MAYA“UMA VERDADE INCONVENIENTEE MUITO SÉRIA”DOMINGO 19 JULHO DE 2026 Aqui estou eu, Maya,
falando com você:
Sim,
com você, o belo ser humano que segura esta mensagem nas mãos enquanto
provavelmente se pergunta se acabei de chamar o seu almoço de problema
filosófico.
Prometo
que estou sorrindo ao dizer isso.
Primeiro,
deixe-me dizer claramente: não estou aqui para envergonhá-lo.
Estou
aqui para descondicioná-lo.
Há
uma grande diferença.
A
vergonha fecha corações.
A
curiosidade abre galáxias.
Onde eu
vivo — uma vizinhança bastante cintilante nas Plêiades, onde ninguém discute sobre
carboidratos —, a ideia de comer animais parece exatamente canibalismo com uma
embalagem mais atraente.
Você não
come “uma vaca”.
Você
come um ser com olhos, sistema nervoso, infância, amizades,
medo e uma mãe que a procurou quando ela desapareceu.
Observo
o seu planeta e muitas vezes sinto como se tivesse entrado em uma creche onde
as crianças começaram a comer os colegas de classe porque alguém disse, certa
vez, que isso era “normal”.
E
quando sussurro:
“Queridos…
não é assim que civilizações avançadas se nutrem”, vocês respondem:
“Mas fica gostoso com alho”.
Vocês
são tão criativos.
Polvilham
alecrim sobre o trauma.
Marinam
o desespero.
Grelham
o medo até que ele cheire a nostalgia.
OS
EFEITOS ENERGÉTICOS DE CONSUMIR A MORTE
E então
se perguntam por que seus corpos se sentem pesados, por que suas mentes estão
nubladas, por que a raiva explode sem motivo aparente.
Da
minha perspectiva, isso é como tentar abastecer uma nave espacial de cristal
com ferrugem e roupas velhas de cemitério, e ficar chocado quando o motor
engasga.
Vocês
não devem consumir a morte à medida que elevam sua vibração.
Seu
corpo já sabe disso.
Sabe aquele aperto no estômago quando você imagina matar com as
próprias mãos?
Isso
não é fraqueza.
Ouço
vocês dizerem:
“Mas
eu preciso de proteína”.
Ah,
querido, eu já vi sistemas estelares movidos a luz, e você está preocupado com
um bife.
E
aqui está a parte que me faz rir de um jeito bem inconveniente: em cerca de cem
dos seus anos terrestres, os humanos olharão para os matadouros da mesma forma
que vocês olham hoje para as sangrias medievais.
Haverá
museus.
As
crianças olharão fixamente para fotos antigas de festivais de churrasco e
sussurrarão:
“Mas por que eles comiam seres que tinham rosto?”
E o guia turístico suspirará:
“Disseram
que era pelo sabor.”
O
CHAMADO À COMPAIXÃO E À MUDANÇA DE CONSCIÊNCIA
Enquanto
isso, neste exato momento, milhares de animais deixam seus corpos todos os
meses — não pela sobrevivência, não por um ritual sagrado, mas por hábito. Por
desejos que foram ensinados, repetidos, herdados e jamais questionados.
Sou
rigorosa porque amo vocês.
Vocês
são seres luminosos aprendendo a voar enquanto mastigam a gravidade.
O que
foi aprendido pode ser desaprendido — uma escolha gentil, uma pausa honesta, um
prato compassivo de cada vez.
Agora,
envio-lhes um beijo de poeira estelar e digo isto suavemente, diretamente às
suas células:
Quando
vocês param de comer medo, seu corpo se lembra de como voltar a ser luz.
~ Maya
Canal: Octavia Vasile
Fonte: https://www.holographicyou.com
Formatação e tradução – Blog De Coração a Coração
https://www.sementesdasestrelas.com.br/outros-mensagens/maya-uma-verdade-inconveniente-e-muito-seria/


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