JENNY SCHILTZ“PENSAMENTOS INTRUSIVOS AGITANDO OS PLANOS MENTAL E
EMOCIONAL”SEXTA FEIRA 18 SETEMBRO DE 2026 Neste momento, está ocorrendo uma amplificação
incrível nos campos mental e emocional, trazendo à tona pensamentos intrusivos,
medos, inseguranças, dúvidas, vergonha, sensação de escassez e padrões
profundamente arraigados. Para algumas pessoas, essa amplificação se tornou
incrivelmente intensa.
Esses pensamentos não criam algo dentro de nós que
já não existisse.
Em vez disso, eles encontram a parte de nós que
possui uma frequência correspondente e aumentam o volume.
Por exemplo, se você carrega uma insegurança
específica no nível dois, ela existe e, sob certas circunstâncias, você pode
senti-la, mas ela não domina sua vida.
Então, um pensamento intrusivo surge carregando
essa mesma frequência e, de repente, o que era um dois parece um oito.
O perigo é acreditar que, porque algo se tornou
mais intenso, de alguma forma se tornou mais verdadeiro.
Intensidade
não é sinônimo de verdade.
De muitas maneiras, essa amplificação nos dá uma
oportunidade extraordinária de ver o que tem influenciado silenciosamente
nossas escolhas, mesmo que de forma inconsciente.
O medo que nos impede de fazer algo, a insegurança
que nos convence de que não estamos prontos, a vergonha que nos diz que não
somos suficientes, ou as dúvidas que surgem no momento em que começamos a nos
mover em direção a algo que realmente nos entusiasma.
Fomos condicionados a presumir que, se sentimos
algo com intensidade suficiente, isso deve significar algo.
Se o medo se intensifica, algo está errado.
Se a dúvida se torna forte, presumimos que estamos
tomando a decisão errada.
Se nossa mente produz razões suficientes para não
seguir em frente, podemos acreditar que parar é a sabedoria.
Mas o medo geralmente não é intuição, e a voz mais
alta dentro de nós não é necessariamente aquela que devemos seguir.
Às vezes, o medo se intensifica porque estamos nos
aproximando de algo que nos leva além do que imaginávamos ser.
Podemos reconhecer o que está presente e ainda
assim escolher de forma diferente.
“Eu vejo o medo.
Eu entendo por que ele está aqui.
E não permitirei que ele determine meu caminho.”
Quando pedi à minha equipe que me mostrasse o que
estava acontecendo em um nível energético mais amplo,
eles me mostraram a imagem de uma bolinha de gude
com vários caminhos se estendendo à sua frente.
Entendi que a bolinha de gude representava cada um
de nós individualmente.
Cada caminho representava uma trajetória potencial
diferente, enquanto a bolinha carregava frequências que ressoavam com esses
caminhos.
Um caminho poderia ressoar fortemente com a
escassez e a sobrevivência.
Outro poderia conter os padrões familiares nos
quais vivemos há anos.
Outro poderia ser moldado pela necessidade de
provar algo, pelo excesso de trabalho, pela ocultação ou pela escolha do que
parece seguro.
Outra trajetória poderia nos levar a experiências
que nunca tivemos antes, porque exige que confiemos em nós mesmos, sigamos o
que se abre e façamos escolhas a partir de um nível mais profundo de
alinhamento da alma.
O que mais me impressionou nessa imagem foi que o
que carregamos influencia a direção para a qual somos puxados, mas não
determina para onde devemos ir.
Ainda temos escolha. Somos nós que controlamos
nosso destino.
AGIR DE QUALQUER FORMA MUDA A
TRAJETÓRIA
Se o medo, a escassez, a vergonha ou a insegurança
se amplificarem e permitirmos que essa frequência tome nossas decisões,
começamos a mover a bolinha de gude em direção ao caminho que ressoa com o que
carregamos.
Nos convencemos de que não podemos aproveitar a
oportunidade.
Permanecemos no relacionamento, emprego, identidade
ou situação que já conhecemos.
Escolhemos o que nos parece familiar em vez do que
nos faz sentir vivos.
Mas podemos carregar exatamente o mesmo medo e
fazer uma escolha completamente diferente.
Podemos estar aterrorizados e ainda assim seguir em
frente, duvidar de nós mesmos e ainda assim tentar, ou sentir insegurança e
ainda assim nos permitir ser vistos. Podemos não ter absolutamente nenhuma
ideia de como algo vai funcionar e ainda assim reconhecer o impulso
inconfundível dentro do nosso coração nos dizendo que é para lá que precisamos
ir.
Agir DE QUALQUER FORMA muda a trajetória.
As energias atuais fazem parte de um tremendo
processo de refinamento e classificação, mas não vejo isso como uma
classificação coletiva onde a humanidade está sendo dividida em categorias
definidas ou colocada em uma de duas linhas do tempo.
Isso é profundamente individual.
A cada pessoa é mostrado o que ela carrega, no que
acredita, o que teme, em que confia e, em última análise, o que permite que tenha autoridade sobre suas
escolhas.
Nossa mente está constantemente recebendo,
interpretando, prevendo, lembrando, comparando e tentando nos proteger com base
em tudo o que já experimentamos.
Quando nos identificamos demais com cada pensamento
que nos atravessa, podemos perder a capacidade de distinguir entre ruído
mental, padrões antigos, medo e a sabedoria muito mais silenciosa da alma.
Para alguns, essa amplificação está se tornando
profundamente desestabilizadora.
Vemos pessoas tomando decisões precipitadas,
comportando-se de maneira errática, sendo consumidas por pensamentos dos quais
não conseguem se desvencilhar e, nas situações mais graves, tendo pensamentos
de se machucar ou machucar outros.
É aqui que o enraizamento, o apoio e a criação de
um espaço de silêncio para introspecção se tornam cruciais, dando-nos a oportunidade de nos separarmos do ruído
da mente, reconectarmos conosco mesmos e lembrarmos que não somos todos os
pensamentos que passam por nossa mente.
O que está sendo amplificado nos dá a oportunidade
de ver o que tem influenciado nossas escolhas, muitas vezes sem que sequer
percebamos.
Existe um ponto entre o que surge dentro de nós e o
que escolhemos fazer com isso.
Esse
é o ponto da escolha.
Às vezes, o alinhamento se apresenta como certeza
absoluta, mas mesmo com essa clareza, pode conter sentimentos de medo, dúvida e
insegurança.
Escolhemos o que nosso coração nos impulsiona.
Escolhemos o que desejamos, o que nos faz sentir
vivos e o que nossa alma continua a nos chamar, mesmo quando a mente nos dá mil
razões para não fazê-lo.
Faça, mesmo assim.
O medo não precisa desaparecer para que paremos de
escolher com base nele.
Autor/Canal: Jenny Schiltz
Fonte: https://www.jennyschiltz.com/
Fonte secundária: https://eraoflight.com
Tradução: Sementes das Estrelas/Isamara
Damasceno Branco Guennon
https://www.sementesdasestrelas.com.br/artigos/jenny-schiltz-pensamentos-intrusivos-agitando-os-planos-mental-e-emocional/


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