GILLIAN MACBETH-LOUTHAN“FEVEREIRO DE 2026:O DESPERTAR QUÂNTICO”SEXTA
FEIRA 13 FEVEREIRO DE 2026
Em
2026, enquanto todos nós estaremos lidando com diversas facetas dos nossos
seres, chegaremos a uma encruzilhada que nos convidará a parar, nos aquietar e
simplesmente nos permitir vivenciar.
Nesta
encruzilhada, uma reunião estará se formando, que convocar os Clãs, por assim
dizer, as linhagens antigas, cada uma detentora de um poder diferente, digamos
assim, reunidas sem conhecimento.
O
rebanho está sendo reunido; chega de aglomerações neste ano, que parece ter
ficado congelado no tempo.
Será
um lugar onde os múltiplos eus cruzarão com a luz da alma da mônada mais
elevada.
Enquanto
seres humanos, seremos como um sanduíche de pasta de amendoim com geleia,
espalhados aqui e ali, meio crocante, meio cremoso, que gruda no céu da boca e
na alma.
Nesta
configuração temporal de 2026, existe uma porta de entrada para a cooperação,
uma fenda no tempo, uma fenda no pensamento e, às vezes, uma fenda na
realidade.
Quando
avançamos em direção à nossa plenitude e às especulações divinas, chegamos a
uma porta giratória que nos mostra as muitas representações de quem somos, de
quem poderíamos ter sido e de quem pensávamos ser.
Todos
estamos buscando o que existe de autêntico por natureza; buscamos o centro do
Nautilus no labirinto do coração.
Mas,
como jovens viajantes do tempo, todos estamos tendo a oportunidade de
vislumbrar o esquema das possibilidades, o projeto do destino, o diagrama do
coração e o caminho para a alma guardado na memória.
Cada
versão sua é fiel ao atributo de ser um desdobramento do seu eu original.
Uma
frequência padrão criada por você mesmo, uma parte do seu passado da qual você
não conseguiu/não quis soltar.
A
bifurcação, o caminho não escolhido, o remorso.
Este
aprendizado vem para reunir as muitas fissuras de sua delicada humanidade.
O
coração não pode ser ligado ou desligado com um comando; ele obedece a um
conjunto de regras completamente diferente.
À
medida que todos continuamos nos purificando em múltiplos níveis, nos
pensamentos, no corpo e nas escolhas de vida, buscamos saber quem somos neste
momento.
MANIPULAÇÃO
CLIMÁTICA
FURACÃO DE NEVE em 2026.
Perguntei à IA se existe algo como um furacão
de neve e foi isso que ela disse: a partir do dia 31 de janeiro de 2026, um grande ciclone
bomba estaria ativo e se intensificando na costa leste dos EUA.
Os
meteorologistas estão monitorando esta tempestade enquanto ela passa por um
processo de bombeamento (que significa furacão de neve), com a pressão central caindo drasticamente, de 35
a 40 milibares em apenas 24 horas.
Perguntei à IA sobre as vantagens do clima
artificial em relação às tempestades de inverno e foi isto que ela me disse:
Vantagem militar tática; o
principal interesse histórico em “dominar o clima” tem sido para fins bélicos.
Impedindo movimentos: durante
a Guerra do Vietnã, os EUA realizaram a Operação Popeye, para estender a temporada de
monções e transformar as trilhas de suprimentos em lama, interrompendo a
logística inimiga de maneira efetiva.
Multiplicador de força: condições climáticas adversas podem ser usadas para
impedir o apoio aéreo ao inimigo ou reduzir a eficácia de munições guiadas de
precisão.
Cobertura para furtividade: neblina
artificial ou cobertura de nuvens podem fornecer ocultação para o movimento das
tropas amigas ou para reconhecimento.
Guerrilha econômica: se
uma nação conseguir controlar o clima, teoricamente, poderia paralisar a
economia de um rival sem disparar um único tiro.
Interrupção da cadeia de
suprimentos: condições
climáticas extremas podem paralisar portos, danificar trilhos ferroviários e
fechar rodovias, causando enormes prejuízos financeiros aos concorrentes.
Controle agrícola: induzir seca ou geada extremas pode destruir o
fornecimento de alimentos de uma nação, forçando-a a depender de importações ou
levando à instabilidade interna.
Competição por recursos: a interrupção do comércio pode gerar escassez de
mercadorias, elevando os preços e dando vantagem àqueles que ainda têm acesso a
estes bens.
Segurança nacional e distração
estratégica do controle: desastres climáticos
de grande escala forçam os governos a redirecionar recursos militares e
financeiros para responder a emergências internas, em vez de defesa ou política
externa.
Infraestrutura vulnerável: condições climáticas adversas prolongadas podem
sobrecarregar as redes elétricas e os sistemas de abastecimento de água,
tornando a região mais vulnerável a ataques físicos ou digitais.
“Benefício” direto para setores específicos: em alguns casos, uma paralisação temporária do comércio
normal beneficia nichos de mercado específicos.
Vendas de emergência: tempestades de inverno costumam levar a um aumento nas
vendas de lojas de material de construção (pás, sal) e supermercados, já que as pessoas
estocam produtos.
Reequilíbrio da mão de obra: algumas pessoas argumentam que paralizações localizadas
podem proporcionar uma pausa “forçada”, possibilitando que alguns reparos
na infraestrutura sejam realizados com mais segurança, sem tráfego, embora isso
raramente compense o custo econômico em geral.
Contexto
importante:
a Convenção
de Modificação Ambiental (ENMOD) é um tratado internacional que proíbe o uso da
modificação climática para fins hostis.
Você
gostaria de saber mais sobre os limites tecnológicos específicos da semeadura
de nuvens ou sobre os tratados legais que impedem guerras baseadas em condições
meteorológicas?
Ecocinese (Manipulação Ambiental)
Se você
enxerga as mudanças climáticas provocadas pelo homem como um desequilíbrio na
natureza, pode ter Ecocinese, a capacidade de manipular padrões ecológicos e
desastres naturais para restaurar o equilíbrio.
Autor/Canal: Gillian MacBeth-Louthan
Fonte: https://thequantumawakening.com/
Fonte secundária: https://eraoflight.com
Tradução: Sementes das Estrelas/Mariana Spinosa
https://www.sementesdasestrelas.com.br/2026/02/gillian-macbeth-louthan-fevereiro-de-2026-o-despertar-quantico.html


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