ANN ALBERS“VOCÊ PODE SER VOCÊ MESMO!”SEGUNDA
FEIRA 27 JULHO DE 2026 Olá
a todos,
A
mensagem dos anjos de ontem me fez lembrar do livro de Mel Robbins, *Let Them* (Deixe-os).
Não
o li, mas, pelo que meus clientes me contaram, o livro trata justamente daquilo
que os anjos chamam de “viver
e deixar viver”.
Deixe os
outros fazerem o que quiserem, pensarem o que quiserem e até acreditarem no que
quiserem a seu respeito.
Deixe-os
dizer o que quiserem, fazer o que acham certo para si mesmos e liberte-se do
fardo de tentar mudar pessoas que não querem mudar.
Muitos
de vocês já ouviram essa história.
Anos
atrás, eu chorava, sem saber como fazer minha família me compreender.
Eu
havia deixado a engenharia e me separado do meu marido recentemente; agora,
trabalhava como sensitiva na vitrine de uma livraria local.
Eu
sentia meu chamado, mas estava com medo e em dúvida se conseguiria seguir em
frente.
Eles
refletiam minhas próprias inseguranças de volta para mim.
Minha
mãe se preocupava com a minha alma.
Meu
pai queria ter certeza de que eu conseguiria me sustentar.
Em todas
as conversas, eu me sentia terrivelmente incompreendida.
E, certa noite, tive um colapso emocional: chorava e
conversava com meus anjos e, claro, com o ser mais amoroso que eu conhecia.
“Jesus!
Como faço para que eles me entendam?”
Não sei
se esperava uma resposta imediata, mas ele apareceu bem diante de mim.
Olhou para mim, sorriu com ternura e disse, com muito amor e firmeza:
“Pare
com isso”.
Interrompi
o choro na hora.
Abandonei
imediatamente aquela postura de “coitadinha”.
Ele continuou:
“Pare
de tentar fazer com que as pessoas entendam você.
Elas
entenderão o seu amor”.
Uma
mudança radical.
Para
sempre.
Naquele
momento, recebi uma verdade que impactou toda a minha vida.
Não
preciso que mais ninguém entenda minhas crenças.
Basta
ser a pessoa amorosa que sou, e eles entenderão o meu amor.
Desde
então, conversei com pessoas que admiro e com outras de quem não gosto.
Tive
interações com pessoas que desacreditam sensitivos e com almas desequilibradas
que me odiavam por eu não ter agido em suas vidas como elas desejavam.
E
também interagi com inúmeras almas incríveis, amorosas
e gentis.
Mas,
desde então, tenho me empenhado em ser simplesmente a alma amorosa que sou; e,
salvo raras exceções, a maioria das pessoas recebe o meu amor, mesmo
quando discordam totalmente de mim.
Ainda
esta semana, precisei me policiar novamente.
Ao
acompanhar os incêndios florestais no Canadá, senti uma profunda comoção pelas
pessoas, pelos animais e pelas florestas que tiveram suas vidas viradas de
cabeça para baixo.
Meu
instinto foi orar, procurar saber como estavam meus conhecidos no norte e
mentalizar chuvas suaves e abundantes sempre que possível.
Por
isso, ao ouvir alguns comentários insensíveis sendo propagados nos noticiários,
tive um momento atípico de pura indignação.
Desejei,
com todas as minhas forças, que vestissem aqueles reclamões com trajes de
proteção contra incêndio e os enviassem para a linha de frente, junto aos
bravos bombeiros que arriscam a própria vida para conter esses incêndios
devastadores.
Enquanto
eu fervia de raiva, uma placa decorativa caiu da parede da cozinha com um
estrondo!
A
placa com a frase “Aqui
se serve amor”
soltou-se repentinamente do gancho onde estava pendurada há anos.
Entendi
o recado.
Pedi
aos meus guias que me interrompessem sempre que eu vacilasse.
Era
hora de voltar a servir amor!
Então,
desviei meu foco dos comentários maldosos e comecei a orar por todos.
Retomei
minhas meditações.
Imaginei
chuvas suaves e abundantes e convidei outras pessoas a se unirem a mim.
Posso
não concordar com todo mundo, mas não preciso deixar de “servir amor” por causa disso!
A
PRÁTICA DE SERVIR AMOR SEM CONCORDAR
Sempre
haverá pessoas com quem não temos afinidade ou com quem não concordamos.
Tenho
uma visita familiar em breve e descobri que um membro da família só permitirá
que eu fique perto de seus filhos se eu não contar a eles o que faço
profissionalmente.
Para
mim, tudo bem.
Eles
têm direito às suas crenças.
Certa
vez, quando me perguntaram, respondi com sinceridade:
“Ajudo
as pessoas a lidarem com os desafios da vida”
“Ah, como um conselheiro?”, alguém perguntou.
“Sim,
bem parecido com isso.”
Não
prolonguei o assunto.
Sei
quem sou.
Não
me importa o que os outros pensam.
Desde
que eu me apresente como a pessoa amorosa que sou, estou em paz comigo mesma.
Falando
em ver as coisas sob a mesma ótica — e já que verei minha família em breve —,
quero vê-la literalmente!
Decidi
interromper minha reabilitação visual e, por enquanto, apenas coloquei lentes
de contato novas.
Fiz
progressos, mas, honestamente, preciso ser muito mais consistente com meus
exercícios.
Adoro
minha oftalmologista.
Foi
ótimo vê-la novamente.
Ela
vem do mundo da ciência, e eu vivo no mundo do misticismo, mas nos damos muito
bem.
Durante
o exame, ela me disse que um dos meus olhos havia ficado bastante rígido.
Sua
avaliação foi de que isso provavelmente se devia a uma catarata em
desenvolvimento.
Ouvi
os anjos na minha cabeça me lembrando de que eu tinha sido um pouco rígida
demais ao não querer enxergar certos comportamentos hostis na Terra nos últimos
anos!
Além
disso, passo a maior parte do dia olhando para o computador, com o foco fixo e
rígido.
Sei
que preciso me levantar e fazer meus exercícios de foco com mais regularidade.
Todos
nós tínhamos total razão dentro de nossos próprios paradigmas.
Eu sei o
que fazer, espiritual e fisicamente.
Ela
sabe o que fazer, do ponto de vista científico.
Eu
disse a ela que seria mais dedicada aos meus exercícios.
Ela
respondeu que não tinha certeza se isso funcionaria.
Respondi respeitosamente:
“Bem,
não posso prometer que vou resolver o problema, mas não custa tentar”.
Ela já
me viu fazer isso antes, então apenas sorriu.
“Com
certeza, e estou aqui se você precisar de mim.”
Não
concordávamos totalmente quanto aos resultados prováveis, mas estávamos em
perfeita sintonia no desejo de amar e apoiar uma à outra.
Saí
de lá estranhamente feliz.
Fiquei
contente por finalmente me sentir motivada a manter a constância nos exercícios
de alinhamento e oculares, bem como a usar a solução caseira que preparo todas
as noites.
E vou me
empenhar mais em mudar minha energia assim que perceber que estou tensa com
algo que prefiro não ver no mundo.
Em
vez disso, vou abençoar o caos e voltar meu olhar para aquilo que realmente amo
contemplar.
Duas
horas após a consulta, meu olho, antes rígido e resistente, já se movia
livremente.
Pratiquei
ioga e fiz meus exercícios oculares, e já conseguia perceber pequenos
resultados.
Cantarolo
para mim mesma:
“Sei
que isso será mais divertido, agora que estou fazendo o que precisa ser feito!”
Os
anjos me ensinaram a criar pequenas rimas para me divertir; elas servem para
elevar minha vibração e ajudar nas minhas manifestações.
Vai
ser divertido.
TRÊS
DICAS PARA MANTER O EQUILÍBRIO COM PESSOAS DIFÍCEIS
Sempre
haverá pessoas no mundo com quem não concordamos.
Sempre
haverá aquelas que fazem de tudo — desde nos interpretar mal até atacar ou
destruir nossa reputação.
E
a opinião delas sobre nós importa muito menos do que a nossa própria opinião
sobre nós mesmos.
Se você
se ama, elas têm permissão para pensar e sentir o que quiserem.
Você
não precisa de aprovação.
E,
embora todos nós gostemos de ser compreendidos, se compreendemos a nós mesmos,
podemos oferecer essa compreensão aos outros sem exigir que eles nos “entendam”.
Se
gerenciamos nossa própria mente e nosso humor, conseguimos lidar com aqueles
que não gerenciam os deles!
Aqui
estão algumas dicas para ajudar você a manter seu equilíbrio interior ao cruzar
com uma daquelas pessoas difíceis que encontramos na vida.
1. Você pode amar e reconhecer
o outro sem concordar com ele
Não
precisamos concordar com pessoas que insistem que o façamos.
Não
precisamos discutir nem defender nossos egos, crenças ou posicionamentos.
Podemos
simplesmente reconhecer a perspectiva delas e, então, compartilhar a nossa de
forma gentil ou mantê-la em silêncio.
Anos
atrás, um familiar expressou preocupação com minhas crenças e sugeriu que eu
estudasse o material religioso dele.
Respeitosamente,
compartilhei que eu honrava o caminho e o relacionamento dele com Deus, e que
jamais pensaria em impor meu ponto de vista.
Então,
disse que ele poderia me aceitar ou deixar que eu me afastasse.
Duas
opções.
A
escolha é sua.
Aceite-me
sem concordar comigo, ou me perca da sua vida.
Ponto
final.
Eu
só tinha controle sobre mim mesma.
Hoje,
nos damos muito bem.
Temos
crenças diferentes, mas o mesmo coração.
Valorizamos
o serviço ao próximo e a gentileza.
E
aceitamos um ao outro sem precisar concordar.
Se
essa pessoa tivesse escolhido não me aceitar como eu sou, eu teria me retirado
da interação respeitosamente.
Felizmente,
não precisei fazer isso.
Assim,
podemos oferecer aos outros o presente de reconhecer o caminho deles, permitir
que discordem e deixar que as coisas sigam seu curso natural.
O
ponto principal é que podemos agir com amor, independentemente
do que os outros escolham; manter-nos
fiéis à nossa bússola interior é muito melhor do que nos desviarmos dela apenas
para provar que estamos “certos”.
2. Deixe o amor fluir
É isso
que tem evitado que eu sofra um esgotamento emocional após três décadas
realizando leituras e acompanhando pessoas em suas situações mais dolorosas e
desafiadoras.
Permito
que o amor flua através de mim em direção a elas, mesmo enquanto compartilham
sua dor.
Eu me
importo.
Sinto
o amor dos anjos.
Concentro-me
em ouvir, compreender e permitir que os anjos conduzam nossas interações com
seu imenso amor.
Meu
papel é amar e permanecer aberta, evitar julgamentos, não tentar “consertar” as coisas e
simplesmente confiar no processo de canalização.
Na minha
vida pessoal, costumo imaginar a luz fluindo para o meu chakra coronário — o
topo da cabeça — e saindo pelo meu coração em direção a alguém que esteja
passando por um dia ou uma vida difíceis.
Ao
transmitir amor, não sinto necessidade de “proteger minha energia” nem de tentar convencer a pessoa a deixar
sua dor de lado.
Consigo
estar ao lado de alguém chateado ou insistente e,
muitas
vezes, dissipar esse mal-estar simplesmente emanando amor.
3. Torne-se um membro oficial
dos “Mártires Anônimos”!
Ok,
estou brincando.
Que
eu saiba, não existe tal organização, mas, na verdade, a síndrome do mártir
está profundamente enraizada em muitos de nós, trabalhadores da luz, porque
queremos que os outros conheçam o nosso amor e fazemos grandes sacrifícios —
muitas vezes deixando nosso próprio bem-estar em último lugar — para demonstrar
esse amor.
A
síndrome do mártir ocorre em pessoas muito amorosas e bem-intencionadas e, como
dizem os anjos, é muito melhor pecar pelo excesso de amor; no entanto, é ainda
melhor lembrar de amar a nós mesmos também, mantendo
o equilíbrio.
E algo curioso
acontece quando deixamos de ser mártires e passamos a ser mais honestos sobre
quando realmente nos sentimos inspirados a ajudar e quando não: não precisamos
mais ficar chateados com as pessoas que esperam algo de nós.
Podemos
dizer sim ou não com gentileza, satisfeitos por saber que não precisamos provar
nosso amor.
Já
sabemos que nos importamos.
Estamos
crescendo e cuidando de nós mesmos com mais equilíbrio também.
Se
a pessoa compreende isso, é maravilhoso.
Se
não, talvez ela precise superar seus próprios sentimentos de mártir ou, por
outro lado, a tendência a ser excessivamente exigente.
De
qualquer forma, a autenticidade é uma sensação maravilhosa.
Estar
centrado na nossa própria verdade poupa energia.
Ultimamente,
sinto uma felicidade estranha na maior parte do tempo, muitas vezes sem motivo
aparente.
Simplesmente
gosto da vida.
Parei
de me preocupar com o que os outros pensam.
Sei
que tudo, como dizem Abraham-Hicks, tem solução!
Coisas
simples proporcionam grande prazer.
Estou
conseguindo colher semanalmente uma porção de tomatinhos-cereja no jardim e
descobri a alegria de colher e secar flores de manjericão, que são tão
saborosas quanto as folhas.
Ainda
encontro figuras curiosas pelo caminho da vida.
Há
pessoas que dirigem coladas na traseira do meu carro, buzinam
e querem que eu dirija em velocidades acima do permitido.
Eu
sorrio, desejo-lhes o bem e mantenho a velocidade da via, enquanto elas se
enfurecem e fazem manobras arriscadas ao meu redor.
Há
pessoas na fila que buscam concordância sobre o estado deplorável do mundo.
Eu apenas sorrio e digo:
“Abençoe
a confusão e olhe para o resto”, e minha personalidade meio “Disney” geralmente as faz
rir.
Tenho
alguns familiares que, às vezes, me entendem mal e ficam na defensiva; então,
respiro fundo, ouço e reformulo o que disse para criarmos uma conexão mais
profunda.
A vida
seguirá seu curso.
As pessoas serão quem são.
E
a única coisa que posso controlar é ser quem eu realmente sou.
De um
jeito estranho e maravilhoso, isso está funcionando muito bem e é mais do que
suficiente!
E
você também é mais do que suficiente, exatamente como é.
Então,
como a garotada gosta de dizer:
“Seja
você mesma, querida.
Eu
serei eu mesma.
Se
gostar, fique.
Se
não, procure outra pessoa”.
E,
nessa realidade, todos nós encontraremos nosso lugar neste quebra-cabeça
glorioso, selvagem e maravilhoso que é a vida humana.
Tenham
uma semana abençoada,
Com
carinho,
~ Ann
Canal: Ann Albers
Fonte: https://www.visionsofheaven.com/
Formatação e tradução – DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
https://www.sementesdasestrelas.com.br/artigos/ann-albers-voce-pode-ser-voce-mesmo/


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