KRYON“MONTE SHASTA”TERÇA FEIRA 27 OUTUBRO DE 2026 Saudações,
queridos.
Eu Sou Kryon, do Serviço
Magnético.
Estou
aqui com um grupo maravilhoso de Trabalhadores da Luz na cidade de McCloud, à
sombra do que vocês chamam de Monte Shasta
Gostaria
de compartilhar com vocês tudo o que sei sobre a energia desta montanha.
Não é
apenas uma energia incrível.
É
um lugar que a história escolheu para fazer parte do despertar da humanidade.
Neste ano de 2026, vocês
sentirão isso ainda mais intensamente.
UMA
MONTANHA COM MUITOS NOMES
Não vamos começar pelo
começo, mas sim com uma história que pode surpreendê-lo:
Esta
montanha teve muitos nomes, sete ou oito, antes de receber o curioso nome de
Shasta.
Eu os
levo de volta aos povos indígenas que percorriam estas terras há muito tempo.
Pensem
por um momento em como deve ter sido para eles descobrir esta montanha.
Quase
todas as civilizações que se encontraram à sua sombra conheciam sua energia.
É muito
comum, em todo o mundo, que os povos indígenas de uma região tenham uma
montanha especial,
talvez
uma que venerem, chegando até a dar-lhe um nome com outro significado.
Mas
esta, esta era ativa o tempo todo.
Os povos
indígenas não entendiam o que acontecia na montanha, a ponto de não terem
permissão para escalá-la.
O que
os impedia de escalá-la, levando-os a dizer:
“Isto é proibido”.
Em parte, era sagrado para eles.
Desde o início, o primeiro
grupo indígena que a encontrou disse:
“Isto é sagrado”.
Meus
queridos, esse sentimento não é novo.
Não
pertence à Nova Era.
Sim,
hoje vocês vão ao Monte Shasta por causa da cidade que existe lá dentro e por
tudo o que já ouviram falar, mas voltem comigo milhares de anos: já diziam
que era sagrado.
Acontece
tanta coisa na montanha que é impossível não ser, até mesmo coisas que desafiam
qualquer explicação.
E
continuam acontecendo.
Há
muita percepção envolvida.
Os
grupos indígenas migraram — alguns, não todos.
Cada
grupo tinha um nome diferente, uma era diferente, um
tipo diferente de sociedade centrada neste lugar, e a montanha recebeu outro
nome, e depois outro, e outro.
Eles
sempre se apressavam em dar-lhe um nome que tivesse a ver com a mãe.
Shasta
não tem nada a ver com a mãe.
É
um nome muito recente, que não surge da energia que é sentida, algo comum a
todos os povos indígenas do mundo.
Eles
sempre dão nomes às coisas que fazem parte da energia do que veem ou sentem, e
esse nome perdura.
E,
novamente, a palavra “mãe” está sempre no nome, ou implícita nele.
Sempre.
Esta
é uma informação nova para você, mas talvez você comece a entender um pouco
melhor o porquê.
O
PODER DA PERCEPÇÃO
Quero
falar sobre percepção, sobre as coisas que levam a ideias que podem ou não ser
precisas, mas que são percebidas mesmo assim.
As
coisas que levam a humanidade a acreditar em certas coisas, como a geografia
comum de uma montanha criando o que chamamos de nuvens lenticulares.
Elas
se formam de uma maneira muito simples.
Imagine uma pedra em um
riacho:
a água flui ao redor dela de uma certa maneira e depois retorna, interrompendo
o fluxo.
O
mesmo acontece com o ar ao redor de uma montanha.
Certos
ventos e brisas convergindo de uma forma específica frequentemente criam as
nuvens mais espetaculares, suaves e incríveis que você já viu.
Nuvens lenticulares.
E o que
é notável sobre a época deles, a Nova Era, é que quase todas essas coisas
parecem naves espaciais.
Como
você pode imaginar.
Elas
não são.
Mas
levam as pessoas a acreditar que há algo ali.
Existem
imagens impressionantes de nuvens lenticulares idênticas a um disco voador com
160 km de diâmetro, empoleiradas
no topo de uma montanha (risos).
E quando as pessoas veem,
dizem:
“Isso
não pode ser uma formação de nuvens normal”.
Bem,
é sim.
Os
povos indígenas veem isso há anos, mas para eles não era uma nave espacial.
Era
algo diferente.
Meus
queridos, a percepção é tudo o que vocês têm.
Ela
controla as conclusões que vocês tiram sobre o que as coisas são ou poderiam
ser.
Quero
dar-lhes um exemplo clássico.
Há
muito tempo, um homem muito famoso escalou o Monte Sinai e recebeu uma
mensagem.
A
mensagem foi transmitida por uma Mãe Estelar.
E
essa Mãe Estelar representava o Criador, como as Mães Estelares representam,
com toda a sabedoria e compaixão que isso implica.
Se você
pudesse ver a essência de uma Mãe Estelar, um ser ascensionado das Pleiadianas,
a essência pura, nesta
cultura você diria:
“Isso
é um anjo.”
Mas, na cultura de Moisés,
lembrem-se disto:
as únicas coisas que geravam luz, que ele conhecia, que a humanidade conhecia,
eram o fogo e talvez o relâmpago.
Não
havia mais nada capaz de gerar qualquer tipo de luz.
A Mãe
Estelar aparece em uma luz gloriosa, multicolorida e multidimensional,
sustentada, e permanece ali, bem diante dele, e ele disse que era uma sarça
ardente.
Uma
sarça que queimava, mas não se consumia.
Era
a melhor descrição que ele conseguia fazer, porque era tudo o que ele
compreendia.
A
CIDADE NA MONTANHA
E eis que surge a cidade de Telos.
Tudo
o que você tem é o que sabe.
Tudo
o que você tem é o que seus sentidos lhe proporcionaram.
E
dentro daquela montanha, há um despertar da divindade.
Um
despertar da divindade.
Há
coisas maravilhosas, queridos, acontecendo naquela montanha num paradigma que
vocês não podem ver, nunca
conheceram e do qual não têm conhecimento.
Ela
está muito ativa agora, mas tem estado assim há pelo menos cinquenta anos, preparando-se para a Mudança, que começou em 1994.
Esta é a
cidade nas montanhas, meus queridos.
Não
é a cidade que vocês imaginam, mas é tudo o que vocês têm para explicar o que
sentem.
Existe
uma cidade lá dentro.
Eu
digo a vocês:
existe, mas não como as daqui.
Não
é a percepção de vocês.
Vocês
ainda não viram, assim como Moisés não tinha visto nenhuma luz gerada por nada
além do fogo, então era fogo.
Havia
esse ser majestoso e multicolorido, com luzes brilhando e irradiando, e para
Moisés era simplesmente fogo.
E o mesmo acontece com
Telos (risos): tudo ali que gira,
brilha,
vive e se prepara, vocês simplesmente chamam de cidade.
Não
é.
Há
mais.
Há
muito mais.
O Monte Shasta é estranho.
É
estranho porque revela sua estranheza de forma completa e absoluta à humanidade
comum, não àqueles que esperam algo sagrado.
Revela-se
de muitas maneiras.
Vamos
falar sobre estranheza.
Vamos
falar sobre percepção.
Há relatos de pessoas que
subiram, talvez até Panther Meadow ou além, e disseram:
“Encontrei
dois seres que não são deste planeta e eles falaram comigo”
Há
um livro sobre isso.
E
se você contasse todos os livros sobre seres encontrados em Shasta, seriam muitos.
Na
percepção daqueles que os encontraram, eles se tornaram extraterrestres.
E
se você ler nas entrelinhas, aqueles que os encontraram estavam muito
envolvidos com o fenômeno extraterrestre; eles
esperavam ver extraterrestres, e viram.
Há
também relatos de pessoas que vão àquela área, àquele
lugar sagrado, e veem, encontram e ouvem anjos.
Isso
não mudou:
são os mesmos seres que a outra pessoa viu (risos).
São
percepções diferentes do que veem, de acordo com o que esperam e o que sabem,
de acordo com seu nível de consciência e o que carregam dentro de si do divino.
Quanto
mais compassivos forem ao compreender de onde vêm, mais entenderão que podem
ter uma ligação com Lemúria, mais precisa se tornará essa energia, até que
compreendam que o que veem são atributos
daqueles que os ensinaram em Lemúria, a quem chamavam de Mães Estelares.
É
tudo energia materna.
Relato após relato:
“Eu
vi isso, eu vi aquilo, eu vi esses seres, foi isso que me disseram”
Os
livros estão cheios deles.
São
todos os mesmos seres, queridos.
Eles
precisam ser um pouco menos lineares em seu pensamento e perceber que muitas
dessas coisas são, digamos, a perspectiva de crianças.
E
se eu lhes desse a informação de que a montanha guarda a visão dos formandos, a
visão do Criador, a visão do amor?
Esta
montanha foi repleta de seres estelares que alteraram seu DNA e estavam
esperando por este momento.
É
isso que existe lá.
E
nisso, eu lhes digo, pode ser o que vocês quiserem ver.
Adama,
definitivamente lemuriano.
Ele foi um dos seres
ascensionados da Lemúria que veio com as Mães Estelares Pleiadianas para
auxiliá-las.
E agora Aurelia (*) está lá fazendo o mesmo.
Veja
bem, existe outra perspectiva que você ainda não considerou.
(*) Nota Stela – Aurelia foi a mulher que canalizava Adama e escreveu os livros
sobre Telos que, aliás, eu recomento, são livros lindos!
Às
vezes, os seres humanos não retornam ao plano Akáshico que teriam estabelecido,
ou ao reservatório Akáshico, e fazem uma pausa.
Então,
eles podem ir ajudar aqueles que estão ajudando o planeta.
É uma
visão esotérica, além do véu, multidimensional, e não se espera que vocês a
compreendam.
Vocês
não foram feitos para compreendê-la.
Esse
tipo de coisa se encaixa nessa estranha lacuna, por assim dizer, quando se fala
sobre compartilhamento de almas e o que acontece entre elas.
Como uma
alma pode continuar no planeta ajudando e também ter reencarnado?
E
vocês dizem:
“Espere
um minuto.
Você
não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo.” Bem,
vocês não entendem muito de física, não é?
E
essa é a resposta.
Vocês
não sabem o que não sabem, e o que pensam que sabem limita a verdade.
A
verdade é muito mais grandiosa do que eles acreditam.
O
QUE A MONTANHA SABE
Gostaria de fazer uma
declaração:
esta montanha sabe que você está aqui.
Não
é a montanha em si, nem a cidade sobre a montanha, nem os seres que nela
habitam.
A Unidade de Tudo O Que É
sabe que você está aqui.
E se eu
também lhes dissesse que não é coincidência terem decidido vir agora, neste
ano?
Para estarem presentes (2026).
Não
estou falando de seus corpos estarem aqui, estou falando de estarem presentes,
e isso é uma afirmação de consciência, não física.
Fisicamente, vocês estão
aqui, mas conscientemente, foram trazidos até aqui.
Deixe-me
esclarecer algumas outras coisas.
Você
não precisa ir fisicamente à montanha para que nada disso aconteça.
É
um privilégio seu, é maravilhoso ir e sentir essa energia, mas
para aqueles que não podem, ou por algum motivo adiam a visita, não há nenhuma
penalidade.
A
montanha sabe que você está aqui.
Preparem-se
para sonhos diferentes, queridos, ou noites em claro.
Vocês
não se lembrarão desses sonhos.
E
se eu pudesse lhes contar o que acontece (risos),
alguns de vocês até irão para a cidade.
Vocês pensarão:
“Que
estranho, não estou vestido para isso.”
Queridos,
amor é amor.
As
coisas estão mudando por aqui.
Esta
montanha sabe quem vocês são, sabe o que vocês passaram.
Não
é apenas a montanha que sabe, é a influência das Mães Estelares.
Um dos
atributos das Mães Estelares na Lemúria era que elas conheciam as crianças que
ensinavam.
Elas
sabiam que os Registros Akáshicos estavam se desdobrando.
Elas
podiam prever, talvez, quais crianças despertariam e quais não.
As Mães Estelares possuíam dons que giravam inteiramente em torno
da consciência.
O
amor é assim.
O
amor é provavelmente uma das leis físicas mais poderosas do universo.
Ele
tem regras, e quando digo regras, me refiro às leis da física.
Ele
opera de acordo com a física.
E digo
isso porque muitos querem separar a física da ciência, sem entender que o Criador
projetou a física que você observa, que você tenta decifrar, e assim excluem o
Criador.
“Não
pode ter nada a ver com isso.
Vamos estudar apenas a
criação, não o Criador”
E
nesse processo, perdem de vista a ideia de que talvez Deus esteja em tudo, até
mesmo nas rochas da montanha, até
mesmo nos caminhos que as pessoas trilham.
O
QUE CONTINUA ACONTECENDO
É
fascinante ver quem vem contemplar esta montanha, esta
energia, e talvez dar um passeio para apreciar a natureza, apenas para retornar
para sempre transformado por algo que testemunhou.
Há quem,
ainda hoje, relate luzes super brilhantes no alto da montanha, visíveis durante
o dia (elas
são tão brilhantes) e também à noite, em áreas inacessíveis aos
humanos.
A
menos que se utilize um helicóptero.
E
isso não faz sentido.
É claro
que aqueles que veem conspirações em todo lugar dizem que só pode ser o governo.
Eles
ficariam surpresos com a aparência do governo lá em cima.
Pode
até parecer angelical.
Aí
eles saberiam que não é o governo (risos).
Esse
tipo de coisa ainda existe e acontece nessa montanha hoje em dia.
A
montanha não lhes permite receber mais do que podem suportar.
Isso
é outra coisa.
Há
aqueles que vêm aqui em busca de uma descarga completa de energia, e sentam-se
em sua base, ou vão até a nascente do Rio Sacramento, onde a água levou décadas
para filtrar por túneis vulcânicos até se tornar tão pura.
Sentam-se
lá, até se lavam nela, e nada acontece.
Então
entram no carro, muito desapontados, e há um extraterrestre sentado ao lado
deles.
Há
humor no amor.
Há
alegria no amor.
Esta
montanha personifica o amor que os ancestrais de outra raça e de outro lugar
entre as estrelas sentem por você, que alteraram seu DNA e carregam suas
sementes em seu corpo, como um vigésimo
quarto par invisível de cromossomos que começa a despertar em 2026.
Há muita
atividade lá em cima, mais do que você imagina, quase
tanta quanto em uma cidade, e é isso que você sente e percebe.
Não
espere reações tridimensionais em um mundo multidimensional.
Mesmo
assim, haverá aqueles que as verão de qualquer maneira.
Vocês
racionalizam o que deve ser a partir de uma experiência tridimensional e chamam
isso do que não é.
Moisés
disse que era fogo (risos).
O
NOME
Era isso
que eu queria te dizer.
Gostaria
de ter um nome melhor.
Gostaria
que incluísse a palavra “mãe”.
Gostaria
que o nome fosse mais sofisticado na sua língua, como
sempre foram os nomes indígenas.
Cada
nome tem múltiplos significados, e quase todos eles se referem a Gaia, às
energias de Gaia e à Mãe Terra.
Pachamama,
o amor da Terra.
Mas
ainda se chama Shasta.
Talvez
vocês lhe deem outro nome, só para vocês, e a montanha responda a esse nome e
diga:
“Obrigado
por esclarecer isso”
(risos).
Essa é a
mensagem.
Ah, tem
mais.
Mas
por enquanto é só isso.
E assim
é.
~ Kryon
Canal: Lee Carroll
Fonte: https://kryon.com/
Formatação e tradução: Blog De Coração a Coração
https://www.sementesdasestrelas.com.br/kryon/kryon-monte-shasta/


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