JUAN MOLITERNI“O PODER DOS CRISTAIS”QUINTA
FEIRA 30 JULHO DE 2026 A física oculta dos cristais
Existem
três coisas sobre os cristais que a ciência conhece parcialmente e a metafísica
intui, mas ainda não consegue provar.
Os átomos que nunca descansam
A
primeira revelação é a mais fundamental e a mais ignorada.
A
estrutura atômica de um cristal está sempre em movimento.
Não
quando é tocado, não quando é exposto à luz ou ao calor.
Sempre.
Sob
quaisquer condições, a qualquer temperatura, na escuridão total.
Os
átomos no cristal nunca repousam.
“Eles
têm substâncias cristalinas, rochas físicas reais,
e se você for sensível neste planeta, esse cristal lhe parecerá
estar vivo, porque em nível atômico ele está sempre em movimento. Isso é
ciência”
(Kryon)
É
exatamente isso que uma pessoa sensível percebe ao segurar um cristal e sentir
algo que não sente com um pedaço de granito.
Ela
não está projetando.
Não
está sendo influenciada por sugestão.
Ela
está percebendo, com uma precisão que nenhum instrumento convencional conseguiu
calibrar, o movimento atômico constante de uma estrutura que literalmente nunca
para.
A
diferença entre um cristal e uma rocha comum não é mística.
É
atômica.
E
essa diferença é perceptível a qualquer pessoa sensível o suficiente para
notá-la.
COERÊNCIA, NÃO
ABSORÇÃO
Durante
décadas, a comunidade metafísica assumiu que os cristais absorvem energia,
incluindo a energia negativa de uma discussão ou de um ambiente carregado.
Daí
a prática de limpá-los, colocá-los em sal ou expô-los à lua.
A lógica
é a de uma esponja que fica saturada e precisa ser espremida.
Essa
lógica é falha.
Não
porque a intenção por trás da prática seja inválida, mas
porque o mecanismo não funciona dessa maneira.
“Um
grupo de cristais, ao longo do tempo, pode apresentar coerência com seu
proprietário.
E é por isso que lhes damos nomes.
Não é absorção.
É coerência.
Coerência de frequência”
(Kryon)
Coerência
é um conceito da física ondulatória: duas frequências que começam a vibrar
juntas, que se sincronizam, que se afetam mutuamente sem que uma absorva a
outra.
Não
há transferência de conteúdo.
Há
alinhamento de padrões.
O que
acontece entre um cristal e a pessoa que o possui não é que o cristal absorva a
negatividade do ambiente como uma esponja.
Em
vez disso, o cristal se sintoniza com a frequência da pessoa que o possui, e
essa sintonia se aprofunda com o tempo.
É por
isso que os cristais que alguém possui há anos parecem diferentes dos novos.
É
por isso que, quando um novo cristal chega a uma coleção já estabelecida, os
outros o acolhem.
A
harmonia existente se estende ao recém-chegado.
Isso
não requer limpeza.
Requer
tempo.
HARMÔNICOS: O
QUE REALMENTE VIBRA
A
terceira revelação está diretamente ligada a Royal Rife
e vai ainda mais longe.
Quando
Rife rompia frequentemente as membranas das células
doentes, o mecanismo não era o que parecia.
Não
era a frequência fundamental, aquela que ele configurava e transmitia, que
produzia o efeito.
Era algo que essa frequência inevitavelmente gera:
os harmônicos e sobretons.
“Não
foi produzido pela frequência fundamental que ele emitiu; foi produzido pelos
harmônicos e sobretons que muitas vezes dobram, quadruplicam e até dez vezes o
valor da fundamental”
(Kryon).
Toda
frequência gera harmônicos.
É
física básica.
Uma
nota musical tem sua fundamental e uma série de sobretons.
O que Rife descobriu, sem
saber exatamente por que funcionava, é que esses sobretons, vibrando juntos em
velocidades extraordinárias, eram o que rompia a membrana.
Bem,
os cristais também possuem harmônicos.
“Qualquer
que seja a frequência em que você pense que está vibrando, alta ou baixa, não é
essa a frequência em que está vibrando.
Uma vez que a estrutura atômica está sempre presente dentro do
cristal, ela está sempre vibrando, nunca para.
Ela tem harmônicos, tem sobretons”
(Kryon)
O que um
cristal emite não é a frequência visível, aquela que poderia ser medida em um
laboratório com os instrumentos atuais.
É
a constelação de harmônicos que essa frequência fundamental gera continuamente,
sem repouso, porque a estrutura atômica nunca para.
E quando
vários cristais estão juntos, esses harmônicos se encontram.
Eles
se sobrepõem.
Eles
se multiplicam.
O
efeito de um grupo de cristais não é simplesmente a soma dos cristais
individuais.
É
algo qualitativamente diferente, um produto da interação de frequências e seus
respectivos harmônicos em um espaço compartilhado.
O MODELO DE CURA
“Este
é o modelo de cura; sempre foi”
(Kryon)
Não se
trata apenas de cristais.
Não
se trata apenas de harmônicos.
Trata-se
de compreender como uma frequência fundamental gera sobretons que podem
interagir com a matéria viva de maneiras que a frequência fundamental sozinha
não conseguiria.
Essa
compreensão, aplicada ao cristal com consciência e precisão, é o que abre o
território da cura que Kryon descreve como parte de um futuro
próximo.
O
cristal na mesa de cabeceira já está fazendo algo.
Não
exatamente o que quem o colocou ali pensa que está fazendo.
Algo
mais sutil, mais constante, mais estruturalmente coerente com a física do
universo.
E quando
a ciência tiver os instrumentos para medi-lo, o que a metafísica vem
pressentindo há décadas finalmente terá a linguagem para ser expressa em voz
alta.
Se
os cristais não absorvem negatividade, não precisam de limpeza.
O
que eles realmente precisam, e o que produz o efeito verdadeiro, é de tempo na
presença de uma consciência com a qual possam se sincronizar.
Isso
transforma a relação com um cristal em algo mais próximo de uma amizade do que
de uma ferramenta de limpeza.
E
as amizades, ao contrário das ferramentas, se aprofundam com o tempo.
~ Juan
Fonte: https://escuelaclaridad.com.ar/
Formatação e tradução – Blog De Coração a Coração
https://www.sementesdasestrelas.com.br/artigos/juan-moliterni-o-poder-dos-cristais/


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