SANHIA“POR QUE NUNCA CONSIGO ALCANÇAR MEUS OBJETIVOS?”SEGUNDA FEIRA 10 AGOSTO DE 2026 Participante:
Estou
passando por um momento muito difícil.
Sinto
que quanto mais vivo, mais percebo o quanto estou profundamente danificado e
desorientado.
Estou
extremamente confuso pois sinto que fui abençoado — ou amaldiçoado — com dons
imensos e sinto a responsabilidade de trazê-los para o mundo.
No
entanto, sinto que meu caminho está constantemente bloqueado e sem apoio.
É
como se a vida insistisse para que eu ficasse de braços cruzados; todo esforço
que dedico ao mundo não dá frutos.
É
muito doloroso.
Sinto
vergonha de ter problemas, pois também tenho consciência de que sou abençoado e
de que há muita graça em minha vida.
Não
sei se há algo no meu ego que nasce do desespero em vez da pura inspiração.
Tudo
parece um aborto ou um natimorto.
Há
tanto entusiasmo e visão; dedico muito esforço e expresso minha visão, mas não
recebo apoio algum.
Parece que todos os meus projetos são maiores do que eu; exigem
uma equipe para se concretizarem.
Então,
a energia se dissipa e fico sozinho, patinando no mesmo lugar.
Sinto-me
desanimado e frustrado a cada passo, sem orgulho de mim mesmo.
Quero
sentir orgulho de mim pois acredito ser uma boa pessoa, com muita beleza a
oferecer.
As
pessoas dizem que querem participar mas depois desaparecem.
Sinto-me
como Sísifo carregando a pedra, apenas para recuar de volta ao vazio.
Isso
não pode estar certo.
Fico
sozinho na maior parte do tempo e não sou nem de longe tão produtivo ou
criativo quanto gostaria.
Como é que o Michael (NT. canalizador desta mensagem) consegue lançar algo no mundo, concretizá-lo, e as pessoas aparecem e pagam por isso?
Por que não consigo ter isso?
Por que o que desejo fazer não pode ser abraçado pelo mundo?
Isso
não faz sentido para mim.
Esforço-me
tanto para ser positivo e grato.
Reconheço
que tudo é graça divina e que tenho muita sorte de existir, mas, na minha
imaginação, vejo uma pessoa prolífica:
a energia flui, estou no mundo, realizando
coisas e compartilhando meus dons.
Mas
essa não é a minha realidade.
Acordo
quase todos os dias com pensamentos sombrios, odiando
a minha vida.
Tenho
de passar muito tempo redirecionando meus pensamentos, exercitando a gratidão e
sendo paciente e gentil comigo mesmo.
Mas
isso é cansativo e doloroso.
Não
faz sentido algum para mim.
Sinto
como se estivesse sendo punido ou amaldiçoado.
Não
sei o que estou fazendo.
Por quê? (lágrimas)
Resposta:
Talvez
você conheça a expressão “com
condições”
(ou
“com amarras”).
Alguém
dá algo, mas não livremente; existe a expectativa de um retribuição ou de que o
presente seja usado de determinada maneira.
Deus
não impõe condições a nenhum presente que você recebe.
Não
há expectativas de que algo seja usado — ou não — de uma forma específica.
Nem
mesmo a expressão de gratidão é exigida.
Qualquer
“amarra” que você sinta é
sua; foi você quem a colocou lá.
Perceba
isso.
Você
é a única pessoa que nutre expectativas em relação a si mesmo.
Participante:
Por que
não deveria nutrir?
Recebi dons. Por que não posso compartilhá-los?
Resposta:
Você é
livre para compartilhá-los, mas não é uma obrigação.
Sentir
que precisa fazer isso só lhe traz dor e sofrimento.
Então
você projeta essa carência nos outros, impondo condições a eles.
Eles
deveriam receber e desfrutar dos seus dons.
Se
não parece que fazem isso, surgem novamente a dor e o sofrimento.
É
a mente do ego que estabelece metas, quer alcançar coisas e deseja ser amada e
apreciada.
A
mente do ego nunca está satisfeita.
Ela
sempre quer mais.
A
paz e o amor que você busca não estão no mundo; estão
dentro de você.
Você
é maior do que o mundo.
Ele
jamais poderá preencher esse vazio.
A
mente do ego acha que sabe quem você é e o que deveria estar fazendo.
Esse
“conhecimento” não lhe trouxe
muito benefício.
Em
vez de “saber” você pode olhar
para dentro para descobrir quem é.
Você
pode perguntar.
Pode
investigar.
Pode
dar um passo atrás e perguntar quem quer saber.
Quem está observando o desenrolar da sua vida?
Se
você permitir que o foco nessa questão seja de suma importância, as metas e os
devaneios da mente do ego atrofiarão.
A
mente do ego diz que você é um fracassado
Pergunte
quem é o fracassado.
Quem está pensando isso?
Quem está percebendo?
Observe
que pensamentos e sentimentos surgem, mas tente perceber quem é que está
percebendo.
Observe
os pensamentos mas não vá atrás deles.
Esteja
ciente dos sentimentos mas não tente racionalizá-los,
compreendê-los ou escapar deles.
Pensamentos
e sentimentos surgem, mas você escolhe
algum deles?
Você
não acorda escolhendo sentir-se deprimido e sem vontade de enfrentar o dia.
Se
tivesse o poder de escolher, acordaria
radiante, entusiasmado com as possibilidades que o dia traria.
Você
não escolheu esses pensamentos.
De onde eles vêm?
Quem sabe?
Tudo
o que se pode saber é que você não é o responsável.
Você
poderia dizer que esse é o presente que o Divino trouxe nesta manhã.
Agradeça
e observe-o atentamente.
Isso
não está acontecendo com você.
Simplesmente
está acontecendo.
Quem está percebendo isso?
Participante:
Parece
dar muito trabalho.
Por que é assim?
Por que tenho que lutar todos os dias?
Resposta:
Você
está falando por 99% das pessoas no mundo.
Participante:
É o que
torna esta vida um pesadelo ao invés da bênção que deveria ser.
Resposta:
Aqui
está a diferença.
A
maioria dos “noventa
e nove por cento”
diz que as coisas são simplesmente assim.
Eles
não têm consciência nem desejo de encontrar outro caminho.
Mas
não é aí que você está.
Parece
um inferno, mas é porque você está no meio-termo.
Você
está entre dois mundos.
Você
tem consciência do despertar espiritual e de que o mundo é uma bênção.
Ao
mesmo tempo sente-se atraído pelas promessas do ego de um paraíso na Terra.
Mais
cedo ou mais tarde você fará a escolha de deixar o ego de lado.
A
porta do Divino foi aberta para você.
Boa
sorte tentando fechá-la novamente.
Enquanto
isso, existe o inferno, que serve como seu próprio motivador.
Você
está sendo puxado em direções opostas e se sente dilacerado.
Se
tornar-se constantemente consciente de qual voz você está ouvindo parece
difícil demais, apenas preste atenção no que está aqui.
Use
seus sentidos.
Você
adora cantar, então cante.
Se
quiser uma plateia, vá ao parque, ao metrô, ao shopping ou a qualquer lugar
onde possa dar às pessoas a oportunidade de parar e ouvir.
Todo
o processo de despertar se acelera quando você realmente compreende que as
metas do ego nunca lhe trarão o amor e a paz que você deseja.
A
AÇÃO INSPIRADA E A PAZ NO MOMENTO PRESENTE
Participante:
Parece
que você está falando sobre estar satisfeito com a aposentadoria ao invés de
sentir que existe algo que eu deveria ser ou fazer.
Resposta:
Você
perguntou por que o Michael consegue ter sucesso com o negócio dele.
Esta é a reação dele à aposentadoria:
“Graças
a Deus, posso levantar todos os dias e simplesmente fazer o que eu quiser.”
Participante:
Mas ele
planeja essas reuniões com antecedência, envia e-mails e consegue financiar
aplicativos e outras coisas.
Certamente
há ações acontecendo na dimensão 3D.
Resposta:
Ele faz
o que faz porque isso é sua alegria e paixão.
Ele
planeja as coisas porque, no momento, sente que adoraria
fazê-las.
Às
vezes, as coisas são planejadas e ninguém responde.
Sem
problemas.
Às
vezes, planos lhe são oferecidos do nada.
Se uma pessoa quer conversar, ele pergunta:
“Quando?”
Eu
já disse a ele para cobrar dinheiro.
Ele
não fica rico; o negócio ainda não deu lucro e ele trabalha de graça.
Mas
o dinheiro serve para publicar livros, manter um site e um canal no YouTube.
Ele
não se preocupa com dinheiro.
Ele
acompanha as finanças — afinal, ser contador já foi uma paixão não realizada —,
mas simplesmente confia que o Universo cuidará de tudo.
Ele
fica feliz conversando com meia dúzia de pessoas, mas,
se o universo quiser colocá-lo diante de grandes plateias, ele experimentará
isso.
O
que importa é o seu próprio diálogo diário com a vida.
Coisas
interessantes sempre acontecem.
Nem sempre foi assim para
Michael; houve uma época em
que ele também desejava o sucesso mundano.
Mantenha o foco na meta do
despertar.
Nada
mais importa.
Participante:
Certa
vez, participei de uma conferência onde um dos palestrantes — o autor do livro Canja de Galinha para a Alma— disse que, se Deus colocou essa ideia na
sua cabeça, como você ousa não honrá-la?
Tenho
dificuldade com isso porque recebi uma visão de alcance global, mas duvido da
minha capacidade de realizá-la.
Tenho
essas grandes visões, lido com todas as minhas questões sobre ser capaz de
concretizá-las e levar o plano ao mundo, mas não consigo ganhar tração alguma;
sinto como se houvesse algo fundamentalmente ferido em mim que sabota a
manifestação.
Eu
preferiria não ter essa visão global se não puder concretizá-la.
Ocasionalmente
as coisas acontecem, mas, na maior parte do tempo, sinto-me totalmente
subutilizado.
Resposta:
Vamos
examinar mais de perto o que é essa orientação divina.
A
ideia é que Deus colocou essa ideia na sua cabeça e, portanto,
você deveria realizá-la. Você parece não conseguir concretizar o plano.
Será que isso também não vem de Deus?
Participante:
Então
sinto como se Ele estivesse brincando com a minha cara.
Resposta:
Repito: os dons de Deus
não vêm com condições.
Não
existem “deverias” na Divindade.
A questão é: “Qual é, realmente,
a verdade sobre o que você quer?”
Participante:
Quero
uma colaboração divina com outras pessoas em uma visão compartilhada.
Resposta:
Por que
você quer isso?
Participante:
Porque
traz uma sensação de vitalidade.
Resposta:
Então,
você não se sente vivo?
Participante:
Não,
sinto-me sem vida, apático.
Resposta:
A
vitalidade está dentro de você, não lá fora, no mundo.
Participante:
Dizem
também que nenhum homem é uma ilha, e essas visões são muito maiores do que eu.
Não
são coisas que eu consiga realizar sozinho.
Resposta:
Voltamos
à questão de qual é a sua verdade.
Participante:
Ela
parece ser uma personagem bem-intencionada, mas que luta para seguir em frente
no teatro divino.
Isso
não me parece certo.
Resposta:
Vamos
nos aprofundar nisso.
Quem é que está vendo você e julgando a sua vida?
Onde está esse ego que observa e avalia?
Participante:
Na minha
mente?
Resposta:
Onde fica
a sua mente?
Participante:
Acho que
fica na minha cabeça, mas não sei ao certo.
Resposta:
Então,
você é o seu corpo.
Sem
o seu corpo e a sua cabeça, não haveria
consciência de nada?
Participante:
Parece
que sim.
É
confuso manifestar-se em forma física e manter a consciência na unidade — em
oposição a desfrutar da delícia da ilusão de separação, de poder ser um
personagem distinto com desejos, preferências e idiossincrasias específicos
como parte do jogo aqui.
Parece
algo que isola — ficar na unidade enquanto o resto do mundo corre por aí
vivendo como indivíduos.
Resposta:
Na peça,
cada personagem pode vivenciar tudo isso e, ainda
assim, saber que é apenas um papel e não a verdade sobre quem ele é.
Abrir
mão da posse do corpo e do controle do roteiro não significa que não exista
mais uma personalidade distinta.
Não
significa separação, solidão ou falta de participação no jogo da vida.
Na
verdade, há uma vivacidade e uma ausência de medo maiores ao se lançar no jogo,
porque não há nada a perder.
Não
há um lugar aonde chegar, apenas o ato de jogar o jogo.
Você
consegue fazer tudo isso porque sabe que a sua verdade não é esse personagem.
É
simplesmente o papel que está sendo desempenhado.
Você acredita que é realmente esse personagem?
Participante:
Acho que
sim.
Resposta:
Mais
cedo ou mais tarde, essa fisicalidade que você acha que é, morrerá.
Você deixará de existir então?
Participante:
Parece
que sim.
Também
parece que a história da morte pode ser verdadeira ou não.
Se
chegarmos a uma encarnação que realmente amamos, deveríamos
ser capazes de permanecer nela indefinidamente.
Resposta:
E você
conheceu muitas pessoas que estão fazendo isso,
certo?
Participante:
Não, não
conheci. (risos).
Não
conheci muitas pessoas que pensam como eu.
Resposta:
Essa
questão nos traz de volta à pergunta sobre se você é esse personagem ou se está
simplesmente observando esse personagem.
Participante:
Devo ser
alguém que observa esse personagem.
Acho
que o observador torce para que o personagem realize seus sonhos.
Resposta:
Quem está
observando o observador torcer pelo personagem?
Vamos
usar a metáfora do cinema.
O
personagem é o filme e o observador é a plateia.
Torcer
não fará nenhuma diferença no que acontece na tela.
O
personagem agirá e reagirá, e os eventos acontecerão como acontecem.
A
plateia não tem controle algum.
Participante:
Eu
achava que era o roteirista/diretor.
Resposta:
Se fosse
esse o caso, por que você não está escrevendo um roteiro em que a personagem
supera seus sonhos?
Participante:
Não sei!
Esse
é justamente o ponto!
Resposta:
Ao que
parece, você não é o autor.
Se você não gosta disso, quem é que está percebendo?
Afaste-se
um pouco mais.
Participante:
O produtor executivo? (rindo)
Resposta:
E quem
está por trás dele?
Participante:
Ah!
Meu
Deus!
(muitas
risadas)
Deus
está atrás de mim.
É
disso que a Bíblia fala quando menciona o Deus vingativo
É
com ele que estou lidando.
Ele
está brincando comigo.
Resposta:
Temos
outro termo para isso.
Chamamos
de projeção
Você
vê um Deus vingativo porque não quer ver a si mesma como alguém culpado e
vingativo.
Isso
permite que você se livre de certa culpa, mas o coloca na posição de vítima
indefesa.
Quem poderia sair vitorioso contra esse super-herói?
Participante:
Por que
estou me sabotando?
Resposta:
Essa é a
questão.
Vamos
olhar para dentro e examinar isso.
A mente do ego quer enquadrar tudo na pergunta:
“Por que isso está acontecendo?”
Se
a verdade é que você mesmo está fazendo isso, a
pergunta passa a ser:
“Quem sou eu?” e “Por que estou
fazendo isso?”.
Participante:
Mais
cedo você disse que eu não tenho controle.
Resposta:
Isso se
referia ao seu “eu” do ego, não ao seu “eu” divino.
Se
a verdade sobre quem você é — o filho amado de Deus criado
à imagem do Criador — for real, então quem é essa
pessoa que finge não ser isso?
Quem é que diz: “Papai não me
aprova”?
Quem diz: “Menino mau.
Eu lhe dei todos esses dons e você os desperdiçou”?
Essa
é simplesmente a mente do ego julgando a si mesma e considerando-se indigna.
O Papai diz:
“Nós
amamos você, não importa o que faça.
Você
não pode nos decepcionar.
Não
há condições.
Você
é livre para fazer o que quiser a cada dia
Nada
o controla.
O
passado não importa.
O
futuro está garantido
Apenas
aproveite o que está aqui”
Quem
é esse personagem que recusa esse presente, dizendo
que não é bom o suficiente, que não merece, que
precisa provar seu valor?
A
mente do ego acha que sabe como a vida deveria ser e, se
não for assim, algo está errado.
Pelo
contrário
Não
poderia ser de outra forma, pois tudo vem de Deus.
No
entanto, a mente do ego se recusa a aceitar isso; não quer nem olhar;
certamente não abre o presente nem experimenta o que há nele.
O
seu “eu” do ego se recusa a
reconhecer o seu “eu” divino, que é quem
está enviando esses presentes.
Participante:
Então,
como deixo de atrapalhar a mim mesmo?
Resposta:
Desista.
Abra
mão de todas as metas, sonhos e ideias sobre como as coisas deveriam ser e como
você deveria ser.
Em
vez disso olhe ao redor para ver o que realmente está aqui agora.
O
que o seu “Eu Divino” reserva para o seu
“eu pequeno” hoje?
Participante:
Então,
eu sou bom o suficiente para este momento perfeito e divino, seja ele qual for.
Resposta:
É
exatamente como deve ser, trazendo o que você realmente deseja.
Participante:
Então, é
isso que eu realmente quero, mesmo que não pareça com o que eu imaginava.
Resposta:
Por
exemplo, você passou quantos anos tentando fazer,
ser e ter algo que não funcionou como você pensava que queria?
Mas
você é Divino; portanto, aparentemente, o que você dizia a si mesmo que queria
não era o que realmente desejava.
Se
fosse, teria se concretizado.
Se
você quer se sentir amado, não sentirá isso alcançando o sucesso.
Como dizem: as mesmas pessoas que bajularam você na
subida vão chutá-lo na descida.
Elas
não o amam.
O
amor não pode ser conquistado.
Se
você quer sentir amor, então ame.
Ame
a si mesmo.
Olhe
para dentro e examine todas as crenças do ego sobre não ser digno de amor
De onde elas vieram?
Você
foi condicionado.
Busque
a verdade da sua inocência, da sua natureza Divina.
Ame
cada momento, tudo o que está em sua vida.
Esteja
absolutamente presente.
Veja
a beleza ao seu redor
Nada
precisa acontecer para que você se sinta amado.
Como você pode observar um pássaro ou as nuvens sem sentir o amor de
Deus?
Participante:
Então eu
estou sendo mal orientado.
Resposta:
Sim, mas
você não está sozinho.
Você
tem muita companhia.
Isso
não é uma falha.
Todos
os outros são tão infelizes quanto você.
Muitos
são bons em esconder isso.
Achar
que eles se sentem felizes e bem-sucedidos é uma projeção sua.
Você
não precisa continuar seguindo essa orientação equivocada.
Repito: a mente acha que sabe o que quer, mas alcançar essas
metas não trará sentimentos de paz, amor e alegria em cada momento.
Esses
sentimentos estão disponíveis para você aqui e agora, independentemente do que
você esteja fazendo ou do que esteja acontecendo.
Busque
diretamente seus desejos verdadeiros, não as coisas que você acha que o levarão
até eles.
Essas
coisas são sempre miragens.
A
cada dia, ao despertar, olhe ao redor e veja o que está aqui, agora.
Esqueça
os planos ou a preocupação com o que você fez ou deixou de fazer ontem.
Vá
com calma.
Vivencie
seu mundo com todos os seus sentidos.
Se
perceber algo que deseja fazer, faça.
Certifique-se
de que a ação venha da paixão, e não da busca por um resultado.
Se
surgirem pensamentos ou emoções perturbadores permita que estejam presentes.
Não
escolha agir com base neles nem alimentá-los.
Não
tente impedir, reprimir, racionalizar ou mudar os sentimentos.
Apenas
observe-os.
Veja
como eles se transformam.
Constantemente.
Para
sempre.
Nada
disso é criação sua.
Relaxe
e aproveite o espetáculo.
Participante:
Então, em
relação ao que você age?
O que é uma ação inspirada?
Resposta:
Quando
você sente paixão.
Quando
tudo está absolutamente claro.
Quando
você simplesmente sabe.
Quando
a ação está ligada apenas ao fazer, e não a um resultado.
Fazer
isso agora traz alegria agora.
Participante:
Então,
você está dizendo para simplesmente fazer o que quer que haja…
…o
impulso de agir no momento, sem julgar nem avaliar se isso está me aproximando
de algo.
Resposta:
Se você
tem paixão por algo, agradeça a Deus por esse dom neste momento.
Não
há nada para o qual você precise se aproximar
Imagine
cada momento da sua vida sendo vivido em função da sua paixão.
Participante:
Então
trata-se apenas de fazer o que traz alegria.
Se
eu tiver que correr atrás disso, não é para mim.
Resposta:
A menos
que haja alegria nessa busca.
Participante:
Não há
alegria na busca.
Resposta:
Já
haverá coisas suficientes surgindo em sua vida que talvez sejam um desafio
aceitar.
Por que escolher coisas extras?
Tudo bem
agora.
Sanhia/Espírito
Canal: Michael Hersey
Fonte primária: https://channelswithoutborders.com/monthly-message-archive/
Fonte Secundária: https://eraoflight.com/2026/08/02/sanhia-why-can-i-never-reach-my-goals/v
Tradução: Sementes Das
Estrelas/Iara L. Ferraz
https://www.sementesdasestrelas.com.br/artigos/sanhia-por-que-nunca-consigo-alcancar-meus-objetivos/


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