P’TAAH“TRANSMUTAÇÃO”SABADO 31 OUTUBRO DE 2026 A
mensagem deste mês foi extraída de “Um Ato de Fé”.
Enquanto
você não compreender como acolher aquilo que julga ser doloroso, seus centros
de energia jamais estarão livres para acessar todo o conhecimento que reside
dentro de você.
Portanto,
queridos, nesta noite, falaremos sobre transmutação.
Transmutação
— o que chamamos de alquimia.
Vocês sabem o que é alquimia?
É
promover uma mudança na estrutura molecular.
Da
mesma forma, a transmutação emocional é o que transforma a agonia em êxtase.
E o que é, de fato, o êxtase?
Bem,
é a Unidade Divina; é a ausência de separação; é o
momento em que o ser está totalmente integrado a tudo o que existe.
Êxtase divino — algo
verdadeiramente maravilhoso.
Desde o
seu nascimento, você tem sido invalidado, ferido, machucado
e julgado.
É
a partir dessas experiências que você constrói a imagem de si mesmo e da
realidade.
Assim,
ao chegar à idade adulta, você já formou uma estrutura de crenças sobre quem
você é e o que você é.
Todos,
absolutamente todos vocês, acreditam que não são dignos, que não são “suficientes”.
Não
importa a máscara que você apresenta ao restante da humanidade — não é disso
que estamos falando.
Não
nos referimos à sua grande coragem ou à fachada de bravura que você sustenta;
falamos de quem você realmente é.
Esse
sentimento de indignidade é, certamente, um traço comum na humanidade.
A
maneira como você julga a si mesmo é, muitas vezes, tão dolorosa que você não
consegue sequer olhar para si; você não
sabe quem é e, por isso, projeta todo o julgamento para fora de si
mesmo.
A
DOR É UMA RESISTÊNCIA A SENTIR
Como
você julga a si mesmo como insuficiente, como alguém indigno de amor — e, por
não conseguir amar a si mesmo incondicionalmente, nem aceitar ou reconhecer
todas as facetas do seu ser —, isso acaba se refletindo em todos os aspectos da
sua vida.
E,
assim, ao carregar feridas e dores — agravadas pelo julgamento e pela
invalidação vindos de outros, que nada mais fazem do que refletir o seu próprio
julgamento sobre si mesmos —, seus centros de energia permanecem bloqueados, e
você vive em sofrimento.
A dor, como já dissemos
anteriormente, é, na verdade, a resistência a sentir.
A
dor não é um sentimento; ela é uma resistência a sentir, é
um julgamento.
A
dor é causada pelo julgamento; ela é, essencialmente, apenas
resistência.
Quando
você julgar as situações em sua vida, permita que o sentimento de alegria
permeie o seu ser.
Assim,
a resistência desaparece, os canais de energia se abrem e o sentimento pode
fluir do seu plexo solar até o seu coração — e, de fato, até o topo da cabeça (o chacra
coronário) —, ressoando, dessa
forma, por todo o universo e tocando todas as coisas e todas as consciências.
Quando
você julga que pode ser ferido, ou quando considera uma situação “prejudicial”
a você, a resistência surge imediatamente — como garras que se cravam no seu
plexo solar —, fechando os centros de energia.
A
energia, sem ter para onde ir, gera dor — muitas vezes, uma
dor que é, ao mesmo tempo, física e emocional.
Ora,
quando ocorre uma situação que você julga ser dolorosa, sua reação habitual é
erguer um muro para se esconder atrás dele.
Como
já dissemos, esse muro em sua vida torna-se cada vez mais alto e mais espesso,
na tentativa de evitar que você seja ferido; mas isso não faz diferença alguma
— você acaba sendo ferido, de qualquer maneira.
OS
PASSOS PARA A TRANSMUTAÇÃO
Portanto,
para a transformação, apresentaremos passos bem simples.
O
primeiro passo é assumir a responsabilidade, pois você cria, de forma absoluta,
a sua própria realidade.
Não
existe situação, nem nada em sua vida, que não tenha sido cocriado por você.
Assumir
a responsabilidade — dizer “eu fiz isso” — não é uma tarefa fácil.
É
maravilhosamente simples quando uma situação lhe traz alegria, mas torna-se bem
mais difícil quando ela lhe causa uma dor no coração.
Segundo passo: o julgamento.
Quando você julga alguém que lhe fez algo errado, o que você diz?
“Que
canalha!”,
não é?
Nós
ouvimos você!
Ouvimos
também a nossa companheira.
Portanto,
no momento em que você culpa o outro, você deixa de assumir a responsabilidade.
Quando
você cocria algo em sua vida que não é maravilhoso, saiba que isso faz parte de
uma experiência de aprendizado.
Tudo
o que você escolhe, você escolhe pela experiência.
É
apenas isso:
pela experiência.
Dentro
de cada situação, existe uma pérola, uma joia —
assim como vocês, queridos, são joias.
Ainda não é tão fácil, não é?
Como abençoar alguém que lhe causou uma dor profunda?
No entanto, é preciso
reconhecer:
“Isso
foi algo que eu criei com esta pessoa ou estas pessoas”.
E,
então, você diz:
“Meu
Deus, estou em um julgamento severo”.
Mas,
na verdade, queridos, não há problema nisso.
O
julgamento é uma expressão válida e divina de quem vocês são.
Trata-se
de acolher o julgamento e abençoar as pessoas, a si mesmo e a própria dor.
Saibam
que essa dor — acumulada ao longo de éons e éons, vida após vida — foi reunida
para que vocês pudessem descobrir a pérola que existe em seu interior.
Portanto,
o caminho é acolher tudo, reconhecer, aceitar.
Acolham
tudo na luz de quem vocês são; ao fazerem isso, as garras da dor, que reprimem
a energia, soltam-se. Assim, a
transmutação pode ocorrer.
Ao
transitar do ventre para o coração e, depois, para a coroa, vocês conhecerão o
êxtase.
Então,
compreenderão, de fato, a Unidade.
Canal: Jani King
Fonte: https://ptaah.com.au/ptaah@ptaah.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Veja mais mensagens de P’taah: Aqui
https://www.sementesdasestrelas.com.br/ptaah/ptaah-transmutacao/


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