GILLIAN MACBETH-LOUTHAN“ATUALIDADES CÓSMICAS”QUINTA
FEIRA 25 DE DEZEMBRO DE 2025A
Terra acaba de ganhar um companheiro cósmico!
Cientistas
da NASA confirmaram
que nosso planeta agora tem uma segunda “lua”, um minúsculo objeto celeste que
orbitará ao nosso lado até 2083.
Ao
contrário da Lua que todos conhecemos e amamos, esse novo visitante é uma
minilua, pequena em tamanho, mas fascinante pela forma como se junta
temporariamente ao nosso planeta em sua jornada ao redor do Sol.
Essas
mini-luas, também chamadas de objetos capturados temporariamente, são raros
caronas cósmicos.
São
asteróides ou rochas espaciais que vagam pelo campo gravitacional da Terra e
ficam presas por anos ou décadas.
Essa
mini-lua em particular orbitará a Terra em uma dança temporária, dando aos
astrônomos uma chance única de observar seu movimento, composição e comportamento
de perto.
Essa
descoberta também desperta a imaginação: por décadas, a Terra abrigará uma
companheira celeste que nem sabíamos que tínhamos.
É
um lembrete de que mesmo em nosso familiar céu noturno, há surpresas.
Prova de que os cientistas
agora podem ler sua mente:
a IA transforma os
pensamentos das pessoas em imagens com 80% de precisão.
A
inteligência artificial pode criar imagens com base em comandos de texto, mas
os cientistas revelaram uma galeria de imagens produzidas pela tecnologia através
da leitura da atividade cerebral. Pesquisadores da Universidade de Osaka
criaram um novo bot de IA que pode ler mentes e depois desenhá-las usando Dall-E 2
e Stable
Diffusion.
Os
esboços têm até 80% de precisão.
O
bot usa exames de ressonância magnética funcional (fMRI) para “ver” o que
um sujeito está pensando ou visualizando.
OS RISCOS
DA NEUROTECNOLOGIA NA SOCIEDADE
A
tecnologia que visa ler sua mente e sondar suas memórias já está aqui.
Nos
últimos anos, vimos as neurotecnologias saírem dos laboratórios de pesquisa
para o uso no mundo real.
As
escolas têm usado alguns dispositivos para monitorar a atividade cerebral das
crianças e saber quando elas estão prestando atenção.
As
forças policiais estão usando outros para determinar se alguém é culpado de um
crime.
E
os empregadores os utilizam para manter os trabalhadores acordados e
produtivos.
Essas
tecnologias trazem a promessa notável de nos proporcionar uma visão totalmente
nova sobre nossas próprias mentes.
Mas
nossos dados cerebrais são preciosos, e deixá-los cair nas mãos erradas pode
ser perigoso.
Quando
falamos sobre dados cerebrais, estamos nos referindo a EEG, fNIRS [espectroscopia funcional no infravermelho próximo], fMRI [ressonância
magnética funcional], EMG e
outras modalidades que coletam funções biológicas, eletrofisiológicas e outras
do cérebro humano.
Houve
enormes avanços na
IA que nos permitem decodificar a
atividade cerebral e a miniaturização de eletrodos, o que [permite aos fabricantes] colocá-los em fones de ouvido e headphones.
E
houve um investimento significativo de grandes empresas de tecnologia.
A
única pessoa que tem acesso aos seus dados cerebrais agora é você, e eles são
analisados apenas no software interno da sua mente.
Mas,
assim que você coloca um dispositivo na cabeça, você imediatamente compartilha
esses dados com o fabricante do dispositivo e com quem oferece a plataforma.
Lembre-se
de que eles também podem ser compartilhados com qualquer pessoa.
A
DESCOBERTA DOS OBELISCOS:
UMA
NOVA FORMA DE VIDA HUMANA
O interior
do corpo humano é uma descoberta que pode reescrever nossa compreensão da
biologia.
Cientistas
de Stanford identificaram uma forma de vida completamente nova e misteriosa,
baseada em RNA,
que vive dentro do corpo humano.
Eles
chamaram essas estranhas entidades de “obeliscos”, e sua origem e finalidade
permanecem desconhecidas.
Os
obeliscos não se encaixam em nenhuma categoria de vida que estudamos
anteriormente.
Eles
são compostos de RNA, a molécula que
carrega informações genéticas, mas não se comportam como os vírus tradicionais.
Em
vez disso, eles parecem existir em um meio-termo obscuro, replicando-se,
sobrevivendo e se espalhando dentro de nós, mas sem estar claramente ligados a
doenças ou à saúde.
Até agora,
os pesquisadores encontraram esses obeliscos na boca e no intestino de milhares
de pessoas em todo o mundo.
Sua
estranha estrutura genética em forma de bastão é diferente de tudo o que já foi
visto na natureza.
Alguns
cientistas acreditam que eles podem representar um ramo totalmente novo da vida
que tem vivido sem ser detectado dentro dos seres humanos há milênios.
Outros
sugerem que eles podem influenciar o funcionamento do nosso corpo de maneiras
que ainda não percebemos.
Essa
descoberta é mais do que uma curiosidade científica, ela desafia uma das
maiores suposições da biologia: que já conhecemos os principais fatores que
influenciam a saúde humana.
Se
os obeliscos realmente desempenham um papel na imunidade, no
metabolismo ou nas doenças, eles podem transformar a forma como diagnosticamos
e tratamos inúmeras condições.
Autor/Canal: Gillian
MacBeth-Louthan
Fonte: https://thequantumawakening.com/
Fonte secundária: https://eraoflight.com
Tradução: Sementes das Estrelas / Fernando Gomes – fernando.gomeslf@outlook.com
https://www.sementesdasestrelas.com.br/2025/12/gillian-macbeth-louthan-atualidades-cosmicas.html


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