O GRUPO“LILITH CONTA UMA HISTÓRIA DE ÉRIS”QUARTA
FEIRA ,27 DE MAIO DE 2026Saudações,
amados, EU SOU LILITH.
Hoje
prometi ao
Guardião que moderaria minha
linguagem para falar a um público maior, mas a intensidade da minha mensagem
não se acalma.
Sou
a nona e última integrante do Grupo dos Nove.
Já
encarnei em outras dimensões, apenas para retornar à Terra agora e descobrir
que meu nome e minha história foram reescritos para criar separação e medo.
Muitos
acreditaram nas histórias sombrias que contavam sobre mim.
Que
vergonha!
Em
suas histórias da criação, eu fui a primeira mulher, e estou aqui para
esclarecer os fatos, pois este é um momento único para todos os humanos
perceberem uma mudança de rumo.
Há
pouco tempo, houve uma fenda na realidade, e eu ressurgi.
Há uma
agitação acontecendo em todos os níveis da existência.
Não
está acontecendo apenas na Terra, mas em muitos cantos do cosmos.
A
espiral feminina está ascendendo na Terra para alcançar o equilíbrio necessário
para avançar para este próximo nível de tudo o que é.
Entendam,
queridos, isto não é uma revolta contra o masculino.
Não
é uma correção pela conquista.
É
uma lembrança do equilíbrio alcançado por muitos outros no cosmos.
É
hora de darmos as mãos e nos nutrirmos mutuamente, não
apenas na Terra, mas também com muitos outros que estão aqui agora e prestes a
se revelar.
Por
eras, em seu planeta, o poder foi frequentemente medido pela força, velocidade,
estrutura, posse e controle. Essas não são coisas ruins, e até mesmo ajudaram
no início da raça humana.
Contudo,
vocês já superaram há muito tempo a necessidade desse desequilíbrio, e agora
ele os impede de progredir.
O
masculino e o feminino são simplesmente incompletos quando estão isolados.
O
princípio masculino constrói o recipiente, mas o feminino o preenche com vida.
O
masculino pode apontar a espada para um destino, mas o feminino pergunta:
“Este caminho curará, nutrirá e incluirá?”.
Um sem o
outro cria distorção.
Juntos,
eles criam mundos.
O
planeta Terra e a Humanidade estão em desequilíbrio há muito tempo.
A
espiral natural do universo está abrindo uma oportunidade para que a mudança e
o equilíbrio retornem. Você está pronto para depor a espada?
A
HISTÓRIA DE ÉRIS: O DESEQUILÍBRIO FEMININO
Deixe-me
contar uma história sobre um mundo assim, que visitei recentemente.
Muito
além do alcance de seus telescópios, além dos mapas familiares de seus céus,
havia um planeta chamado Éris.
Este
não é o exoplaneta que você descobriu, mas sim um aspecto multidimensional da
Terra.
Ele
cintilava com oceanos violetas, florestas prateadas e montanhas que pareciam
vibrar suavemente quando as luas estavam cheias.
Éris
era um mundo de grande beleza, e neste planeta, as mulheres eram a espécie
dominante.
Agora, o
domínio em Éris não significava o mesmo que muitas vezes significava na Terra.
As
mulheres de Éris não governavam pela opressão, mas sim pela sintonia.
Elas
escutavam atentamente os rios, os nascituros, os anciãos, os sonhos das
crianças e até mesmo o silêncio entre as palavras.
Seus
conselhos eram circulares, seus templos abertos para o céu e sua economia não
se baseava na escassez, mas na circulação.
Ninguém
possuía água.
Ninguém
vendia sementes.
Ninguém
era elogiado por acumular o que os outros precisavam.
Por
muito tempo, Éris também esteve em desequilíbrio,
mas
nós observamos e mudamos.
Por
muitos milhares de anos, Éris floresceu.
O
princípio feminino guiava tudo. A cura era honrada.
O
nascimento era sagrado.
A
intuição era ensinada como uma linguagem.
A
emoção não era tratada como fraqueza, mas como o clima, algo a ser observado,
compreendido e respeitado.
Contudo,
até mesmo o paraíso pode perder o equilíbrio.
Com o
tempo, as mulheres de Éris começaram a desconfiar do princípio masculino.
Não
os homens, pois havia homens em Éris, mas a própria energia da masculinidade.
Eles
associavam direção à dominação, estrutura ao aprisionamento, ambição à
violência e proteção ao controle.
Assim,
tudo se tornou mais suave.
As
decisões demoravam cada vez mais.
As
fronteiras se tornaram difusas.
Os
jovens eram encorajados a sentir tudo, mas nem sempre aprendiam o que fazer com
o que sentiam.
A
criatividade era abundante, mas muitas visões permaneciam inacabadas.
O
planeta era benevolente, mas começou a perder ímpeto.
SERA E A PRIMEIRA PONTE
Então
chegou a estação dos Ventos Vermelhos.
A cada
setecentos anos, Éris atravessava um campo de poeira cósmica que tingia os céus
de carmesim.
Normalmente,
era inofensivo, até mesmo belo.
Mas
desta vez, os ventos carregavam um mineral estranho que se depositava nos
oceanos violeta e obscurecia as florestas prateadas.
As
colheitas enfraqueceram.
As
águas curativas perderam parte de sua canção.
Os
conselhos se reuniam por muitos dias e noites, em busca de introspecção,
sonhando e aguardando orientação.
Entre
eles estava uma jovem chamada Sera.
Sera não
era considerada sábia pelos padrões de Éris.
Era
direta demais.
Fazia
perguntas incômodas.
Amava
os antigos costumes femininos, mas também amava ferramentas, pontes, mapas e
máquinas.
Quando
criança, construía pequenos captadores de vento com conchas e ossos,
dispositivos que transformavam as correntes de tempestade em energia
armazenada.
Os
anciãos sorriam para suas invenções, mas muitos sussurravam:
“Ela
carrega muita espada em seu espírito”.
Uma
noite, enquanto os Ventos Vermelhos uivavam pelas planícies de cristal, Sera
compareceu perante o Grande Conselho e disse:
“Ouvimos
atentamente.
Agora
devemos agir com clareza”.
Um silêncio se fez. Um ancião
respondeu:
“A
ação sem plena harmonia pode ferir o mundo”.
Sera
curvou a cabeça.
“Sim.
Mas
a harmonia sem ação também pode ferir o mundo”.
Suas
palavras perturbaram o conselho.
Alguns
a consideraram desrespeitosa.
Outros
sentiram algo despertar dentro de si, algo ancestral e quase esquecido.
Sera
propôs a construção de grandes torres ressonantes ao longo da costa.
Essas
torres não combateriam os Ventos Vermelhos; elas os receberiam, filtrariam a
poeira mineral e enviariam correntes purificadas de volta para a atmosfera.
Isso exigiria precisão, disciplina, coordenação e prazos
— expressões muito masculinas.
Mas
o projeto em si surgiu da escuta da sabedoria profundamente feminina do
planeta.
O
conselho hesitou.
Então,
um ancião chamado Tor deu um passo à frente.
Os
homens em Éris eram estimados, mas raramente lideravam.
Tor
passara a vida como guardião de pedras, estudando os ossos das montanhas.
Ele
falou suavemente:
“O projeto de Sera funcionará”.
Muitos
se voltaram para ele, surpresos.
Ele
continuou:
“Mas
não porque subjuga o vento.
Funciona
porque confere ao vento uma tarefa sagrada”
Após
uma discussão acalorada, o conselho permitiu que a obra começasse.
Durante
quarenta dias e quarenta noites, o povo de Éris trabalhou em conjunto.
As
mulheres lideraram os círculos de planejamento.
Homens
e mulheres moldaram as torres.
As
crianças entoaram padrões tonais nas pedras.
Os
anciãos abençoaram cada alicerce.
Pela
primeira vez em gerações, Éris se lembrou da alegria da ação focada.
Não
da ação frenética.
Não
da ação controladora.
Da
ação sagrada.
Finalmente,
as torres se ergueram como lírios prateados ao longo da costa.
Quando
os Ventos Vermelhos retornaram, penetraram nas torres com um rugido.
O
planeta inteiro tremeu.
Alguns
temeram que as torres se despedaçassem.
Mas
então a espiral mágica surgiu.
As
torres não apenas purificaram os ventos.
Elas
começaram a cantar.
O
som se propagou pelos oceanos, pelas florestas, sob as montanhas e até o
coração de cada ser em Éris.
Nessa
canção, o povo ouviu algo surpreendente.
O
próprio planeta nunca estivera morrendo.
Ele
estivera se transformando.
Os
Ventos Vermelhos não carregavam veneno, mas uma dádiva não integrada, um
mineral que poderia despertar nova vida, mas somente se equilibrado por uma
estrutura consciente.
Em poucas
semanas, as florestas prateadas floresceram em tons dourados.
Os
oceanos passaram de violeta para um azul-esverdeado radiante.
Novas
frutas surgiram, mais doces do que qualquer outra já vista.
As
plantações enfraquecidas se fortaleceram.
As
águas curativas retornaram com um tom mais profundo.
E Sera,
a garota que diziam portar espada demais, passou a ser conhecida não como uma
rebelde, mas como a Primeira Ponte.
Ela
ensinou ao povo de Éris que o feminino não perde poder ao abraçar o masculino.
Ele
se torna mais completo.
O
feminino não está aqui apenas para acalmar.
Ele
está aqui para criar, liderar, proteger a vida, falar a verdade, dar à luz
novos sistemas e insistir que a abundância seja compartilhada.
O
masculino não está aqui apenas para comandar.
Ele
está aqui para focar, manter a firmeza, construir formas dignas de amor e agir
a serviço da vida.
Queridos,
trago esta mensagem de esperança para a humanidade.
O
empoderamento feminino não é uma tendência.
É
uma necessidade planetária.
É
o retorno da sabedoria ao poder, da compaixão à liderança, da intuição à
ciência e da reverência à criação.
Mas
o verdadeiro empoderamento não exige que as mulheres se tornem versões feridas
dos homens.
Exige que todos os seres
honrem o feminino dentro de si:
a
parte que escuta, nutre, inclui, sente, recebe e conhece.
Ao
mesmo tempo, o feminino empoderado não rejeita o masculino.
Ela
o abençoa, o refina e o convida para casa.
O futuro
da Terra não será construído pela dominação.
Ele
nascerá através do equilíbrio.
Quando
o feminino se erguer com um coração aberto e uma voz clara, e quando o
masculino estiver ao seu lado em serviço, e não em controle, a humanidade
descobrirá o que Éris descobriu: a tempestade nunca foi o fim.
Foi
o convite.
Guardem
esta esperança com carinho, queridos.
Os
ventos na Terra também estão mudando.
Como Grupo dos Nove, pedimos que se
tratem com respeito, que se nutram mutuamente e que convivam bem.
Eu Sou Lilith, conhecida como a
primeira mulher.
Estou
de volta e amo vocês profundamente.
Espavo
~ Lilith
Canal: Peggy Black
Fonte Primária: https://www.judithkusel.com/
Fonte Secundária: https://eraoflight.com/2026/04/28/the-team-unlimited-divine-starbeing/
Tradução: Sementes das Estrelas/Isamara Damasceno Branco Guennon
https://www.sementesdasestrelas.com.br/o-grupo/o-grupo-lilith-conta-uma-historia-de-eris/


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