila dos maldequianos e suas construções externas tinham sido totalmente queimadas.
Alguns diziam que por alguma razão desconhecida elas foram queimadas pelos próprios maldequianos.
Em uma ocasião visitamos a cidade fantasma de Miradol/Teotihuacan (hoje no México), encontrando‑a totalmente desprovida de vida humana. Naquela mesma viagem, voamos para o sul até a capital do governador geral maldequiano, Her‑Rood.
O lugar estava repleto de krates e muitos tipos de sobreviventes de outros mundos.
Um deles, residente no palácio de Her‑Rood, era o embaixador nodiano na Terra.
Opatel Cre’ator.
Teotihuacan, México, todo esse complexo de pirâmides também foi construído ao mesmo tempo, pelos gracianos, com as construções de Marte (em Cydonia) e as pirâmides do Egito, a pedido dos maldequianos.
Durante a nossa primeira tarde no palácio, os integrantes de nosso conselho se encontraram com Opatel e resumiram para ele nossas conquistas e planos futuros.
Ele, por sua vez, nos disse que as coisas deviam se tornar péssimas na Terra.
Os maldequianos sobreviventes da explosão de seu planeta Maldek tencionavam continuar a governar o povo da Terra, mas isso não era o pior que se esperava.
Cientistas nodianos previam que a Terra estava à beira de algumas calamidades geológicas em função da destruição do planeta Maldek e do impacto que esse evento estava causando em todos os demais corpos do sistema solar, afetando profundamente todas os seres humanos de todos os planetas, mas a questão era em que ponto do futuro.
O encontro se encerrou com Opatel instruindo o conselho a iniciar a elaboração de planos para tirar o maior número possível de pessoas de outros mundos e de pessoas do planeta Terra.
Disse que estavam sendo tomadas providências em alguns outros sistemas solares para receber toda e qualquer pessoa que fatalmente deixasse o malfadado mundo.
Foram necessários anos para se tomar as providências das quais falou Opatel.
Eu próprio reuni milhares de pessoas da Terra e as acompanhei a um sistema solar/estelar no Aglomerado Estelar M-45, as PLÊIADES, onde foram instaladas juntamente com milhares de marcianos.
O planeta (onde estou e vivo agora) MOLLARA é um pouquinho maior do que a Terra, sendo habitado por gente nativa de pele clara de cerca de 1,52 metro de altura.
Sempre foram anfitriões bondosos e dispostos.
Naquele tempo eu visitei MOLLARA oito vezes, cada vez transportando milhares de imigrantes refugiados da Terra.
Atualmente, descendentes desses imigrantes e pessoas recorporificadas daquela primeira vida participam do estudo da decrescente Barreira de Freqüência da Terra.
Lembrem‑se, para muitas das pessoas que atualmente vivem em Mollara, bem como para mim, a Terra é realmente nosso mundo natal.
A medida que seguia a movimentação para tirar as pessoas da Terra, os nodianos se mantinham em contato diplomático estreito com os maldequianos que viviam no planeta.
Os nodianos nunca perderam as esperanças de que os maldequianos de alguma forma se abrandassem e vivessem em paz com as outras raças dos demais planetas.
Mas os maldequianos levaram adiante seu programa de subjugar todas as outras raças até aquele dia fadídico para a Terra em que as grandes chuvas começaram a cair e o mundo era constantemente sacudido por violentos terremotos.
Pouco antes daquele dia terrível, Alfora, Barla e eu partíramos de carro aéreo em busca de meu pai e minha mãe.
Nós e o piloto de nosso carro aéreo (um sumeriano chamado Asentel) os encontramos morando numa casinha nos limites do que antes era a fazenda de tio Kanius.
Estávamos felizes por estarmos juntos mais uma vez e passamos horas contando uns aos outros as experiências que vivêramos enquanto ficamos separados uns dos outros.
Depois da refeição, Alfora nos trouxe, aos homens, uma bolsa de charutos gracianos que guardara de nossa época em Mir.
Alguns dos charutos, que ela carregara em uma bolsa de pano, estavam tortos, quebrados ou reduzidos a pó.
Ela os esparramou na mesa diante de nós. Algo no montículo capturou a luz de uma vela próxima, e eu o tirei do monte de tabaco.
Era um pequeno triângulo prateado com um duplo lado esquerdo, a mesma jóia que Aquele que Não projeta Sombra deu a Alfora no dia em que o krate maldequiano Serp‑Ponder nos salvou da morte,
mandando‑nos para a segurança de Pankamerry.
Meu pai acendeu um dos charutos, inalando a fumaça como se os tivesse fumado a vida toda.
Ele disse:
“Se vivesse tempo suficiente, poderia realmente aprender a apreciar estas coisas.”
Acabara de terminar sua frase quando a Terra abaixo de nós sacudiu com tal força que o telhado começou a ruir.
Conseguimos sair da casa e entrar no carro aéreo, nos apertando no veículo e sentando uns nos colos dos outros.
Asentel levou o carro aéreo a cerca ele 1200 metros, onde havia menos turbulência do que acima e abaixo.
Dentro de alguns minutos o carro foi atingido por relâmpagos.
O primeiro matou nosso piloto Asentel e o segundo e terceiro raios mataram os que restavam de nós. Bem, aí estão alguns dos destaques de minha primeira vida na Terra.
Vivi muitas vidas no planeta desde então, das quais vou narrar algumas na sequência de minha história
O Aglomerado Estelar (grupo de Sóis/Estrelas) M-45, as PLÊIADES.
JAFFER BEN ROB HOJE
Nasci nesta vida atual no planeta Mollara nas PLÊIADES.
Atualmente, ocupo o cargo de conselheiro chefe de comércio da Casa de Cre’ator no planeta Simm.
Ainda tenho de encontrar o Rubdus novamente recorporificado que, depois de renascer em seu planeta natal de Simm, tornou‑se adulto e saiu de seu mundo natal como empregado de um grupo de gracianos várias anos antes de eu vir para cá e dar início à minha tarefa atual.
Antes de encerrar esta comunicação, responderei sua múltipla pergunta, ou seja, há quanto tempo foi construída a Grande Pirâmide e a Esfinge ou, em outras palavras, há quanto tempo MALDEK explodiu?
A resposta simples é 252 milhões de anos atrás (acrescentem ou tirem alguns anos).
Pensem nisso por um momento.
Muitos de vocês, leitores, estão preparados para aceitar (ou acreditar piamente) no fato de que todo nós já estivemos vivos antes, e que eles viveram há milhares de anos em lugares como Atlântida e o que é agora considerado o Egito antigo?
Considerem que os que vivem hoje e viveram antes como atlantes,
ou egípcios também animaram (em vidas anteriores a essas épocas) formas humanas de vida modificadas pela  Barreira de Freqüência conhecidas como Australopithecus Afarensis (datado de quatro a cinco milhões de anos atrás) e Australopithecus Africanus (datado de 3,5 a 2,5 milhões de anos atrás).
A seguir, temos as formas pré‑históricas de humanos que sofreram mutação em decorrência da Barreira de Freqüência conhecidas como Homo Habilus, Australopithecus Robustus e Homo Erectus.
Acredita‑se que esses últimos tipos de humanos modificados tenham vivido há cerca de dois milhões e trezentos mil anos atrás. Acredita‑se que os primeiros tipos humanos Neanderthal tenham vivido há cerca de 130 mil anos.
Por mais distantes que esses tempos possam parecer, acreditem‑me, são na verdade bem recentes quando comparados ao tempo total (cerca de 11 bilhões de anos) vivido pelos humanos em planetas espa­lhados por todo o universo.
Uma pessoa na Terra hoje poderia dizer:
“Não quero morrer.
Quero viver para sempre.”
Se não fosse pela presença da Barreira de Freqüência, a pessoa dona desse desejo se lembraria de todas as vidas já vividas no passado pela sua alma e não teria lembrança dos breves períodos chamados morte.
Entendam, estamos vivendo para sempre, exceto que o início de meu para sempre, bem como o início do para sempre de muitos dos que estão lendo estas palavras, começou há cerca de 252 milhões de anos ‑ ou talvez até mesmo muito antes disso.
Durante o grande espaço de tempo que se passou desde aquela minha primeira vida, a espécie humana universal avançou um milhão de vezes multiplicado a um milhão, tanto tecnologicamente como na compreensão dos níveis superiores do campo vital universal.
Fico feliz em dizer que essas coisas inspiram os desejos dos que querem seguir o caminho do plano mestre do Criador de Tudo O Que É (os caminhos da LUZ).
Fico triste em dizer que os seres do lado negro/sombrio da vida usavam (e atualmente usam) o conhecimento e as grandes conquistas da espécie humana para seguir com sua meta diabólica de conquista universal.
Eu os deixo com isto: não existem deuses que riem e que se divertem com as tristezas da humanidade.
Ignorem os que (dizem que) falam por eles ou fingem manifestar tais coisas.
Também penso ser necessário dizer isso: os seres do estado aberto de consciência, inclusive eu mesmo, não são criaturas inacessíveis residindo em níveis superiores do campo vital universal, nem viemos de qualquer universo paralelo, esvoaçando para lá e para cá no tempo e espaço.
Este é o último bocado de força vital que gastaremos respondendo a tal besteira.
Cortem‑nos, e nos ferimos e sangramos como vocês.
Nos neguem exatamente as mesmas coisas que sustentam sua vida e nós morreremos.
Àqueles que pensam que não temos direito algum de corrigir suas falsidades e fantasias de modo que nossos testemunhos oculares tenham uma chance justa nas mentes dos que buscam a verdade,
nós os avisamos, não nos façam seus inimigos, pois nós já humilhamos a muitos que quiseram bancar deus.
Realmente…
Sou Jaffer Ben‑Rob da Terra (Sarus).
CONTINUA …
(Postado originalmente em 16 de Agosto de 2012)
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará
João 8:32
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Historias de Maldek – Sharmarie de Marte – Parte III final,

QUARTA-FEIRA, 23 DE JANEIRO DE 2013
Historias de Maldek – Sharmarie de Marte
Parte III final
SHARMARIE de MARTE – Parte III, Final, Histórias de MALDEK e o Sistema Solar.
Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 9 a 35.
“Cada Lei existente na Natureza pode ser descrita pela sagrada linguagem dos números (Geometria Sagrada), e cada Lei da Natureza esta expressada nas atividades de um simples átomo”.
EU SOU Ralbux Ducsur do planeta Gracyea.
Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com
MAIS UMA ERA DOURADA
(ATLÂNTIDA)
Há aproximadamente 29 mil anos, o local que eu chamava de lar se estendia para além de dois mil quilômetros ao sul do lugar que vocês chamam agora de Flórida, nos EUA.
Outra parte do reino prolongava-se cerca de mil e trezentos quilômetros ao sul da península Ibérica (Portugal e Espanha).
Denominávamos as partes da terra separadas pelo oceano de Fe-Atlan e Ro-Atlan, respectivamente (ou seja, Atlan do Norte e Atlan do Sul).
Uma parte do sul da Inglaterra, na época, ainda se ligava ao continente da Europa.
Hoje, na Terra existem lendas sobre esse reino.
Vocês chamam o reino que é o tema dessas lendas de ATLÂNTIDA.
Nós então tínhamos colônias nas terras por vocês hoje chamadas de Egito, Bretanha e Finlândia.
O restante do mundo era nossa reserva de caça, repleta de animais e tipos subumanos remanescentes do último período de trevas causado pela então imprevisível Barreira de Freqüência
Esses subumanos eram o que vocês denominam agora povos pré-Neanderthal, Neanderthal e Cro-Magnon. Meu povo tinha um vínculo biológico com este último.
Os Cro-Magnons podiam ser treinados e eram utilizados para trabalho escravo, principalmente nas minas de Ro-Atlan situadas no norte longínquo.
Concepção artística de Atlântida e sua localização entre o norte da atual América do Sul e do Brasil, oeste da África e à leste dos EUA, uma imensa ilha/continente que teria afundado em violentos cataclismos em torno de 10.986 a.C. evento que dá base para o Dilúvio bíblico de Noé.
Nós, do povo atlanteano, não precisávamos do auxílio de extraterrestres ou de deuses celestiais (que sabíamos existir) para desenvolver uma altíssima tecnologia que incluía espaçonaves, rádios sem fio, televisão, computadores, energia nuclear e inúmeras outras formas de tecnologia que utilizavam cristais especialmente cultivados e energia psíquica humana transmitida através dos níveis superiores do campo vital universal.
A telepatia mental era empregada com facilidade, mas era praticada de maneira sábia e não irrestritamente, de modo que a força vital que deveria ser gasta nesse trabalho não se perdesse.
Mesmo assim, os sacerdotes regularmente travavam conversas mentais com os extraterrestres.
Estes nos disseram que se mantinham fiéis a uma lei chamada Diretriz Primeira que proibia a interferência no desenvolvimento natural de uma cultura planetária (respeito total ao livre arbítrio)
Eles realmente pediam permissão para visitar a superfície do planeta de vez em quando para colher amostras de várias plantas e animais, O sacerdote concedia-lhes permissão para fazê-lo
Nasci cerca de 723 anos depois do início da chamada Era Dourada
Poucos foram abençoados com a capacidade biológica de se adaptar a essa pequena calmaria temporária no curso da Barreira de Freqüência ou dela se beneficiar.
Meu nome era então Socrantor, o jovem, nascido de Rosey (minha mãe) e Socrantor, o velho (meu pai).
Eu tinha um irmão mais novo chamado Macrantor.
A moeda de Atlan consistia em gemas e cristais preciosos sintéticos que podiam ser produzidos por meio de processos secretos conhecidos apenas pelo rei e pelos sacerdotes,
O acúmulo de riquezas era a meta de todos os atlanteanos.
Meu pai era capitão de um navio para pesca oceânica que também caçava animais de pêlo como lontras e focas.
A riqueza que adquiriu permitiu que ele comprasse para meu irmão uma posição no sacerdócio e para mim um posto inferior no exército do rei.
Meus primeiros deveres incluíam escoltar e proteger grupos de nobres em excursões de caça em regiões localizadas em qualquer continente que se possa imaginar.
O animal caçado era, em geral, a criatura peluda parecida com um elefante que vocês chamam de mastodonte.
Em uma dessas excursões de caça na Ásia Central, eu estava prestes a me recolher à noite quando um dos nobres chamou a atenção do grupo para uma espaçonave extraterrestre, que passou lentamente sobre nossas cabeças e aterrissou a pouca distância.
Fizemos comentários sobre o tamanho imenso do veículo, e um de nós disse:
“Vamos dormir.
Eles não vão nos incomodar e não vamos incomodá-los”.
Outro disse que queria que nós, atlanteanos, tivéssemos tal veículo para podermos viajar pelo espaço e visitar outros mundos.
Outro nobre garantiu-lhe que algum dia teríamos.
Do interior de minha tenda, vi uma luz branca suave girando na parte superior da nave alienígena.
Seu ritmo pulsante prendeu minha atenção.
Ela passou a pulsar rapidamente até que me senti entrando num estado de consciência que não conseguia evitar, mesmo com toda minha força de vontade reunida.
Ouvi então uma voz falar comigo telepaticamente:
“Sharmarie, então você está aí, velho amigo.
Talvez não se lembre de mim agora, mas nós nos conhecemos em tempos passados.
Sou Rayatis Cre’ator.
Quem me dera levar você conosco quando partirmos, mas não tenho o sinal positivo de orientação divina autorizando-me a fazê-lo.
Lamento muito isso.
Tente se lembrar deste contato mental, e tente lembrar-se de mim.
Talvez possamos nos falar mentalmente no futuro.
Tenho muito para lhe contar.
A Senhora Cre’ator está de volta para nós, do estado aberto.
Lembrei-me do contato mental daquela noite, mas não me lembrei daquele que chamava a si mesmo Rayatis Cre’ator.
Naquela noite, sonhei com espaçonaves e gente de cabelos brancos, bem como com carros aéreos, injeções doloridas e deuses celestiais que usavam elmos e batiam a ponta da língua no centro do lábio superior.
Durante cerca de doze anos depois daquela noite, tudo deu certo em minha vida.
Recebi um posto mais graduado na hierarquia militar e casei com uma mulher chamada Toriata.
Não tivemos filhos.
Então, algum gênio de ATLÂNTIDA propôs a idéia de perfurar dois orifícios enviesados na Terra, utilizando várias detonações nucleares sucessivas.
Um desses orifícios foi iniciado no Iraque, e o outro no Peru.
Ele calculara que, se conseguisse atingir o magma do planeta, poderia obter um dos ingredientes (Plasma, o quarto estado da matéria) usados pelos extraterrestres para propulsionar suas espaçonaves, permitindo ao povo das duas Atlans viajar pelas estrelas.
A energia extraída do âmago seria armazenada em grandes cristais abrigados no subsolo tanto de Fe-Atlan como de Ro-Atlan
Jornal da Flórida:
Duas enormes pirâmides de cristal foram encontradas na área do Triângulo das Bermudas, que pertenceu ao reino de ATLÂNTIDA.
Não era nada fácil ignorar os terremotos, os maremotos e erupções vulcânicas provocados por essas explosões nucleares, tampouco a maneira maluca de sentir e agir que os povos das duas Atlans passaram a exibir.
O gênio perdeu o controle de seu projeto, e seu transmissor continuou a enviar a energia do âmago para os cristais armazenados.
As duas Atlans e seus povos literalmente vibravam em imensas nuvens de poeira e cinzas vulcânicas, que cobriam a Terra e impediam que o sol a aquecesse, provocando assim, o início da primeira Era Glacial da Terra.
O oceano cobriu outras partes da terra que não foram desintegradas e as duas Atlans desapareceram.
Eu tinha 52 anos quando essa catástrofe ocorreu e tirou minha vida.
Onde fica a Atlântida?
A resposta: em toda parte.
SOLDADO DE ESPARTA
Meu nome era Rembelyan.
Nasci no ano de 462 a.C., filho de Menneva e Artaclean, respectivamente minha mãe e meu pai.
O local era a cidade-estado da antiga Grécia chamada à época, como agora, de Esparta.
Tinha três irmãs.
Quando tinha oito anos, fui tirado de meus pais (com seu consentimento espontâneo) para viver com outros meninos de minha idade em quartéis do estado, onde treinávamos para ser soldados.
Fomos treinados, em primeiro lugar, no manejo das fundas, usadas contra qualquer adversário que houvesse sobrevivido às flechas de nossos arqueiros de longo alcance e estivesse chegando muito perto.
Na verdade, nos postávamos logo atrás dos arqueiros de curto alcance, arremessando nossas pedras sobre suas cabeças, então corríamos feito loucos para a retaguarda de nossos próprios atiradores de dardos e lanceiros que avançavam.
Foto de uma das Pirâmides encontradas no fundo do oceano no Triângulo das Bermudas.
Um sábio general propôs que os atiradores de dardos que estivessem avançando poderiam carregar com eles aljavas de flechas que deviam ser entregues a qualquer arqueiro que passasse correndo e as apanhasse.
Nunca conseguimos que os atiradores de dardos carregassem bolsas de pedras para nós,
fundeiros.
Antes de fazer dez anos, eu já experimentara a guerra muitas vezes.
Quando tinha 14 anos, era perito em dardos e aos 19, era considerado ótimo espadachim.
Para conseguir chegar aos 19 anos nessa profissão era preciso ser ótimo matador e não se deixar matar.
Eu gostava de cavalos e mulheres.
As mulheres dos vencidos eram sempre parte do pagamento do soldado vitorioso.
Os cavalos capturados pertenciam ao estado e eram cavalgados apenas pelos superiores.
Os cavalos tinham de receber alimentos, água, de ser tratados e selados.
Naquele tempo, as selas espartanas não tinham estribo, até que, certo dia, um de nossos arqueiros abateu um cavaleiro cita (povo nômade do norte da Europa e Ásia, hoje) e capturou sua montaria, que estava com uma sela com uma dessas invenções maravilhosas.
Por que eu não pensara nisso?
Como disse, apenas os homens de altos postos andavam a cavalo.
Esparta não dispunha de cavalaria porque o soldado comum passava por maus bocados para ficar montado nas bestas, quando elas começavam a galopar.
O uso do estribo permitiu a formação da primeira cavalaria espartana.
Fui selecionado como membro desse ilustre grupo que, a princípio, tinha 30 homens e, com o tempo, deu origem a nove grupos de 360 homens cada um.
Aprendi a montar muito bem e acabei incumbido de ensinar os outros a lutar montados nos animais, bem como quando lutar e como desmontar de um cavalo ferido, evitando assim,
ficar preso debaixo dele quando ele caísse.
No ano 432 a.C., iniciou-se o que ficou historicamente conhecido como a Guerra do Peloponeso, entre Esparta e a cidade-estado de Atenas.
Eu tinha por volta de 30 anos na época.
Àquela altura, os atenienses contavam com uma cavalaria de tamanho considerável, bem como com selas com estribos.
Descobri em minha vida atual que a guerra durou 27 anos, terminando com a derrota dos atenienses pelos espartanos que, assim, obtiveram a hegemonia na Grécia.
Fui morto na primeira batalha dessa guerra, montado num cavalo, pelas flechas provenientes de meus próprios arqueiros (creio que isso se denomina fogo amigo).
O chefe dos arqueiros não calculou muito bem o ângulo de fogo e, naquele dia, mandou muitos bons cavaleiros espartanos numa jornada para a terra além do rio Estige (na mitologia grega, o rio que percorre a região infernal)
SOLDADO DE ROMA
Eu era Granius, nascido de um homem livre de nome Robarius e de sua mulher escrava Sheila.
Foi em 236 a.C.
O local era a vila agrícola de Utherium, situada a cerca de 112 quilômetros ao norte de Roma.
Quando eu tinha uns oito anos, meu pai me pôs a serviço, por cinco anos, de um construtor de estradas, seu amigo.
Eu não era tratado como escravo, e sim mais como um filho que precisava muito receber educação.
Educação que adquiri, em especial quando se tratava de projetar e construir pontes.
Essa arte fugia à capacidade de meu tutor Drancusus, então ele sempre precisava que viessem de Roma engenheiros construtores de pontes especiais para cuidar de qualquer problema com pontes com o qual pudesse se defrontar no decorrer da construção da estrada (em geral estradas na direção norte e sul, sempre ao norte de Roma)
O FÓRUM Romano, o centro político, econômico, cultural e religioso da cidade durante a República e, mais tarde, durante o Império, está agora em ruínas. Foro Romano. Da sinistra,
in primo piano: le 3 colonne del tempio di Vespasiano e Tito, l’arco di Settimio Severo, il tempio di Saturno.
Os engenheiros construtores de pontes eram homens muito eruditos que falavam um dialeto de difícil compreensão para mim no começo.
Aprendi com rapidez seu falar e eles logo me empregaram para berrar suas ordens aos escravos.
Vários dos pedreiros já tinham trabalhado com eles em outros serviços e conseguiam compreender o que estavam dizendo.
Enquanto prestava diligente assistência aos engenheiros de pontes, aprendi a ler seus projetos e fui aceito como parte de sua bagagem, por assim dizer.
Quando acabaram meus cinco anos de serviço, fui para casa e descobri que minha mãe morrera e meu pai estava muito doente.
Ele morreu cerca de dois meses depois.
Fui embora antes de ser vendido pelo estado como apenas mais um escravo da casa (eu não era marcado)
Voltei para o grupo de construção de estradas e reassumi minha antiga posição de tradutor para os engenheiros de pontes.
Certo dia, o engenheiro-chefe veio e me disse que o exército precisava de projetores e construtores de pontes.
Disse que me arranjaria esse serviço, mas o problema era que eu tinha de ficar 25 anos no exército.
Entrei no exército e me deram treinamento de soldado combatente.
Estudei a construção de todos os tipos de pontes que podiam ser construídas às pressas e,
facilmente, desmontadas para ser transportadas com rapidez para a dianteira das tropas em marcha ou o mais próximo possível da frente de batalha.
(Tratava-se de uma tarefa e tanto)
Em 216 a.C. , eu tinha mais ou menos 20 anos e comandava uma pequena equipe de engenheiros do exército, cerca de 75 escravos e os 40 soldados que os vigiavam.
Tínhamos aproximadamente 15 carroças puxadas por cavalos que levavam nossas ferramentas para a construção de pontes.
Estávamos indo para o norte sob o comando de Quintus Fabius Maximus Verrucosus ao encontro do exército do general cartaginês conhecido como Aníbal.
Nosso exército travou combate com o dele e deteve seu avanço. Lutamos e, então, retiramo-nos estrategicamente para o sul rumo a depósitos de alimentos e esconderijos de armas que construíramos e estabelecêramos em nosso caminho para o norte.
Destruíamos com fogo ou desmontávamos nossas pontes à medida que nos retirávamos.
Mas Aníbal também sabia construir pontes com bastante rapidez.
Havia chovido durante vários dias e foi necessário abandonar minhas carroças e forçar os escravos a carregar as ferramentas.
O exército já tinha se deslocado mais para o sul.
Demorei muito para tomar a decisão de deixar as carroças e fomos atacados por grandes levas de cartagineses.
Meus guardas escravos fugiam ou se rendiam na hora.
Passaram-me um laço no pescoço e me puxaram atrás de um cavalo.
Fiquei segurando a corda com as mãos até que meu corpo bateu em pedras e troncos de árvores, forçando-me a soltá-la.
Ouvi os ossos de meu pescoço se quebrarem, então tudo ficou escuro.
O que aprendi dessa vida foi: não se demore para queimar suas pontes, principalmente se os cartagineses estiverem no seu encalço.
O ÍNDIGENA ANASAZI
A época foi por volta de 789.
O lugar em que nasci era uma habitação nas rochas dos Anasazi, cujos restos encontram-se na parte norte do que é atualmente o Arizona-EUA (Desfiladeiro de Chelly).
Meu nome era Moytensa.
Tinha dois irmãos mais novos de nome Rocree e Rocreenal.
(Sim, sei que é como se dissesse:
Sou Larry.
Este é meu irmão Darryl e este meu outro irmão Darryl.)
Meus pais eram fazendeiros, assim como cerca de 95% dos membros de nossa tribo.
O restante eram caçadores que percorriam grandes distâncias, ficando ausentes durante os meses mais quentes e retornando um pouco antes do início do inverno.
Essa vida foi breve, mas relembro-a aqui para esclarecer algumas questões relacionadas aos anasazi:
O que foi feito deles?
Por que desapareceram de seus povoados?
Viraram canibais?
Cidadela Anasazi, próximo ao Four Corners, Mesa Verde National Park, nos EUA.
Na primavera de meu décimo segundo aniversário, a terra foi assolada por gafanhotos que vieram do que hoje é o México e devoraram nossas plantações.
O número de gafanhotos aumentou a ponto de, ao serem vistos das montanhas mais altas,
parecerem um oceano vivo.
Aqueles de nós que conseguiram, foram para o norte, seguidos de perto por essa praga movediça.
Os doentes e velhos ficaram para trás, e sim, comeram os que morreram de causas naturais.
Os animais de caça dirigiam-se mais rapidamente do que nós para o norte, noroeste e nordeste.
As tribos do norte seguiram a caça, sem saber do horror que avançava em sua direção.
A certa altura de nossas viagens, sentei-me ao lado da trilha e desmaiei, vindo a morrer de fome, embora meu estômago estivesse cheio de gafanhotos assados.
Eles continham alguma substância que nos envenenou.
Alguns membros de nossa tribo foram mortos ou escravizados pelas tribos do norte, enquanto alguns foram recebidos com bondade, tendo permissão de reunir-se a essas tribos como irmãos e irmãs.
MINHA VIDA ATUAL
Nesta vida, meu nome é outra vez Sharmarie que, em meu idioma marciano nativo significa “uma parte pequenina mas muito importante de algo muito grande” (ou, como minhas três companheiras de alma, Quandray, Rekitta e Ogalabon diriam, “uma parte grande de uma coisa pequenina e sem importância”; as mulheres realmente parecem ser todas iguais, seja lá de que mundo venham).
Tenho dois filhos gêmeos com minha companheira Quandray; seus nomes são Benner e Trocker.
Trocker nasceu segurando o pé do irmão, e os videntes consideram esse fato um grande presságio espiritual.
Os gêmeos não tiveram vidas humanas passadas e estão atualmente com cerca de nove anos terrestres.
Nasci nesta vida há aproximadamente 315 anos terrestres, filho da mulher que foi minha mãe na minha primeira vida e de um excelente homem chamado Booke-Tasser.
Booke-Tasser, que também é pai de minha irmã Wren-Shanna nesta vida, é um daqueles que em meu mundo seriam denominados Pai Ta.
Seriam necessárias muitas páginas para explicar esse tipo de pai.
Então, vamos deixar para lá até uma outra ocasião.
Desta vez, meu local de nascimento foi o segundo planeta do sol CARDOVAN, denominado MOLLARA.
Essa estrela é a terceira em brilho (ELEKTRA) das sete estrelas por vocês denominadas as PLÊIADES.
O nome Cardovan significa em nosso idioma “Estrela de Carr.”
Não se trata do nome que lhe foi dado pelos naturais de Mollora ou de outros planetas deste sistema.

Aglomerado Estelar M-45, as PLÊIADES e seu Sol Central ALCYONE,sistema ao qual o nosso SOL (HÉLIUS) pertence e orbita, onde esta localizada a Estrela/SOL ELEKTRA-CARRDOVAN em que MOLLARA, hoje o planeta natal de Sharmarie orbita.
Este planeta (MOLLARA) será o destino final da maioria dos habitantes da Terra que forem resgatados instantes antes da “Grande Mudança” planetária que se aproxima…
Nós a chamamos de Estrela de Carr (CARdovan) porque o Zone-Rex marciano Rancer-Carr trouxe, com o auxílio da FEDERAÇÃO, centenas de milhares de marcianos para este sistema solar, no planeta MOLLARA depois da destruição de Maldek para que eles pudessem sobreviver.
Como sabem, Marte se mudou para uma órbita muito mais distante do sol do que sua órbita original, o que o tornou inabitável para qualquer forma de vida.
Desde meu ano de vida 22 desta vida, fui treinado para ocupar a posição de Monitor Zero do meu povo.
Equivale mais ou menos a ser vice-presidente ou segundo em comando do zone-rex.
Atualmente moro, na maior parte do tempo, em uma das bases subterrâneas da
FEDERAÇÃO na Terra livres da Barreira de Freqüência.
Nesta vida, visitei muitas vezes o planeta Nodia e encontrei Rayatis e a Senhora Cre’ator.
Certa vez, ela me perguntou se eu tinha aprendido a atirar direito.
Ela disse, com bom humor, que eu não a acertara naquela noite chuvosa na Terra tantos anos atrás.
Quanto aos costumes espirituais marcianos, veneramos o Criador Supremo de Tudo Que É e o El de nosso próprio mundo, que sabemos aguardar ansiosamente o tempo em que nós, seus filhos espirituais, mais uma vez andaremos pelas estradas relvadas restauradas.
Nunca retornaremos à vida de pastores nômades em Marte.
Expressando de maneira simples, recordo a letra de uma melodia terrestre:
“Como vai segurá-los lá na fazenda depois de terem visto Paree?”
Nós, marcianos do presente, somos sofisticados demais em relação aos costumes do maravilhoso universo e prometemos juntar nossa energia a todo e qualquer um que se oponha às forças das trevas.
Quanto à Terra, ela ainda tem sido um refúgio para milhões de almas vindas de seus mundos vizinhos que precisavam desesperadamente de um lugar para permanecer após a destruição do planeta MALDEK.
Quanto ao futuro, é meu desejo pessoal que a realidade Crística de fato se manifeste no plano do nível molar de realidade tridimensional e barre qualquer necessidade de guerra entre a Federação e os seres do lado sombrio no final da Barreira de Freqüência no planeta Terra.
Se não for esse o caso, procurem os defensores da Federação pontilhando os céus nestes últimos dias.
E lembrem-se, a nave marciana terá a marca do símbolo da montanha (O Monte Olympus, o maior vulcão de Marte) com dois raios ao fundo.
Não quero que vocês atirem pedras nos mocinhos.
Seja como for, vamos acabar logo com isso de uma vez por todas –
Eu quero mesmo ir para casa.
EU Sou Sharmarie.
Permitida a reprodução desde que mantido o formato original e mencione as fontes.
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ROBERT SHAPIRO ( 1 ) ZUMBI ( 1 )

COMUNICADO AOS SEGUIDORES DO BLOGER

ATENÇÃO LEITORES DO BLOG, MUDANÇAS A CAMINHO FEITAS PELO GOOGLE...

COMUNICADO

ATENÇÃO SEGUIDORES DO MEU BLOG..

SEGUNDA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO DE 2016

Tenho notado que o número de seguidores do blog vem diminuindo a cada dia, cheguei a pensar que pudesse ser um vírus, ou simplesmente um desinteresse em massa...

Nada disso.

Eis um trecho da nota postada no fórum deles:

"A partir do dia 11 de janeiro de 2016 não será mais possível seguir blogs com oGoogle Friend Connect usando oTwitter, Yahoo, Orkut ou outras contas do tipo OpenId.

Além disso, removeremos doGoogle Friend Connect os perfis de contas que não são do Google, então é possível que vocês notem uma queda no número de seguidores em seus blogs."

Infelizmente não sei quais seguidores"sumiram" do blog, mas caso você não tenha uma bendita conta no Google e ainda queira acompanhar o blog, a solução dada por eles é a seguinte:

Crie uma conta Google para acessar o Friend Connect e seguir o blog novamente com essa conta.

Se você tem um blog, saiba mais AQUI.

https://productforums.google.com/forum/#!msg/blogger-pt/gSORVR3q27w/sHDeNf7tCgAJ

CUIDADO COM OS FALSOS PROFETAS...

“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura se colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?"

Mateus 7:13-16

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Assim seja,

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TRADUÇÂO DO TEXTO DA FOTO

A LOVING FRIENDSHIP OF HEAVENLY ANGELS FROM GALACTIC CONFEDERATION OFF PLANETS WITH EARTHMEN IN A SPACE SHIP TRADUÇÃO GOOGLE

A AMIZADE AMOROSA DE HEAVENLY ANJOS DA CONFEDERAÇÃO GALACTIC PLANETAS FORA COM TERRÁQUEOS EM UMA NAVE ESPACIAL

SELAMAT GAJUN! SELAMAT JA!

(EM IDIOMA SÍRIUS:

SEJAM UM!SEJAM EM ALEGRIA!)

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