GRUPO ARCTURIANO“A REAL MUDANÇA”DOMINGO
11 JANEIRO DE 2026Queridos
leitores,
Estas
mensagens têm como objetivo apresentar os princípios da verdade absoluta, a fim
de ajudar aqueles que são receptivos a construir uma base interior que os
liberte da falsa matriz que continua mantendo tantos em cativeiro, oferecendo
um caminho para alcançar um estado de consciência mais evoluído e permitindo
que vejam com mais facilidade através das ilusões do mundo tridimensional.
A
palavra-chave neste momento é mudança, porque a mudança é um requisito
necessário tanto para a ascensão espiritual pessoal quanto global.
A
mudança individual automaticamente gera mudança global, porque cada verdade
realizada acrescenta e eleva a ressonância da consciência coletiva que alimenta
o sistema de crenças da Terra.
A
mudança global em larga escala é a razão pela qual tantas pessoas
espiritualmente despertas escolheram estar na Terra neste momento — não para
fazer, mas simplesmente para SER.
Ao longo
do tempo, cada pessoa, em cada vida, acrescentou inconscientemente a energia de
sua consciência a uma consciência coletiva que muda e evolui automaticamente à
medida que os estados individuais de consciência mudam e evoluem.
À
medida que os seres humanos despertam para a verdade sobre si mesmos e sobre os
outros, essa consciência coletiva a refletirá, permitindo a todos um acesso
mais fácil às verdades e às ideias que sustentam a unidade.
O
mundo não apenas rezará e desejará por mudanças, mas
começará de fato a trabalhar em direção a elas, deixando de aceitar a
disseminação do medo e as falsas alegações daqueles que tentam manter o status
quo para ganho pessoal.
A
DIFICULDADE DA MUDANÇA E A QUESTÃO DO CONTROLE
A
mudança pode ser difícil, especialmente para aqueles que estão no início do
caminho espiritual, porque mudar geralmente implica abrir mão de muitas crenças
fundamentais já bem estabelecidas.
Uma
dessas crenças, muitas vezes não reconhecida, é a necessidade de controle.
Estar
no controle dá à pessoa a sensação de estar segura, certa
e confortável dentro do seu sistema de crenças
— até que ela chega a um ponto de sua jornada
espiritual em que as questões de controle começam a retornar para ela,
forçando-a a começar a se perguntar por quê.
O
controle muitas vezes não é reconhecido como controle porque, para a maioria,
ele se tornou parte da vida cotidiana.
Pais
sentindo a necessidade de exercer controle sobre a vida dos filhos adultos.
Pastores,
padres, gurus e líderes espirituais de todo tipo usando pressão e culpa para
controlar aquilo em que seus seguidores devem acreditar.
Homens
que se sentem no direito de exercer controle sobre as mulheres simplesmente por
causa do gênero, e mulheres frequentemente fazendo o mesmo.
Governos,
especialistas de todas as áreas, educação, saúde
etc., todos utilizam formas geralmente aceitas de controle para fazer com que
os outros aceitem o que eles acreditam ser correto, tanto “para o bem dos outros” quanto para o próprio benefício pessoal.
Viver em
um mundo tridimensional realmente exige certo nível de controle.
Pais
precisam controlar aspectos da vida dos filhos quando são pequenos.
Ter
controle sobre a própria vida e escolhas é uma parte necessária da evolução
rumo ao empoderamento espiritual.
A
polícia precisa de controle em seu trabalho e os professores precisam de
controle em sala de aula.
O
controle ao qual estamos nos referindo, porém, é o controle baseado no ego, que
continua ativo na consciência de muitos, muitas vezes sem ser reconhecido como
algo além de “essa
é a maneira como as coisas são feitas”.
O
controle se manifesta como a sensação de necessidade e de direito de usar
quaisquer meios que sejam necessários para fazer com que pessoas ou situações
se conformem aos conceitos do controlador sobre como as coisas devem ser.
O
controle geralmente se disfarça como um senso de autojustiça, que leva o
controlador a acreditar que está certo, que está fazendo algo bom e ajudando ao
dizer, forçar,
manipular ou intimidar uma pessoa ou situação a ser, agir, escolher ou fazer
algo de determinada maneira (a sua maneira), mesmo
quando a informação não é desejada nem solicitada.
Se você
continua repetindo sugestões sobre como algo poderia ou deveria ser feito a
alguém que ignora suas sugestões, você está tentando controlar.
Se
você insiste que sabe o que é melhor para o outro enquanto ignora o ponto de
vista dele, você está tentando controlar.
Se
você se percebe sempre tentando fazer com que pessoas, lugares e coisas mudem
para a forma que você ou o mundo tridimensional dizem que deveriam ser (mesmo que a sua
maneira realmente seja melhor), você está tentando controlar.
Até
as ações mais simples (como dar palpites de quem vai no banco de trás) podem
ser uma forma de controle, e é por isso que é importante ser muito honesto ao
examinar seu sistema de crenças em busca de questões relacionadas ao controle.
A RAIZ
TRIDIMENSIONAL DO CONTROLE
A
energia subjacente ao controle é a crença tridimensional de que os seres
humanos estão separados de Deus/da Consciência Divina — a crença de que
não existe um Controlador Divino já plenamente presente dentro de cada pessoa.
É
a crença de que existem poderes além do Único Poder, à espreita em cada esquina
para ferir, matar, destruir etc. Essas crenças criam medo — medo do que poderia,
pode ou irá acontecer se as coisas não forem feitas ou se as pessoas não se
comportarem de determinada maneira.
A
crença de que as criações de Deus precisam ser consertadas, curadas e mudadas é
simplesmente o hipnotismo de um mundo que acredita na separação de Deus.
Homens,
mulheres, países, líderes, governos etc. que funcionam a partir de uma
consciência de controle acreditam que têm o direito de dizer aos outros o que
fazer, porque se consideram mais sábios, mais experientes, mais inteligentes e
em posições de poder — todas manifestações do ego, o falso senso
pessoal de identidade.
Permita
que sua intuição o guie ao oferecer ajuda, orientação e direção aos outros,
fazendo isso sempre a partir de um lugar de amor e não de superioridade.
Seja
muito honesto consigo mesmo ao avaliar se sua orientação e seu auxílio estão
baseados no ego ou no amor.
É um ato
de amor auxiliar outra pessoa com a sabedoria, a experiência e o conhecimento
que você adquiriu, mas somente se e quando essa pessoa quiser e estiver receptiva
a recebê-los.
Nunca,
apesar de quaisquer aparências externas, duvide de que você e todos os seres
vivos são expressões individualizadas de uma Única Consciência Divina (Deus), manifestando não apenas um pouco, mas
a plenitude de Si Mesma em, como e através de cada pessoa.
Traga
isso à mente toda vez que você for tentado a usar o controle para tornar algo
ou alguém “melhor”,
de acordo com os seus conceitos ou com os conceitos do mundo tridimensional
sobre o que significa ser “melhor”.
Cada
indivíduo, em algum ponto de sua jornada evolutiva, precisa
aceitar que existe uma Consciência Divina interior em cada pessoa, o que às
vezes pode significar deixar que o outro “caia de cara no chão”, se isso for o que ele precisa para despertar.
Seu
papel, como alguém desperto, é estar com a mão estendida, pronto para segurar a
mão do outro caso ele a estenda.
Seu
papel NÃO é
se abaixar e puxar alguém para fora de sua experiência pessoal de “fundo do poço” sem que essa pessoa queira, busque ou peça.
Ela
pode ter escolhido especificamente suas experiências atuais para aprender e
evoluir.
As
energias de alta vibração da ascensão estão deslocando quase todos para fora do
alinhamento com seu “eu” habitual,
fazendo com que muitos tenham questões físicas, emocionais,
mentais e até espirituais temporárias, à medida que as altas frequências se
integram.
Talvez
você tenha pensado que o processo de ascensão seria um período curto, no qual
todos, de repente, começariam
a ver a luz e a Terra voltaria a ser aquilo para o que foi criada.
Porém,
a densidade acumulada da energia da Terra exige que a ascensão seja exatamente
isso, um processo que somente os próprios habitantes da Terra podem manifestar.
Você
pode ter notado que alguns alimentos já não têm o mesmo sabor ou já não lhe
agradam como antes.
Pode
assistir ao seu filme favorito e se perguntar por que achava aquilo tão
incrível.
O
período de Natal neste ano talvez não tenha sido tão empolgante quanto
costumava ser, e alguns de vocês estão percebendo que já não se identificam com
muitas ideias antes aceitas sobre como a vida deve ser vivida para estar “certa”.
Essas
coisas estão acontecendo porque a mudança está acontecendo.
Mudança
não é vestir conceitos antigos e ultrapassados com roupas novas e depois
promovê-los como sendo novos e melhores — é exatamente isso que aqueles que têm
medo de perder seu atual status de riqueza e controle estão tentando fazer.
Mudança
significa mudança real, a transição de um estado de consciência ultrapassado,
baseado na dualidade, na separação e em diversos “poderes”, para um que reflita a realidade do UM, independentemente das aparências externas ou do que
outros ainda possam acreditar e promover.
O velho
está indo, indo e em breve terá ido.
Cada
vez mais pessoas estão despertando para ideias baseadas na unidade e começam a
reconhecer o preconceito e a injustiça que estão por trás de tantas leis,
regras
e conceitos geralmente aceitos sobre a vida. Aqueles que continuam promovendo “os bons e
velhos tempos” como sendo melhores estão vendo o mundo a partir de
um nível tridimensional limitado, porque o passado só pode refletir a
consciência coletiva daquela época, e não a consciência do tempo presente.
Assim
como a coletividade evoluiu além de os cavalos serem o principal meio de
transporte, a coletividade da Terra agora está evoluindo além da dualidade, da
separação e de poderes que não sejam o Único Poder.
Ser quem
e o que você é, permitindo que os outros façam o mesmo, é amor.
Canal: Marilyn Rafaelle
Fonte: http://www.onenessofall.com/
Tradução: Sementes das
Estrelas / Flávia Grimaldi
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https://www.sementesdasestrelas.com.br/2026/01/grupo-arcturiano-a-real-mudanca.html


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